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Rodoviários da Real e Vila Isabel encerram greve de três dias no
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Rodoviários da Real e Vila Isabel encerram greve de três dias no

Última Atualizacão 24/12/2025 16:32
PainelRJ
Publicado 24/12/2025
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De acordo com o Sindicato dos Rodoviários, a greve ocorreu por atrasos no pagamento de salários...
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A greve dos rodoviários das viações Real Auto Ônibus e Vila Isabel, que paralisou importantes linhas de ônibus no Rio de Janeiro, chegou ao fim na manhã desta quarta-feira (24). Após três dias de interrupção, que se iniciou na segunda-feira (22), os ônibus voltaram a circular, aliviando o cotidiano de milhares de passageiros que dependem do transporte público para se deslocar. A paralisação impactou diretamente mais de 20 linhas que atendem bairros cruciais das zonas Sul, Norte, Sudoeste e Central da cidade, causando transtornos significativos e exigindo alternativas de deslocamento. O término do movimento grevista foi confirmado pelo Sindicato dos Rodoviários, após um compromisso firmado pelas empresas de regularizar parte dos pagamentos pendentes. O acordo prevê o depósito do adiantamento quinzenal nesta sexta-feira (26), com a definição de uma data para a quitação das férias atrasadas na próxima semana. A retomada dos serviços marca um passo importante na resolução de um impasse que expôs a fragilidade das condições trabalhistas na categoria.

As demandas trabalhistas e o impacto da paralisação

A paralisação, que mobilizou cerca de 1.300 funcionários das duas viações, foi um grito de alerta para a série de irregularidades nos direitos trabalhistas que, segundo os rodoviários, vinham se acumulando. Desde o início da greve, na segunda-feira, a categoria enfatizou a urgência de resolver questões financeiras e contratuais que afetam diretamente a subsistência de centenas de famílias. A mobilização em massa evidenciou o descontentamento e a união dos trabalhadores na busca por condições de trabalho dignas e respeito aos seus direitos. A ausência de mais de vinte linhas de ônibus nas ruas da capital carioca não apenas expôs a dependência da população em relação ao transporte público, mas também intensificou o debate sobre a fiscalização e a responsabilidade das empresas e órgãos públicos na garantia dos direitos dos trabalhadores. A repercussão da greve alcançou diversas esferas, desde o passageiro comum, que sofreu com a falta de ônibus, até as autoridades municipais, que se manifestaram sobre o ocorrido.

Reivindicações urgentes e a mobilização dos rodoviários

Entre as principais reivindicações da categoria, que culminaram na greve, estavam o pagamento de salários e do vale-alimentação em atraso, que impactavam diretamente o orçamento familiar dos rodoviários. Além disso, a quitação de férias não pagas, algumas delas desde outubro do ano anterior, representava um acúmulo de débitos que impedia os trabalhadores de usufruir de seus períodos de descanso remunerado. Verbas rescisórias pendentes, a regularização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o recolhimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) eram pontos críticos, pois afetam a segurança financeira a longo prazo dos funcionários e suas aposentadorias. Outras demandas sociais importantes incluíam o repasse de pensões alimentícias, que dependem diretamente dos salários dos rodoviários, e a quitação de empréstimos consignados, cuja inadimplência pode gerar graves problemas financeiros. A retomada do plano odontológico e a melhoria geral das condições de trabalho completavam a pauta, sublinhando a preocupação com a saúde e bem-estar no ambiente profissional. A adesão massiva de 1.300 trabalhadores à paralisação demonstrou a gravidade da situação e a insustentabilidade das condições enfrentadas.

Repercussões da greve e o posicionamento das partes envolvidas

Durante os três dias de paralisação, a cidade do Rio de Janeiro sentiu o impacto da ausência de linhas vitais de transporte. Passageiros nas zonas Sul, Norte, Sudoeste e Central precisaram buscar alternativas como táxis, carros de aplicativo ou outras linhas de ônibus que operavam com sobrecarga, gerando longas esperas e superlotação. A situação colocou em xeque a eficiência do sistema de transporte público e a capacidade de resposta das autoridades e empresas em momentos de crise. O diálogo entre as partes, inicialmente estagnado, ganhou urgência à medida que os transtornos se acumulavam. A negociação entre o Sindicato dos Rodoviários e as empresas foi fundamental para encontrar um caminho que levasse ao fim da greve e à retomada dos serviços, demonstrando a importância da representação sindical na defesa dos interesses dos trabalhadores.

Respostas e silêncio diante das acusações

Diante do cenário de paralisação e das acusações dos trabalhadores, as partes envolvidas emitiram suas respectivas posições. A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio de sua comunicação oficial, informou que os repasses de subsídios aos consórcios de ônibus estavam em dia. A administração municipal reforçou que a paralisação era uma questão interna, a ser resolvida diretamente entre as empresas de ônibus e seus funcionários, indicando que não havia responsabilidade direta do poder público nos atrasos salariais. Por outro lado, o Rio Ônibus, que representa as empresas de ônibus do município, e o Consórcio Intersul, ao qual as viações Real e Vila Isabel pertencem, optaram por não comentar publicamente a situação, mantendo silêncio sobre as reivindicações dos rodoviários e o andamento das negociações. Em contraste, a Real Auto Ônibus negou veementemente a existência de pendências financeiras, afirmando que todos os pagamentos aos seus colaboradores estavam devidamente regularizados, uma declaração que gerou questionamentos diante das acusações detalhadas pelos trabalhadores e pelo sindicato. Essa divergência de informações sublinhou a complexidade do problema e a dificuldade em obter um panorama unificado e transparente da situação financeira das viações.

O caminho para a normalização

O acordo que levou ao fim da greve dos rodoviários representa um alívio imediato para os milhares de passageiros e para os próprios trabalhadores, que puderam retornar às suas atividades com a promessa de regularização de parte dos débitos. Contudo, a efetivação de todos os compromissos assumidos pelas empresas – desde o pagamento do adiantamento quinzenal nesta sexta-feira (26) até a definição da data para a quitação das férias atrasadas na próxima semana – será crucial para garantir a estabilidade e a confiança mútua. Este episódio destaca a importância do cumprimento dos direitos trabalhistas e a necessidade de mecanismos de fiscalização eficazes para evitar futuras paralisações que impactem a vida urbana e a economia da cidade. A experiência recente serve como um lembrete da fragilidade das relações de trabalho quando o diálogo e os compromissos não são mantidos, e da resiliência dos trabalhadores em lutar por suas garantias. A sociedade, agora, aguarda a plena normalização e o cumprimento integral do que foi acordado.

Perguntas frequentes sobre a greve

1. Quando a greve dos rodoviários foi encerrada?
A greve foi encerrada na manhã de quarta-feira, 24 de janeiro, após três dias de paralisação.

2. Quais foram as principais reivindicações dos trabalhadores?
Os rodoviários reivindicavam o pagamento de salários e vale-alimentação em atraso, quitação de férias não pagas, verbas rescisórias, regularização de FGTS e INSS, repasse de pensões alimentícias, quitação de empréstimos consignados, retomada do plano odontológico e melhoria das condições de trabalho.

3. Quais linhas e regiões do Rio de Janeiro foram afetadas?
Mais de 20 linhas de ônibus que atendem as zonas Sul, Norte, Sudoeste e Central da cidade foram impactadas pela paralisação.

4. O que as empresas e a prefeitura disseram sobre as acusações?
A Prefeitura do Rio afirmou que os repasses de subsídios estavam em dia e que a greve era uma questão entre empresas e funcionários. Rio Ônibus e Consórcio Intersul não comentaram, enquanto a Real Auto Ônibus negou pendências financeiras e disse que os pagamentos estavam regularizados.

Para acompanhar mais notícias sobre o transporte público no Rio de Janeiro e outros desdobramentos, continue acessando nosso portal.

Fonte: https://temporealrj.com

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