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Seleção feminina vence Costa Rica em amistoso inaugural de 2026
Brasil

Seleção feminina vence Costa Rica em amistoso inaugural de 2026

Última Atualizacão 28/02/2026 06:32
PainelRJ
Publicado 28/02/2026
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© Lívia Villas Boas/Staff Images/CBF/Direitos Reservados
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A temporada de 2026 para a seleção feminina de futebol começou com uma vitória convincente, mas não sem sustos. Em seu primeiro compromisso do ano, realizado na sexta-feira (27) no Estádio Alejandro Morera Soto, em Alajuela, Costa Rica, a equipe brasileira superou as anfitriãs por 5 a 2. O confronto marcou o início de um novo ciclo para o time canarinho, que demonstrou seu poder ofensivo ao abrir uma vantagem de três gols. No entanto, a partida também revelou pontos a serem ajustados, com as costarriquenhas reagindo e diminuindo a diferença para apenas um gol, antes que o Brasil selasse o placar final. Kerolin, Jheniffer (duas vezes), Tainá Maranhão e Adriana foram as responsáveis por balançar as redes, garantindo o resultado positivo na casa das adversárias e iniciando a jornada de 2026 com sucesso.

O início promissor da temporada

A partida em Alajuela representou o pontapé inicial para a seleção feminina na temporada de 2026, um ano crucial na preparação para os próximos desafios internacionais. Desde os minutos iniciais, a superioridade técnica brasileira foi evidente, com a equipe impondo seu ritmo e controlando as ações no campo adversário. A posse de bola e a pressão ofensiva foram marcas registradas do primeiro tempo, culminando em uma vantagem de 3 a 0 que parecia consolidar uma vitória tranquila, refletindo o amplo domínio em campo.

Gols e domínio brasileiro

O marcador foi inaugurado aos dez minutos, em uma jogada de pura inteligência e precisão. Duda Sampaio, com um passe magistral, encontrou Kerolin nas costas da defesa costarriquenha. A atacante, com a calma de uma veterana, percebeu a saída da goleira Daniela Solera e, com um toque sutil, encobriu-a para fazer um gol de categoria, abrindo o placar.

Apenas três minutos depois, a vantagem foi ampliada. Tainá Maranhão, atuando pela esquerda, demonstrou habilidade ao invadir a área e rolar a bola com precisão para Jheniffer, que finalizou de primeira, sem chances para a arqueira adversária. O Brasil chegou ao terceiro gol aos 27 minutos, selando o domínio na primeira etapa. Novamente pela esquerda, Tainá Maranhão recebeu o passe, encarou a marcação e, com um chute rasteiro e preciso no canto direito de Solera, marcou seu primeiro gol pela seleção principal, um momento memorável para a jogadora do Palmeiras. Houve ainda um gol de Bia Zaneratto, que seria o quarto, anulado por impedimento, evidenciando a intensidade ofensiva da equipe.

Estratégia ofensiva e destaques individuais

O técnico Arthur Elias optou por uma formação bastante arrojada para este primeiro amistoso, refletindo a busca por um futebol ofensivo e de constante pressão. A escalação inicial contou com apenas uma meio-campista de ofício, a volante Duda Sampaio, e um impressionante quinteto de ataque, composto por Kerolin, Bia Zaneratto, Tainá Maranhão, Jaqueline e Jheniffer. Essa estratégia visava explorar a velocidade e a capacidade de finalização das atacantes, enquanto Duda Sampaio seria a responsável pela proteção da defesa e a distribuição de jogo, atuando como o elo entre os setores.

A escalação de Arthur Elias

Além do setor ofensivo, a defesa também apresentou novidades e retornos importantes. Tamires, uma jogadora experiente que não era convocada desde a conquista da prata olímpica em 2024, reassumiu a lateral esquerda, trazendo liderança e qualidade técnica ao setor. Na lateral direita, Fe Palermo foi a escolhida, enquanto Mariza e Thaís Ferreira formaram a dupla de zaga, conferindo solidez à retaguarda. Um dos destaques da escalação foi a estreia da jovem goleira Thaís Lima. Com apenas 17 anos, nascida em Portugal, mas com pai brasileiro e mãe angolana, Thaís optou por defender as cores do Brasil e teve sua primeira oportunidade, mostrando a renovação e o potencial da seleção.

Representatividade dos clubes brasileiros

A força do Campeonato Brasileiro Feminino foi evidenciada na formação titular. Sete das atletas que iniciaram a partida atuam na liga nacional, demonstrando a qualidade e o desenvolvimento do futebol feminino no país e a importância da competição para a formação de talentos. O Corinthians, atual hexacampeão brasileiro, foi o clube mais representado, com quatro jogadoras: Duda Sampaio, Jaqueline, Tamires e Thaís Ferreira. O Palmeiras, outro gigante do futebol feminino e um dos principais protagonistas do cenário nacional, contribuiu com Bia Zaneratto, Tainá Maranhão e Fe Palermo, reforçando a base de talentos oriundos dos principais clubes do Brasil e a sinergia entre o futebol de clubes e a seleção.

Reação costarriquenha e a virada no placar

O cenário de domínio absoluto brasileiro no primeiro tempo cedeu espaço a um momento de displicência e apreensão na etapa final. A facilidade com que as brasileiras construíram a vantagem pareceu gerar um relaxamento inoportuno, resultando em falhas na conclusão das jogadas e, mais preocupante, em bobeiras no sistema defensivo. A Costa Rica, sob o comando da técnica brasileira Lindsay Camila, que assumiu a equipe em outubro do ano passado, soube capitalizar esses momentos de desatenção, mostrando sua capacidade de reação.

Sustos defensivos e o despertar das adversárias

Aos seis minutos do segundo tempo, Priscila Chinchilla, atacante do Atlético de Madrid, iniciou a reação costarriquenha. Lançada em profundidade, Chinchilla se antecipou à goleira Thaís Lima, com um toque por cima, antes de finalizar para as redes vazias, diminuindo a desvantagem para 3 a 1. O gol injetou ânimo nas donas da casa, que viram suas chances de recuperação aumentarem. Aos 21 minutos, um novo erro defensivo brasileiro resultou no segundo gol da Costa Rica. Chinchilla pressionou a saída de bola brasileira na pequena área, desarmou a goleira Thaís Lima após um passe de Mariza, e marcou seu segundo gol, para o desespero do técnico Arthur Elias e a celebração efusiva de Lindsay Camila e sua equipe. O placar de 3 a 2 colocava em xeque a vitória que antes parecia garantida, transformando o amistoso em um verdadeiro teste de resiliência para a seleção brasileira.

A retomada do controle e a confirmação da vitória

Diante da inesperada reação da Costa Rica, a seleção brasileira precisou reencontrar o foco e a intensidade para garantir o resultado. Aos 33 minutos da etapa final, Tainá Maranhão, que vinha sendo um dos grandes nomes da partida e demonstrando grande mobilidade, demonstrou sua persistência. A atacante enfrentou a marcação da zagueira Emily Flores dentro da área, sofrendo o pênalti que seria crucial para restaurar a vantagem brasileira e afastar o risco de um empate.

Pênalti e o golpe final

Para a cobrança, a atacante Adriana, que havia entrado na etapa final no lugar de Bia Zaneratto, assumiu a responsabilidade com confiança. Com força e precisão, Adriana bateu no ângulo direito da goleira Solera, sem chances de defesa, e restaurou a tranquilidade no placar, fazendo 4 a 2 para o Brasil. Mas a equipe ainda tinha fôlego para mais um. Nos acréscimos, Jheniffer recebeu um passe de Adriana dentro da área e, com frieza, balançou as redes pela segunda vez na partida, fechando o placar em 5 a 2 em Alajuela. O gol final não só confirmou a vitória brasileira, mas também reforçou o poder de fogo do ataque e a capacidade de reação da equipe em momentos de pressão.

Próximos desafios da seleção canarinho

A vitória sobre a Costa Rica foi o primeiro de três compromissos que a seleção feminina enfrentará neste início de temporada. O Brasil retorna a campo na próxima quarta-feira, dia 4 de março, às 18h (horário de Brasília), para seu segundo amistoso. A equipe viajará para o Centro de Treinamento da Federação Mexicana de Futebol, na cidade de Toluca, onde enfrentará a seleção da Venezuela. Este será mais um teste importante para Arthur Elias e suas comandadas, buscando consolidar a estratégia e dar rodagem a outras atletas, avaliando novas formações e táticas.

Três dias depois, no sábado, dia 7 de março, a seleção canarinho terá um desafio ainda maior ao enfrentar a própria seleção mexicana. O confronto está marcado para as 20h (horário de Brasília) no Estádio Ciudad de los Deportes, na capital do país adversário. Este último amistoso será uma oportunidade crucial para avaliar a equipe contra um adversário de maior calibre e ajustar os detalhes antes dos compromissos oficiais da temporada, consolidando a preparação para os objetivos de 2026 e fortalecendo o elenco para as competições futuras.

Conclusão

A vitória sobre a Costa Rica, embora marcada por momentos de desatenção, serviu como um importante teste para a seleção feminina de futebol no início de seu ciclo de 2026. A partida destacou a potência ofensiva da equipe de Arthur Elias, com Kerolin, Jheniffer, Tainá Maranhão e Adriana mostrando grande capacidade de finalização e um vasto repertório de jogadas. Ao mesmo tempo, os gols sofridos alertam para a necessidade de ajustes na consistência defensiva e na manutenção da concentração durante os 90 minutos, aspectos fundamentais em jogos de alto nível. Com a estreia promissora de jovens talentos como Thaís Lima e o retorno de veteranas como Tamires, o Brasil demonstra estar construindo um elenco robusto e multifacetado, combinando experiência e renovação. Os próximos amistosos contra Venezuela e México serão cruciais para aprimorar o entrosamento e solidificar a identidade tática da equipe, pavimentando o caminho para os desafios que virão na temporada e consolidando a preparação para as grandes competições do futuro.

Perguntas frequentes

Quais foram os marcadores dos gols da seleção brasileira contra a Costa Rica?
Os gols do Brasil foram marcados por Kerolin, Jheniffer (duas vezes), Tainá Maranhão e Adriana, assegurando a vitória por 5 a 2.

Quem estreou como goleira na partida contra a Costa Rica?
A jovem goleira Thaís Lima, de apenas 17 anos, filha de pai brasileiro e mãe angolana, fez sua estreia pela seleção principal feminina no amistoso contra a Costa Rica.

Quais são os próximos jogos da seleção feminina de futebol?
A seleção brasileira enfrentará a Venezuela na próxima quarta-feira (4 de março) em Toluca, México, e o próprio México no sábado (7 de março) na capital mexicana, ambos em amistosos.

Não perca os próximos capítulos da jornada da seleção feminina de futebol: continue acompanhando o nosso portal para todas as notícias, análises e detalhes sobre os desafios e vitórias que pavimentam o caminho do Brasil rumo às grandes competições de 2026.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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