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Três embarcações encalhadas: drama na Praia da Macumba com navio da Marinha
Rio de Janeiro

Três embarcações encalhadas: drama na Praia da Macumba com navio da Marinha

Última Atualizacão 11/03/2026 11:30
PainelRJ
Publicado 11/03/2026
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A tentativa de desencalhar o navio Guarapari se tornou uma espécie de atração turística no lo...
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A Praia da Macumba, conhecida por suas ondas e beleza natural na Zona Oeste do Rio de Janeiro, tornou-se palco de um incidente náutico incomum que atraiu a atenção de moradores e curiosos. Na última segunda-feira, um navio da Marinha encalhado na Praia da Macumba, o Guarapari (EDCG – Embarcação de Desembarque de Carga Geral), chamou a atenção ao realizar uma manobra de abicagem. O que era para ser uma operação controlada, entretanto, escalou rapidamente: na terça-feira, duas outras embarcações que auxiliavam na tentativa de reboque do navio militar também acabaram encalhando na faixa de areia, transformando o cenário costeiro em um ponto de observação e preocupação. A complexidade do desencalhe das três embarcações agora mobiliza equipes de resgate e autoridades marítimas, sob o olhar atento da população.

O incidente inicial: navio Guarapari encalha deliberadamente

Na manhã de segunda-feira, 9 de outubro, o navio Guarapari, uma Embarcação de Desembarque de Carga Geral da Marinha do Brasil, realizou uma manobra peculiar que resultou em seu encalhe na Praia da Macumba. A operação, denominada “abicagem”, consiste em encostar a proa da embarcação propositalmente em terra firme, praia ou cais, geralmente para fins de descarga ou embarque de materiais em locais sem infraestrutura portuária adequada. De acordo com a Marinha do Brasil, essa manobra foi executada de forma deliberada e controlada, sendo classificada como uma medida de segurança em decorrência de necessidades operacionais não detalhadas.

A manobra de abicagem e suas razões

A Marinha reiterou, por meio de nota oficial, que “a manobra foi realizada de forma deliberada e controlada, como medida de segurança”. A corporação garantiu que não houve acidentes envolvendo pessoal a bordo e que nenhum registro de avarias na embarcação foi constatado após o procedimento. A natureza exata das “necessidades operacionais” que justificaram a abicagem não foi divulgada, mantendo o motivo inicial do encalhe sob sigilo operacional. Contudo, a situação se agravou inesperadamente no dia seguinte, quando a tentativa de remover o navio da faixa de areia levou a complicações adicionais.

A complexidade do resgate: duas embarcações também encalham

A operação de desencalhe do navio Guarapari, iniciada na terça-feira, tomou um rumo inesperado e preocupante. Durante os esforços para rebocar a embarcação militar, outras duas embarcações que prestavam apoio na ação também acabaram encalhando na mesma faixa de areia. Esse desdobramento transformou a operação, inicialmente focada em um único navio, em um desafio triplo, exigindo maior coordenação e recursos para resolver a situação.

Operação de desencalhe e o apoio dos Bombeiros

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) foi acionado na noite de segunda-feira para prestar apoio à ocorrência náutica. Militares do 2º Grupamento Marítimo da Barra da Tijuca e do Quartel do Recreio dos Bandeirantes foram mobilizados, utilizando três motos-aquáticas para auxiliar nas ações de desencalhe. Em meio ao mar agitado da Praia da Macumba, vídeos que circularam rapidamente nas redes sociais mostravam os bombeiros empenhados em tentar amarrar cabos nas embarcações, evidenciando a dificuldade da tarefa.

A Marinha do Brasil, até o momento, não se manifestou especificamente sobre o encalhe das duas embarcações auxiliares. O CBMERJ, por sua vez, esclareceu em nota que “as equipes permanecem no local prestando apoio às autoridades marítimas e acompanhando a operação” e que “não há registro de vítimas” entre os envolvidos. A corporação também fez questão de frisar que nenhuma das embarcações auxiliares encalhadas pertence à frota dos Bombeiros, permanecendo a dúvida se são navios particulares contratados para o resgate ou outras unidades da Marinha. A cena, com três embarcações encalhadas e a intensa movimentação de equipes de resgate, rapidamente se tornou uma atração turística inesperada para quem passava pela orla da praia.

Conclusão: desafios e perspectivas da operação

O incidente na Praia da Macumba, que começou com a manobra controlada do navio Guarapari e evoluiu para o encalhe de mais duas embarcações de apoio, sublinha a complexidade e os riscos inerentes a operações marítimas de grande porte, mesmo aquelas planejadas. A situação mobilizou esforços coordenados entre a Marinha do Brasil e o Corpo de Bombeiros, que continuam atuando para garantir a segurança e o desencalhe das embarcações. Felizmente, não houve registro de vítimas ou avarias significativas nas embarcações, um ponto positivo em meio aos desafios. A resolução do triplo encalhe será um teste para a capacidade operacional das equipes envolvidas e promete manter a atenção sobre a Praia da Macumba nos próximos dias, enquanto se aguardam os detalhes sobre o sucesso das manobras de resgate.

Perguntas frequentes

1. O que causou o encalhe do navio Guarapari?
O navio Guarapari realizou uma manobra de abicagem, que consiste em encostar a proa propositalmente em terra firme. A Marinha do Brasil informou que foi uma ação deliberada e controlada, motivada por “necessidades operacionais” e classificada como medida de segurança.

2. As duas embarcações adicionais também encalharam de propósito?
Não. As duas embarcações adicionais encalharam durante a tentativa de reboque e desencalhe do navio Guarapari. Elas estavam prestando apoio à operação e acabaram presas na faixa de areia em meio às condições do mar.

3. Houve feridos ou danos materiais nas embarcações?
De acordo com a Marinha do Brasil e o Corpo de Bombeiros, não houve registro de vítimas ou acidentes com pessoal. A Marinha também informou que o navio Guarapari não sofreu avarias significativas em decorrência da manobra inicial.

4. Quem está envolvido na operação de resgate das embarcações?
A operação envolve a Marinha do Brasil e o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ). Equipes do 2º Grupamento Marítimo da Barra da Tijuca e do Quartel do Recreio dos Bandeirantes, com o apoio de motos-aquáticas, estão atuando no local.

Para ficar por dentro dos desdobramentos desta e de outras notícias do Rio de Janeiro, continue acompanhando as atualizações em nossos canais.

Fonte: https://temporealrj.com

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