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Quarenta hospitais e clínicas do Rio se descredenciam da Unimed Ferj
Rio de Janeiro

Quarenta hospitais e clínicas do Rio se descredenciam da Unimed Ferj

Última Atualizacão 07/01/2026 18:01
PainelRJ
Publicado 07/01/2026
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Hospitais e clínicas do Rio decidem se descredenciar da Unimed Ferj - Foto: Reprodução/TV Globo
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A Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro (Aherj) anunciou uma decisão de grande impacto para milhares de beneficiários da Unimed Ferj. Em assembleia geral realizada na última terça-feira (6), a entidade, que representa 107 hospitais e clínicas fluminenses, deliberou pelo descredenciamento de cerca de 40 de suas unidades que atendem a operadora. Este movimento sinaliza uma escalada na crise que a Unimed Ferj enfrenta, com a iminente suspensão de serviços médicos e hospitalares em até 30 dias. A medida, que ainda depende de formalização junto às autoridades reguladoras, como o Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), promete reconfigurar o panorama do atendimento de saúde suplementar no estado, gerando incerteza para os pacientes.

A decisão da Aherj e o panorama de descredenciamento

A Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro (Aherj) formalizou, em assembleia geral, a deliberação de seus associados para descredenciar um número significativo de unidades da Unimed Ferj. A medida, tomada após intensos debates e diante de um cenário de crescente insatisfação, afeta aproximadamente 40 hospitais e clínicas que atualmente prestam serviços à operadora de planos de saúde. O descredenciamento, que pode levar à suspensão dos atendimentos, está previsto para ocorrer em um prazo de até 30 dias a partir da notificação oficial. Este prazo, contudo, é passível de alterações, uma vez que a Aherj se prepara para formalizar a decisão junto a órgãos reguladores e fiscalizadores, incluindo o Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), e as secretarias municipal e estadual de Saúde. A iniciativa representa uma resposta contundente da rede hospitalar às dificuldades e ao acúmulo de problemas enfrentados na relação com a operadora.

Prazos, notificações e ações legais

Marcus Quintella, presidente da Aherj, enfatizou a urgência da situação ao anunciar que o pedido formal de suspensão dos atendimentos deve ser protocolado junto às autoridades competentes ainda nesta semana. Esta ação visa garantir que o processo ocorra dentro dos trâmites legais e com a devida transparência, minimizando impactos abruptos aos pacientes, embora o cenário de incerteza seja inevitável. Os órgãos reguladores terão um papel fundamental na mediação e na fiscalização para assegurar que a transição ocorra com o menor prejuízo possível aos beneficiários, especialmente aqueles em tratamentos contínuos ou de urgência.

Além da notificação de descredenciamento, a assembleia da Aherj também debateu a possibilidade de ajuizamento de uma Ação Civil Pública. Essa medida legal seria direcionada à ANS e buscaria proteger os direitos dos beneficiários e dos prestadores de serviços, buscando uma intervenção mais contundente dos órgãos reguladores para a resolução da crise que se arrasta. A mobilização dos hospitais representa uma resposta coletiva à deterioração das condições contratuais e à alegada falta de cumprimento de pagamentos por parte da operadora, segundo relatos de associados, o que tem comprometido a sustentabilidade e a qualidade dos serviços oferecidos. A Ação Civil Pública visa, em última instância, restaurar o equilíbrio nas relações e garantir a segurança do atendimento.

A cronologia e os impactos da crise da Unimed Ferj

A crise que culminou na decisão de descredenciamento dos hospitais tem raízes profundas, com seus primeiros sinais surgindo no ano anterior. Desde então, a Unimed Ferj tem sido alvo de crescentes reclamações e intervenções regulatórias devido à suspensão de diversos serviços essenciais. A situação se tornou particularmente grave para pacientes em tratamento de doenças crônicas e de alta complexidade, como o câncer, que relataram dificuldades alarmantes. Houve relatos frequentes de falta de medicamentos oncológicos, atraso ou cancelamento de consultas e exames, e restrições no acesso à rede credenciada, comprometendo a continuidade de tratamentos vitais e a saúde dos beneficiários. A operadora tem enfrentado dificuldades financeiras e administrativas que impactaram diretamente a qualidade e a disponibilidade dos serviços, gerando um ambiente de profunda insegurança para seus usuários.

Intervenções judiciais e o cenário de incerteza para beneficiários

Diante da gravidade da situação, especialmente para os pacientes oncológicos, o sistema judiciário do Rio de Janeiro agiu. Em setembro de 2023, a Justiça determinou que a Unimed Ferj restabelecesse a cobertura integral a todos os pacientes em tratamento contra o câncer em um prazo de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 1 milhão. Essa decisão judicial, embora tenha oferecido um alívio temporário e uma proteção legal para os beneficiários mais vulneráveis, não resolveu a crise sistêmica. A intervenção demonstrou a urgência da situação e a necessidade de proteger o acesso a tratamentos que não podem ser interrompidos.

Apesar das ações do Poder Judiciário, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e de outros órgãos reguladores e de defesa do consumidor, o cenário para os beneficiários da Unimed Ferj permanece incerto. A ameaça de descredenciamento por parte de dezenas de hospitais agrava ainda mais a situação, levantando preocupações sobre a sustentabilidade do atendimento e a capacidade da operadora de cumprir com suas obrigações contratuais e legais. A descontinuidade de serviços em uma rede tão vasta pode levar a uma sobrecarga em outras unidades e dificultar o acesso à saúde para milhares de pessoas no estado, exigindo uma solução rápida e eficaz por parte das entidades envolvidas e dos órgãos de fiscalização.

Perspectivas e o futuro dos atendimentos

A decisão de descredenciamento por parte de cerca de 40 hospitais e clínicas representa um ponto crítico na longa crise da Unimed Ferj, sinalizando um possível colapso na rede de atendimento para os beneficiários. A formalização desta medida perante os órgãos reguladores, como o Ministério Público e a ANS, será crucial para determinar os próximos passos e o prazo exato para a eventual suspensão dos serviços. A discussão sobre uma Ação Civil Pública por parte da Aherj também demonstra a gravidade da situação e a busca por soluções mais amplas e definitivas que garantam a proteção dos direitos dos consumidores e a sustentabilidade dos serviços de saúde. A expectativa é que as autoridades atuem rapidamente para mediar o conflito e garantir a continuidade do acesso à saúde para os milhares de pacientes impactados, embora o cenário atual exija cautela e preparação por parte dos beneficiários para as possíveis interrupções.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. O que significa o descredenciamento dos hospitais para os beneficiários da Unimed Ferj?
O descredenciamento significa que os hospitais e clínicas envolvidos deixarão de aceitar o plano de saúde da Unimed Ferj, o que pode resultar na suspensão dos atendimentos e procedimentos para os beneficiários nessas unidades.

2. Quando a suspensão dos atendimentos pode começar?
A Aherj indicou um prazo de até 30 dias após a notificação oficial para que a suspensão dos atendimentos comece. No entanto, esse prazo pode ser ajustado após a intervenção de órgãos como o MPRJ e a ANS, que podem buscar soluções para mitigar o impacto.

3. O que os beneficiários da Unimed Ferj devem fazer diante dessa situação?
Os beneficiários devem procurar informações atualizadas junto à Unimed Ferj sobre a rede credenciada alternativa e, se possível, entrar em contato com os órgãos de defesa do consumidor, como a ANS e o Procon, para buscar orientação e registrar suas preocupações. Manter a documentação de tratamentos em andamento é fundamental.

4. Por que essa decisão foi tomada pelos hospitais?
A decisão é uma resposta à crise prolongada da Unimed Ferj, que inclui relatos de problemas com pagamentos aos prestadores de serviço e a suspensão de diversos atendimentos, culminando na deterioração das condições de contrato e na insatisfação generalizada da rede credenciada.

Mantenha-se informado sobre este e outros desenvolvimentos cruciais no setor de saúde fluminense acompanhando as atualizações diárias.

Fonte: https://temporealrj.com

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