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São Paulo registra 37,2ºC e estabelece novo recorde de calor em dezembro
Brasil

São Paulo registra 37,2ºC e estabelece novo recorde de calor em dezembro

Última Atualizacão 29/12/2025 06:32
PainelRJ
Publicado 29/12/2025
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© Paulo Pinto/Agência Brasil
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A cidade de São Paulo enfrentou no último domingo, dia 28 de dezembro, um calor sem precedentes que reescreveu os anais climáticos da capital paulista. Os termômetros registraram uma temperatura em São Paulo de impressionantes 37,2ºC, cravando um novo recorde de calor para o mês de dezembro desde que as medições oficiais tiveram início em 1943. Este pico térmico, observado especificamente no Mirante de Santana às 16h, superou a marca anterior de 36,1ºC, atingida na sexta-feira, dia 26. A elevação persistente das temperaturas não se limitou apenas à metrópole, mas se estendeu por grande parte do estado de São Paulo e alcançou outras importantes regiões do Sudeste e Centro-Oeste do país, caracterizando uma intensa e prolongada onda de calor que desafia as expectativas e impõe desafios significativos à saúde pública e à infraestrutura.

A capital paulista sob calor extremo

Nova marca histórica e suas implicações

O domingo, 28 de dezembro, ficará marcado na história climática de São Paulo como o dia em que a cidade experimentou o dezembro mais quente de sua série histórica. A marca de 37,2ºC, aferida no Mirante de Santana às 16h, não apenas superou o recorde anterior estabelecido na mesma semana – 36,1ºC, registrado na sexta-feira, dia 26 – mas também se consolidou como a maior temperatura para o mês de dezembro desde 1943, ano em que as medições sistemáticas começaram. Este dado reflete uma anomalia climática considerável, evidenciando a intensidade da onda de calor que tem assolado a região. A quebra de um recorde que perdurava por décadas sinaliza a força de um fenômeno que afeta profundamente o cotidiano e a dinâmica urbana da maior metrópole do país. As ruas, normalmente agitadas, apresentaram um movimento diferenciado, com a população buscando refúgio do sol a pino.

Desafios cotidianos e impactos na saúde pública

A exposição a temperaturas tão elevadas em São Paulo impõe uma série de desafios para a população e para os serviços públicos. O aumento expressivo no uso de aparelhos de ar-condicionado e ventiladores resultou em um acréscimo significativo na demanda por energia elétrica, gerando preocupações quanto à estabilidade do sistema e à possibilidade de sobrecargas. Para a população, o calor extremo se traduz em desconforto, dificuldade para dormir e alteração da rotina. Locais como parques, praias fluviais e shoppings centers se tornaram o refúgio para muitos que buscavam aliviar o calor intenso.

Contudo, os riscos mais sérios estão associados à saúde. A desidratação é uma ameaça constante, especialmente para idosos e crianças, que são mais vulneráveis. Casos de insolação, exaustão por calor e agravamento de condições médicas preexistentes, como doenças cardiovasculares e respiratórias, tendem a aumentar. Profissionais que trabalham ao ar livre, como entregadores, operários da construção civil e vendedores ambulantes, são particularmente expostos e precisam de medidas de proteção adicionais. As autoridades de saúde intensificam as recomendações para hidratação constante e evitação da exposição direta ao sol nos horários de pico, a fim de minimizar os impactos negativos na saúde pública.

Onda de calor se espalha pelo sudeste e centro-oeste

Outras cidades e estados em alerta

O calor recorde em São Paulo não foi um evento isolado, mas parte de um fenômeno muito mais abrangente que afetou vastas áreas do Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. O estado de São Paulo, em particular, registrou temperaturas ainda mais elevadas em outras cidades, mostrando a dimensão da onda de calor. Pedro de Toledo, por exemplo, alcançou impressionantes 42,1ºC. Miracatu não ficou muito atrás, com 41,6ºC, enquanto Registro marcou 39,8ºC. Esses números sublinham a intensidade do calor em municípios fora da capital, muitos deles com menor infraestrutura para lidar com tais extremos.

Além de São Paulo, a massa de ar quente se espendeu por outras importantes regiões. Partes de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro também sentiram o impacto das temperaturas elevadas, com muitas cidades registrando máximas bem acima da média para o período. A abrangência geográfica da onda de calor exige uma coordenação regional de ações de resposta e conscientização, uma vez que as condições climáticas adversas afetam milhões de pessoas em diferentes contextos urbanos e rurais.

O fenômeno meteorológico por trás do calor persistente

A persistência dessas temperaturas elevadas é explicada pela atuação de uma poderosa massa de ar quente e seco, comumente associada a um sistema de alta pressão atmosférica que se instalou sobre a região. Esse fenômeno atua como um “domo de calor”, bloqueando a passagem de frentes frias e impedindo a formação de nuvens de chuva. A alta pressão provoca o movimento descendente do ar, que se aquece por compressão (aquecimento adiabático) à medida que desce, intensificando ainda mais o calor próximo à superfície.

A ausência de nuvens permite que a radiação solar incida diretamente, elevando as temperaturas diurnas. Durante a noite, a pouca nebulosidade impede a dissipação eficiente do calor, resultando em noites abafadas e sem alívio térmico. Esse cenário de ar seco e quente, somado à alta pressão, cria uma condição de estabilidade atmosférica que prolonga o período de calor extremo, tornando a dissipação da onda um processo gradual, dependente da mudança nas condições sinóticas que consigam desestabilizar essa massa de ar.

Perspectivas e recomendações diante do cenário climático

Previsões e o alívio aguardado

Ainda que a massa de ar quente tenha demonstrado grande persistência, as análises meteorológicas apontam para a eventual dissipação ou enfraquecimento gradual desse sistema. A expectativa é que, com o avanço dos dias, haja uma mudança no padrão de circulação atmosférica que permita a entrada de massas de ar mais frias e úmidas, trazendo um tão esperado alívio para as altas temperaturas. No entanto, é fundamental que a população e as autoridades permaneçam atentas aos prognósticos e alertas emitidos, pois a transição pode não ser imediata e a intensidade do calor pode continuar a demandar cuidados por mais algum tempo. O monitoramento contínuo das condições climáticas é essencial para preparar a população e os serviços públicos para qualquer eventualidade.

Medidas essenciais para a proteção individual e coletiva

Diante do cenário de calor intenso, é imperativo que a população adote medidas preventivas para proteger a saúde e o bem-estar. A hidratação é a medida mais crítica: beber bastante água, mesmo sem sede, e evitar bebidas açucaradas ou alcoólicas que podem acelerar a desidratação. Recomenda-se evitar a exposição direta ao sol, especialmente entre 10h e 16h, quando a radiação ultravioleta é mais intensa. Usar roupas leves, claras e de tecidos que permitam a transpiração, além de chapéus e óculos de sol, é fundamental para reduzir a carga térmica no corpo.

Buscar ambientes climatizados ou com sombra, tomar duchas frias e umedecer a pele são estratégias eficazes para baixar a temperatura corporal. Cuidado especial deve ser dado a crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, que são mais sensíveis ao calor. É também crucial não deixar animais de estimação ou pessoas em veículos fechados sob o sol. A economia de água e energia elétrica, além de ser uma medida ambientalmente responsável, ajuda a evitar sobrecargas nos sistemas de abastecimento e distribuição, que já operam sob demanda elevada.

Perguntas frequentes sobre a onda de calor

Qual foi a temperatura recorde registrada em São Paulo?
A cidade de São Paulo registrou 37,2ºC no último domingo, 28 de dezembro, no Mirante de Santana, às 16h. Esta foi a maior temperatura para o mês de dezembro desde o início das medições em 1943.

Quais fatores meteorológicos contribuíram para essa onda de calor?
A onda de calor foi causada principalmente por uma intensa e persistente massa de ar quente e seco, associada a um sistema de alta pressão. Este sistema atua como um “domo de calor”, impedindo a chegada de frentes frias e a formação de nuvens, o que eleva as temperaturas devido à incidência direta da radiação solar e ao aquecimento do ar por compressão.

Que outras regiões do Brasil foram significativamente afetadas?
Além da capital paulista, outras cidades do estado de São Paulo registraram temperaturas extremas, como Pedro de Toledo (42,1ºC), Miracatu (41,6ºC) e Registro (39,8ºC). A onda de calor também se estendeu por partes de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro, afetando amplas áreas do Sudeste e Centro-Oeste do país.

Quais são as principais recomendações para a população durante períodos de calor extremo?
É fundamental manter-se hidratado bebendo bastante água, evitar a exposição ao sol nos horários de pico (10h às 16h), usar roupas leves e claras, procurar ambientes climatizados ou com sombra, e tomar duchas frias. Cuidados especiais devem ser dedicados a crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

Para mais informações e alertas sobre as condições climáticas em sua região, mantenha-se atualizado através dos canais oficiais de meteorologia e defesa civil. A prevenção é a melhor forma de enfrentar o calor extremo.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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