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Paes entrega chaves da cidade pela última vez e aponta sucessor
Rio de Janeiro

Paes entrega chaves da cidade pela última vez e aponta sucessor

Última Atualizacão 13/02/2026 14:30
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Publicado 13/02/2026
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A cerimônia foi realizada no Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul do Rio - Foto: Reprodu...
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A cidade do Rio de Janeiro mergulhou oficialmente na folia com a tradicional entrega das chaves ao Rei Momo. Na sexta-feira (13), o prefeito Eduardo Paes (PSD) conduziu a cerimônia pela última vez em seu atual mandato, marcando o início do vibrante carnaval carioca. Em um evento carregado de simbolismo e bom humor, realizado no histórico Palácio da Cidade, em Botafogo, Paes não apenas formalizou a abertura da festa mais aguardada do país, mas também aproveitou a ocasião para sinalizar o futuro político da capital. Ele confirmou que esta seria sua décima quarta e derradeira entrega das chaves, um recorde pessoal, e indicou publicamente seu vice, Eduardo Cavaliere (PSD), como o provável sucessor no comando da prefeitura para a próxima edição da festividade. Este gesto reforça a transição planejada e a continuidade administrativa.

Uma despedida com tom de sucessão

O marco das 14 entregas e a sinalização para Cavaliere
Eduardo Paes, figura central na política carioca, protagonizou na última sexta-feira, dia 13 de janeiro, um momento histórico e, para ele, derradeiro. Ao entregar as chaves da cidade ao Rei Momo Danilo Vieira, o prefeito não apenas inaugurou oficialmente o carnaval do Rio de Janeiro, mas também selou sua décima quarta participação na cerimônia — um feito sem precedentes na história da prefeitura carioca. Com um sorriso e um tom de quem se despede, Paes compartilhou com os presentes: “Sou o único na história a ter entregue essa chave 14 vezes. Andam dizendo por aqui que, no ano que vem, será o Cavaliere. Infelizmente, esta será minha última vez”. A declaração, permeada por um humor característico, carrega um peso político significativo. Ela não apenas confirmou a “saideira” de Paes no cargo executivo municipal, mas também validou publicamente o vice-prefeito, Eduardo Cavaliere (PSD), como seu provável sucessor.

A antecipação da coroa para Cavaliere não é casual. Paes tem planos de renunciar à chefia do executivo municipal em 20 de março, com o objetivo de se dedicar integralmente à pré-campanha para o governo do estado. Esse movimento estratégico visa consolidar sua base eleitoral e pavimentar o caminho para a corrida eleitoral. A cerimônia de entrega das chaves, portanto, transformou-se em um palco para essa transição, com Paes utilizando a visibilidade do evento para endossar seu aliado político. A sucessão de Eduardo Cavaliere ao posto de prefeito interino, e a indicação para a futura eleição, mostra uma estratégia bem definida dentro do Partido Social Democrático (PSD), buscando garantir a continuidade administrativa e partidária na gestão da capital fluminense. O gesto simboliza não apenas uma troca de poder, mas a manutenção de uma linha política que Paes busca assegurar para o futuro da cidade, projetando a imagem de um sucessor alinhado com suas diretrizes.

O reinado do Momo e a descompressão da gestão

A transferência simbólica de responsabilidades para a corte real
Em um dos momentos mais descontraídos da cerimônia, que ocorreu no suntuoso Palácio da Cidade, em Botafogo, o prefeito Eduardo Paes fez questão de sublinhar a mudança no comando da cidade — ainda que temporária e simbólica — para o período carnavalesco. Diante da Corte Real do carnaval, composta pelo Rei Momo Danilo Vieira, a Rainha e as Princesas, Paes declarou com bom humor: “Anuncio oficialmente que, a partir do momento em que eu entregar a chave ao Rei Momo, não me procurem mais. Nada tenho a ver com as questões da administração da cidade.” A fala arrancou risadas dos presentes e reforçou a tradição de que, durante o carnaval, a cidade se rende à alegria e ao espírito da festa, com o Rei Momo assumindo as rédeas da folia.

A brincadeira foi além, com o prefeito direcionando de forma pitoresca as demandas administrativas futuras: “Se vocês virem uma árvore para podar, um buraco para tapar ou um lixo para limpar, falem com Sua Alteza Real, o Rei Momo, e com a Rainha Momo. E quem quiser fazer lobby, fale com as princesas.” Essa alusão não apenas aliviou a atmosfera formal, mas também serviu como uma metáfora para a “pausa” na rotina burocrática da prefeitura, permitindo que a cidade e seus gestores respirem o ar do carnaval. É um convite à descompressão, reconhecendo o papel do Rei Momo como o monarca da alegria e da irreverência, a quem o poder é, por um breve e festivo período, confiado. A entrega das chaves, mais que um ato formal, é uma celebração da cultura e da capacidade carioca de mesclar seriedade política com a leveza e a grandiosidade de sua maior festa, evidenciando o quão intrínseco o carnaval é à identidade da cidade.

Presenças notáveis e a celebração da cultura

Atores políticos e a essência do carnaval carioca
A cerimônia de entrega das chaves da cidade, que marca anualmente o início oficial do carnaval carioca, contou com uma plateia diversificada e representativa do cenário político e cultural do Rio de Janeiro e do Brasil. A presença da cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT) foi um dos destaques, evidenciando a transversalidade do evento e a importância do carnaval como um elemento de união e visibilidade política. Entre os nomes presentes estavam Edinho Silva, presidente nacional do PT, e Marcelo Freixo, presidente da Embratur, que já foi figura política de destaque na capital carioca. A participação de tais personalidades sublinha o prestígio da festividade e a maneira como ela atrai líderes de diferentes esferas e ideologias, transcendendo as divisões partidárias em nome da cultura.

Além deles, a solenidade foi prestigiada por importantes membros da administração municipal e legislativa. Lucas Padilha, secretário municipal de Cultura, esteve presente, reforçando o apoio e a valorização do evento pela pasta, que tem papel fundamental na organização do calendário festivo. Também compareceram Renan Ferreirinha (PSD), secretário de Educação, e Tatiana Roque (PSB), secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação, indicando o envolvimento de diversas secretarias na organização e apoio ao carnaval, desde a infraestrutura até a programação cultural. A presença de Carlo Caiado (PSD), presidente da Câmara Municipal, demonstrou o alinhamento entre os poderes executivo e legislativo em torno da celebração, garantindo o suporte institucional necessário para a grandiosidade da festa. Paes finalizou sua participação com entusiasmo, declarando: “Portanto, neste momento, com muita honra — e, infelizmente, pelo jeito, pela última vez —, passo as chaves da cidade do Rio para declarar aberto o Carnaval Carioca a Sua Alteza, o Rei Momo. Viva o Rio de Janeiro! Viva o carnaval carioca!”. O brado final ressoou como um eco do sentimento de alegria e orgulho que o carnaval desperta nos cariocas e em seus visitantes, reforçando o papel da festa como um dos maiores patrimônios culturais da cidade e um motor econômico e social vital.

Conclusão
A emblemática entrega das chaves da cidade ao Rei Momo, protagonizada por Eduardo Paes, transcendeu a mera formalidade de abertura do carnaval carioca. O evento consolidou-se como um palco de despedidas e anúncios futuros, marcando a última participação de Paes na cerimônia como prefeito e confirmando a indicação de seu vice, Eduardo Cavaliere, para a continuidade administrativa. Com a habitual leveza e irreverência, Paes simbolicamente transferiu as responsabilidades da cidade ao monarca da folia, desobrigando-se das questões burocráticas durante os dias de festa. A presença de uma vasta gama de autoridades políticas, de diversas esferas e partidos, ressaltou a importância cultural e social do carnaval, que anualmente une a cidade em celebração. Mais do que um ato administrativo, a cerimônia reitera o poder transformador do carnaval, que anualmente reafirma a identidade vibrante do Rio de Janeiro, prometendo dias de pura euforia e a continuidade de um legado tanto cultural quanto político.

Perguntas frequentes sobre a cerimônia

Quem entregou as chaves da cidade ao Rei Momo?
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), foi o responsável por entregar as chaves da cidade ao Rei Momo Danilo Vieira, marcando a abertura oficial do carnaval carioca. Esta foi sua décima quarta e última vez à frente da cerimônia como prefeito.

Por que esta foi a última vez de Eduardo Paes entregando as chaves como prefeito?
Eduardo Paes anunciou que esta seria sua última entrega das chaves como prefeito, pois ele planeja renunciar ao cargo em 20 de março para iniciar sua pré-campanha ao governo do estado. Ele também indicou seu vice, Eduardo Cavaliere (PSD), como seu provável sucessor.

Qual o significado da fala de Paes sobre não ser mais procurado?
Em tom bem-humorado, Paes afirmou que, após entregar as chaves ao Rei Momo, todas as demandas administrativas da cidade deveriam ser direcionadas ao monarca da folia e sua corte. Essa declaração simboliza a transferência temporária e festiva da “administração” para o Rei Momo durante o período do carnaval, representando uma descompressão da gestão e a celebração do espírito irreverente da festa.

Quem mais esteve presente na cerimônia?
A cerimônia contou com a presença da Corte Real do carnaval, incluindo o Rei Momo, a Rainha e as Princesas. Além disso, diversas autoridades políticas marcaram presença, como Edinho Silva (presidente nacional do PT), Marcelo Freixo (presidente da Embratur), Lucas Padilha (secretário municipal de Cultura), Renan Ferreirinha (secretário de Educação), Tatiana Roque (secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação) e Carlo Caiado (presidente da Câmara Municipal).

Para não perder nenhum detalhe sobre as últimas notícias do Rio de Janeiro e do carnaval mais famoso do mundo, acompanhe nossas atualizações e mergulhe na folia!

Fonte: https://temporealrj.com

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