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Trump elogia Lula e projeta grande papel do Brasil em novo Conselho
Finanças

Trump elogia Lula e projeta grande papel do Brasil em novo Conselho

Última Atualizacão 20/01/2026 18:06
PainelRJ
Publicado 20/01/2026
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Lula se reúne com Trump na Malásia — Foto: Divulgação
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O cenário geopolítico global presenciou um movimento audacioso e potencialmente transformador com a proposta do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a criação de um novo Conselho de Paz focado na Faixa de Gaza. A iniciativa, anunciada em um momento de crescentes tensões internacionais, carrega a ambição de, eventualmente, substituir as Nações Unidas, uma das mais longevas e importantes organizações multilaterais. No centro dessa proposta, surpreendentemente, está a figura do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, a quem Trump teceu elogios e para quem prevê um “grande papel” na estrutura da nova entidade. Este convite, confirmado pelo governo brasileiro, insere o Brasil em uma complexa equação diplomática, exigindo cuidadosa avaliação das condições e implicações geopolíticas antes de qualquer adesão.

A proposta de um Conselho de Paz global

A visão de Donald Trump para a resolução de conflitos e a governança internacional ganhou um novo contorno com o anúncio de seu Conselho de Paz. Esta entidade, pensada inicialmente para mediar a situação na Faixa de Gaza, surge com uma ambição muito maior: a de ser um substituto viável para as Nações Unidas. O ex-presidente, conhecido por suas críticas a instituições multilaterais tradicionais, propõe um modelo que ele acredita ser mais eficaz e menos burocrático, capaz de entregar resultados concretos em cenários de crise. A iniciativa reflete uma desconfiança arraigada nas estruturas existentes e uma busca por novas formas de influenciar a ordem mundial.

Visão de Trump para a reorganização internacional

Durante uma coletiva de imprensa, Donald Trump não apenas apresentou seu Conselho de Paz, mas também reiterou sua visão crítica sobre a ordem internacional vigente. Ele defendeu a ideia de que o novo conselho poderia superar a ineficácia que ele atribui à Organização das Nações Unidas, sugerindo uma reorganização profunda na forma como os conflitos são gerenciados globalmente. As declarações de Trump sobre o Conselho de Paz se alinham a seu histórico de questionar alianças e instituições estabelecidas. Ele já havia afirmado ter “salvado” a OTAN, criticado o Prêmio Nobel da Paz – chegando a dizer que ele próprio deveria ter sido agraciado, alegando que o prêmio é “controlado pela Noruega” – e manifestado descontentamento com o que considera um tratamento “injusto” por parte de aliados. Tais posicionamentos revelam uma postura de busca por novos arranjos internacionais que se alinhem mais a seus ideais de autonomia e eficácia, desafiando o status quo diplomático.

Estrutura e financiamento do Conselho

Detalhes sobre a estrutura do Conselho de Paz revelam uma abordagem distinta das organizações internacionais atuais. Segundo o convite enviado pelo governo Trump, a entidade contará com um grupo de países permanentes. No entanto, o acesso a um assento permanente não seria concedido apenas por critérios geopolíticos ou históricos, mas também por uma substancial contribuição financeira: uma taxa de US$ 1 bilhão. Esse modelo de financiamento e participação sugere uma estrutura mais exclusiva, onde o poder de decisão estaria diretamente ligado à capacidade financeira dos membros. Tal arranjo poderia agilizar processos e decisões, mas também levantaria questões sobre a representatividade e a inclusão de nações com menor poderio econômico, alterando significativamente a dinâmica das negociações internacionais e a legitimidade das resoluções propostas.

O convite a Lula e a resposta brasileira

A inclusão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre os convidados para compor o Conselho de Paz de Donald Trump gerou considerável interesse e debate no cenário diplomático. A menção de Trump de que “gosta” de Lula e sua previsão de um “grande papel” para o brasileiro na entidade sublinham a importância que o ex-presidente americano atribui à participação de líderes com projeção internacional. O Brasil, sob a liderança de Lula, tem buscado reafirmar sua posição como um ator relevante na mediação de conflitos e na promoção da paz, tornando-o um candidato natural para iniciativas que visem a estabilização global, mesmo que oriundas de uma fonte ideologicamente distante.

A relação pessoal e política entre os líderes

A declaração de Donald Trump, “Eu gosto dele”, feita durante uma coletiva de imprensa sobre seu primeiro ano de mandato, surpreendeu muitos observadores, dada as evidentes diferenças ideológicas entre ele e o presidente Lula. No entanto, essa afinidade declarada pode ser interpretada como um reconhecimento pragmático da influência e da experiência de Lula no cenário global. Lula, com sua longa trajetória política e diplomática, é visto como uma figura capaz de dialogar com diferentes espectros políticos e de desempenhar um papel construtivo em fóruns internacionais. A indicação de Trump sugere uma aposta na capacidade de Lula de atuar como um mediador eficaz, talvez reconhecendo sua habilidade em navegar por complexas redes de relações internacionais e sua experiência prévia em buscar soluções para crises globais. Essa conexão, embora superficialmente pessoal, tem profundas implicações políticas para a projeção do Brasil.

A ponderação brasileira diante da oferta

O governo brasileiro confirmou oficialmente o recebimento do convite para que o presidente Lula participe do Conselho de Paz. Contudo, a resposta não foi de aceitação imediata, mas de uma cautelosa análise. A posição oficial do Brasil é que Lula prefere “avaliar as condições geopolíticas envolvendo o papel da entidade” antes de tomar uma decisão. Essa postura reflete a complexidade da proposta de Trump e as potenciais implicações para a política externa brasileira. A adesão a um conselho que aspira a substituir as Nações Unidas, uma organização da qual o Brasil é membro ativo e defensor, exigiria uma profunda análise estratégica. O Brasil precisaria ponderar os benefícios de tal engajamento versus os riscos de alinhar-se a uma iniciativa que pode ser vista como divisiva e que ainda busca sua legitimação no palco internacional.

Implicações geopolíticas e reações

A criação de um novo Conselho de Paz por Donald Trump, com a ambição de substituir as Nações Unidas, e a busca por líderes de peso como Lula e Putin, sinaliza uma tentativa de reconfigurar a arquitetura da governança global. As implicações de tal iniciativa são vastas, potencialmente alterando alianças, dinâmicas de poder e a eficácia de futuras respostas a crises. O projeto de Trump, se concretizado, não seria apenas uma nova instituição, mas um desafio direto ao multilateralismo como é conhecido hoje.

O potencial papel da Rússia e outros atores

Além de Luiz Inácio Lula da Silva, Donald Trump mencionou que o líder russo, Vladimir Putin, também poderia ter um “papel muito grande” no Conselho de Paz. A inclusão de figuras como Lula e Putin, que representam países com influências significativas em diferentes blocos geopolíticos, sugere que o conselho de Trump visa a uma composição que transcende as alianças tradicionais e talvez até desafie a hegemonia de certos poderes. A participação da Rússia, especialmente no contexto atual de conflitos na Europa Oriental, adicionaria uma camada de complexidade e polêmica. Tal arranjo poderia ser visto como uma tentativa de criar uma nova ordem multipolar, onde diferentes potências se articulam para resolver crises, potencialmente marginalizando atores tradicionais ou buscando soluções fora dos canais diplomáticos estabelecidos.

O debate sobre a eficácia e legitimação

A proposta de Donald Trump levanta um debate crucial sobre a eficácia e a legitimação de novas estruturas de governança global. A ideia de um conselho pago com US$ 1 bilhão por assento e a ambição de substituir a ONU questionam os princípios de inclusão e igualdade soberana que sustentam a maioria das organizações internacionais. A capacidade de tal entidade de obter o reconhecimento e a cooperação de uma ampla gama de nações seria um desafio. Seria preciso demonstrar uma eficácia superior na resolução de conflitos e na manutenção da paz para justificar a sua existência e, mais ainda, a sua pretensão de substituir um órgão com a capilaridade e a legitimidade histórica das Nações Unidas. A comunidade internacional observará atentamente se este conselho consegue superar as críticas e oferecer uma alternativa viável para os desafios da diplomacia global.

Conclusão

A proposta de Donald Trump para a criação de um Conselho de Paz, com o potencial de substituir a ONU e a inclusão de figuras como Luiz Inácio Lula da Silva e Vladimir Putin, representa um movimento ousado e potencialmente divisor no cenário internacional. O convite a Lula e a sua cautelosa resposta refletem a complexidade das implicações geopolíticas envolvidas. Enquanto a visão de Trump busca redefinir as estruturas de governança global com um modelo mais exclusivo e financeiramente impulsionado, a comunidade internacional enfrenta o desafio de ponderar a necessidade de novas abordagens para a paz versus a manutenção das instituições multilaterais existentes. O futuro deste Conselho de Paz e o papel que o Brasil pode vir a desempenhar nele são questões que continuarão a moldar o debate sobre a diplomacia e a segurança global nos próximos anos.

Perguntas frequentes

O que é o Conselho de Paz proposto por Donald Trump?
É uma nova entidade anunciada por Donald Trump para focar na resolução de conflitos, inicialmente na Faixa de Gaza, com a ambição de eventualmente substituir as Nações Unidas.

Por que o presidente Lula foi convidado para o Conselho de Paz?
Donald Trump expressou que “gosta” de Lula e prevê um “grande papel” para o líder brasileiro na entidade, reconhecendo sua influência e experiência diplomática no cenário internacional.

Qual a posição do governo brasileiro sobre o convite?
O governo brasileiro confirmou o recebimento do convite, mas o presidente Lula prefere avaliar as condições geopolíticas e o papel da entidade antes de tomar uma decisão sobre sua participação.

Quais seriam as implicações de um assento permanente no Conselho?
Um assento permanente exigiria o pagamento de uma taxa de US$ 1 bilhão e conferiria poder de decisão em uma nova estrutura de governança global, o que implicaria em um alinhamento político e estratégico com os objetivos do conselho e de seus demais membros.

Para análises mais aprofundadas sobre o futuro da diplomacia global e o papel do Brasil no cenário internacional, acompanhe nossas próximas publicações.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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