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Protesto em São Paulo clama por soltura de Maduro e soberania da
Brasil

Protesto em São Paulo clama por soltura de Maduro e soberania da

Última Atualizacão 06/01/2026 06:35
PainelRJ
Publicado 06/01/2026
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© Paulo Pinto/Agência Brasil
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Uma manifestação significativa ocorreu na tarde desta segunda-feira (5) na capital paulista, em frente ao Consulado dos Estados Unidos, onde sindicatos e movimentos sociais uniram-se para expressar solidariedade à Venezuela. O ato centralizou-se na exigência pela libertação imediata de Nicolás Maduro e na defesa intransigente da autonomia da Venezuela, buscando a paz e o respeito à soberania do país vizinho. Os participantes condenaram o que consideraram ataques imperialistas e qualquer forma de ingerência externa que possa desestabilizar social e economicamente a nação. A mobilização em São Paulo reflete uma preocupação mais ampla com a autodeterminação dos povos e a estabilidade geopolítica na América do Sul, em meio a uma crise que ganhou contornos internacionais.

Mobilização em São Paulo: Gritos por Autodeterminação

A voz dos movimentos sociais e estudantis

A manifestação em São Paulo reuniu uma diversidade de vozes que ecoaram a defesa da soberania venezuelana. A estudante de Gestão de Políticas Públicas da USP, Bianca Mondeja, integrante da direção da União Nacional dos Estudantes (UNE), ressaltou a importância da ação: “A gente veio para esse ato hoje não só para demonstrar nossa solidariedade ao povo venezuelano, mas para conseguir colocar a posição dos estudantes da classe trabalhadora em relação aos ataques imperialistas, em especial dos Estados Unidos.” Mondeja enfatizou que a UNE considera a capacidade de autodeterminação de um povo como “inegociável”, posicionando-se contra qualquer forma de dominação.

A professora Luana Bife, filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), corroborou essa perspectiva, descrevendo a ação dos Estados Unidos contra a Venezuela como “uma ingerência que desestabiliza social e economicamente um país”. Bife expressou preocupação com as declarações de lideranças internacionais: “Um dia depois da invasão na Venezuela, Trump já reafirma a possibilidade de avançar militarmente contra outros países. A nossa posição central é pela autodeterminação dos povos”, reafirmou.

Gilmar Mauro, membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), destacou a urgência da soltura de Maduro. “Estamos aqui solidários ao povo venezuelano em defesa da soberania e exigindo a soltura imediata do presidente Maduro. Porque na verdade é o continente, são as democracias no mundo que estão ameaçadas”, afirmou Mauro, apontando para as declarações diretas de líderes internacionais sobre o tema. Ele mencionou a presença de cerca de 60 membros do MST na Venezuela, que, segundo ele, observam um processo de retomada das mobilizações populares e um sentimento patriota que aflora, inclusive entre setores da direita venezuelana e dentro dos próprios Estados Unidos.

Crise política e a ação dos Estados Unidos

O “sequestro” de Maduro e as repercussões globais

A crise venezuelana atingiu um novo patamar com a alegação de um “ataque de grande escala” lançado pelos Estados Unidos no sábado (3), que resultou no “sequestro” de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Horas depois, em coletiva de imprensa, o então presidente Donald Trump anunciou que os Estados Unidos governariam o país até a conclusão de uma transição de poder.

Nicolás Maduro, em audiência de custódia no Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, em Nova York, refutou as acusações de envolvimento com narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e uso de armamento pesado. Ele declarou sua inocência, qualificando-se como um “prisioneiro de guerra” e um “homem decente”, contestando a legitimidade das ações contra ele.

A comunidade internacional reagiu prontamente aos acontecimentos. O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se para discutir a ação militar dos Estados Unidos. Representantes da China e da Rússia condenaram veementemente o ataque e pediram a libertação imediata de Maduro e sua esposa. Em contrapartida, os Estados Unidos negaram estar em guerra ou ocupar a Venezuela. O representante dos EUA na ONU, embaixador Michael Waltz, afirmou que a ação em território venezuelano teve caráter jurídico e não militar, buscando justificar as operações. Durante a reunião de emergência, o embaixador brasileiro Sérgio França Danese expressou profunda preocupação, alertando que a paz na América do Sul estaria em risco diante dos recentes desdobramentos.

A resposta interna venezuelana e o futuro da liderança

Delcy Rodríguez assume presidência interina em meio à crise

Em resposta à crise e ao afastamento de Nicolás Maduro, Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina da Venezuela nesta segunda-feira (5). Ela se tornou a primeira mulher na história do país a liderar o Poder Executivo, marcando um momento significativo na política venezuelana. Anteriormente vice-presidente, Rodríguez agiu rapidamente, exigindo a “libertação imediata” de Nicolás Maduro, a quem classificou como “o único presidente da Venezuela”, e condenou veementemente a operação militar dos Estados Unidos.

A transição de poder foi formalizada pelo Supremo Tribunal venezuelano, que indicou Delcy Rodríguez como chefe de Estado por um mandato renovável de 90 dias. Tanto o Exército quanto a Assembleia Nacional, as principais instituições de poder do país, reconheceram Delcy Rodríguez como presidente em substituição a Nicolás Maduro, buscando conferir legitimidade à sua liderança em um período de intensa instabilidade política e internacional. Sua ascensão sinaliza uma tentativa de manter a ordem institucional e a continuidade do governo diante dos desafios impostos pela crise.

Conclusão

A manifestação em São Paulo, clamando pela libertação de Nicolás Maduro e pela soberania da Venezuela, é um reflexo das complexas tensões geopolíticas que cercam o país. As vozes de estudantes, trabalhadores e movimentos sociais no Brasil reiteram a defesa da autodeterminação dos povos e condenam intervenções externas. Enquanto a crise se desenrola com acusações de “sequestro”, defesas de “prisioneiro de guerra” e condenações internacionais, a ascensão de Delcy Rodríguez à presidência interina tenta estabelecer uma continuidade no governo venezuelano. O cenário continua incerto, com a comunidade internacional dividida e o futuro da estabilidade regional em questão, demandando uma observação atenta dos próximos capítulos dessa intrincada disputa.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem é Nicolás Maduro e por que sua soltura foi exigida?
Nicolás Maduro é o presidente da Venezuela, cujo afastamento e “sequestro” foram alegados após uma ação atribuída aos Estados Unidos. Manifestantes exigem sua soltura por considerá-lo o presidente legítimo e veem sua detenção como um ataque à soberania venezuelana.

Qual foi o papel dos Estados Unidos na crise venezuelana recente?
Os Estados Unidos são acusados de ter lançado um “ataque de grande escala” que levou ao “sequestro” de Maduro. O então presidente Donald Trump chegou a anunciar que os EUA governariam a Venezuela até uma transição de poder. Os EUA, no entanto, negam ser uma ação militar, classificando-a como de caráter jurídico.

Como a comunidade internacional reagiu aos acontecimentos na Venezuela?
O Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir a situação. China e Rússia condenaram a ação e pediram a libertação de Maduro. O Brasil, através de seu embaixador, expressou preocupação com a paz na América do Sul. Os EUA, por sua vez, negaram a ocupação militar.

Quem é Delcy Rodríguez e qual sua importância no cenário atual?
Delcy Rodríguez, anteriormente vice-presidente, assumiu a presidência interina da Venezuela após o afastamento de Maduro. Ela é a primeira mulher a liderar o Executivo no país e foi reconhecida por instituições venezuelanas como a chefe de Estado interina, defendendo a libertação de Maduro.

Mantenha-se informado sobre os desdobramentos da política internacional e a geopolítica sul-americana, acompanhando fontes confiáveis para entender o impacto dessas crises na região e no mundo.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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