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Pouso forçado de Helicóptero no mar de Cabo Frio; oito resgatados pela
Rio de Janeiro

Pouso forçado de Helicóptero no mar de Cabo Frio; oito resgatados pela

Última Atualizacão 03/01/2026 14:32
PainelRJ
Publicado 03/01/2026
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Helicóptero de táxi aéreo fez pouso forçado no mar de Cabo Frio nesta sexta-feira (2) - Foto:...
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Na manhã de uma sexta-feira recente, um incidente aéreo mobilizou equipes de resgate na costa do Rio de Janeiro, quando um helicóptero de táxi aéreo foi forçado a realizar um pouso no mar a cerca de 40 milhas náuticas ao sul de Cabo Frio, na Região dos Lagos. A bordo da aeronave, modelo Airbus H160, estavam oito pessoas: seis passageiros, além do piloto e do copiloto. Felizmente, todos os ocupantes foram prontamente resgatados por uma operação eficiente da Marinha do Brasil, não havendo registro de feridos. O episódio destaca a importância dos protocolos de segurança e da capacidade de resposta em operações marítimas e aéreas. A aeronave estava a caminho de uma plataforma de extração de petróleo, em uma rota rotineira para o setor offshore.

O incidente e a pronta resposta de resgate

O incidente com o helicóptero, de matrícula PR-OFB, ocorreu cerca de 20 minutos após sua decolagem do Aeroporto de Cabo Frio, por volta das 10h40 da manhã. O destino era uma plataforma de extração de petróleo, cuja localização e nome não foram divulgados. Embora a causa exata do pouso forçado ainda esteja sob investigação, a rápida ativação dos procedimentos de emergência e a eficiente coordenação do resgate foram cruciais para garantir a segurança de todos a bordo. A trajetória do voo, que partiu de Cabo Frio e seguiu para o alto-mar antes do imprevisto, foi monitorada, evidenciando a natureza súbita do ocorrido.

A mobilização da Marinha do Brasil

Ao tomar conhecimento do acidente, a Marinha do Brasil, por intermédio do Comando do 1º Distrito Naval (Com1ºDN), ativou de imediato a Operação de Busca e Salvamento (SAR – Search and Rescue). A resposta rápida e coordenada é um pilar fundamental para a segurança marítima e aérea no país. Para a missão de resgate, foram acionados recursos essenciais: uma aeronave de serviço da Esquadra, o helicóptero UH-15, e um Navio-Patrulha Oceânico APA. A aeronave UH-15 desempenhou um papel decisivo, localizando e resgatando com sucesso as oito pessoas que estavam na aeronave sinistrada, que se encontrava no mar. A operação transcorreu sem maiores intercorrências, com todos os ocupantes sendo retirados em segurança e sem qualquer registro de feridos, um testemunho da eficácia do treinamento e dos equipamentos envolvidos.

Contexto da aviação offshore e segurança

A aviação de táxi aéreo, especialmente a que serve o setor de petróleo e gás, opera sob rigorosos padrões de segurança devido à natureza de suas missões, que frequentemente envolvem voos sobre o oceano para locais remotos como plataformas. O helicóptero Airbus H160, modelo da aeronave envolvida, é um equipamento moderno, projetado para oferecer alta performance e segurança. Com capacidade para transportar até 12 passageiros, além de uma autonomia de voo de 4 horas e 30 minutos com tanques de combustível padrão, esses helicópteros são a espinha dorsal do transporte de pessoal e cargas para as operações offshore. A empresa Omni Táxi Aéreo, à qual a aeronave pertence, é uma operadora com experiência no segmento, o que ressalta a importância da manutenção preventiva e dos protocolos de segurança em todas as etapas da operação.

Os protocolos de segurança e investigação

Incidentes como o ocorrido com o helicóptero na costa de Cabo Frio reforçam a importância dos contínuos investimentos em tecnologia, treinamento de tripulação e manutenção rigorosa. As equipes de voo offshore passam por extensos treinamentos de sobrevivência em ambiente aquático e procedimentos de emergência, incluindo o “ditching” (pouso forçado na água), para garantir a máxima segurança dos passageiros. Após um evento dessa natureza, é padrão que órgãos competentes, como o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), em coordenação com a Marinha do Brasil, iniciem uma investigação aprofundada para determinar as causas do pouso forçado. O objetivo principal é identificar quaisquer falhas ou fatores contribuintes para evitar ocorrências semelhantes no futuro, aprimorando continuamente os padrões de segurança da aviação. A transparência na divulgação dos resultados dessas investigações é fundamental para a credibilidade do setor e a segurança dos voos.

O impacto e as lições aprendidas

Apesar do susto e da gravidade de um pouso forçado no mar, o desfecho positivo deste incidente em Cabo Frio – com todos os oito ocupantes resgatados sem ferimentos – sublinha a eficácia dos sistemas de segurança, dos treinamentos de emergência e da capacidade de resposta das forças de salvamento brasileiras. O episódio serve como um lembrete vívido dos desafios inerentes às operações de aviação offshore e da crucial importância de manter uma vigilância constante e padrões de segurança elevados. A coordenação entre as empresas de táxi aéreo e as autoridades, como a Marinha, é vital para assegurar que, em momentos críticos, a resposta seja tão rápida e eficaz quanto demonstrado neste caso. A investigação subsequente fornecerá insights valiosos para o aprimoramento contínuo das práticas operacionais e dos dispositivos de segurança, garantindo que o transporte aéreo para as plataformas de petróleo continue sendo realizado com a maior segurança possível.

FAQ

O que é um pouso forçado no mar (ditching)?
Um pouso forçado no mar, ou ditching, é o procedimento de emergência pelo qual uma aeronave é deliberadamente pousada na superfície da água devido a uma falha mecânica, climática ou outra emergência que impossibilite o voo contínuo até um aeroporto.

Quais órgãos são responsáveis pela investigação de acidentes aéreos no Brasil?
No Brasil, a investigação de acidentes e incidentes aeronáuticos é conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão ligado à Força Aérea Brasileira (FAB). Em acidentes marítimos, a Marinha do Brasil também pode participar da investigação, especialmente no que tange à segurança da navegação e resgate.

Como a Marinha do Brasil atua em operações de Busca e Salvamento (SAR)?
A Marinha do Brasil possui uma estrutura robusta para operações SAR, ativada por meio de seus Distritos Navais. Ela emprega navios-patrulha, helicópteros e equipes especializadas para localizar e resgatar pessoas em perigo no mar ou em áreas de difícil acesso costeiras, atuando 24 horas por dia, 7 dias por semana.

Para mais informações sobre as operações de segurança marítima e os protocolos de aviação offshore, continue explorando nosso conteúdo.

Fonte: https://temporealrj.com

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