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O que movimenta a Bolsa, o Dólar e os Juros nesta sexta
Finanças

O que movimenta a Bolsa, o Dólar e os Juros nesta sexta

Última Atualizacão 20/02/2026 08:02
PainelRJ
Publicado 20/02/2026
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Felipe Alves
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O mercado financeiro brasileiro encerrou a quinta-feira com o Ibovespa em alta significativa, desafiando a cautela observada nos mercados internacionais. A recuperação da bolsa local contrasta com o ambiente defensivo em Wall Street, onde a preocupação com potenciais conflitos geopolíticos e a expectativa por dados econômicos cruciais nos Estados Unidos impulsionaram uma performance negativa. Enquanto o principal índice brasileiro registrava ganhos, o dólar comercial fechava em baixa frente ao real, embora o cenário global indicasse fortalecimento da moeda americana. Os juros futuros, por sua vez, registraram elevações em toda a curva, refletindo as incertezas internas e externas que continuam a pautar as decisões de investimento neste cenário dinâmico.

Cenário internacional: Geopolítica e dados dos EUA

Wall Street reage à incerteza
Os principais índices de Nova York encerraram a quinta-feira em terreno negativo, refletindo um sentimento de cautela entre os investidores de Wall Street. O Dow Jones registrou uma queda de 0,54%, fechando aos 49.395,16 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,28%, para 6.861,89 pontos, e o Nasdaq teve uma baixa de 0,31%, atingindo 22.682,73 pontos. Essa postura defensiva foi largamente impulsionada pela crescente apreensão com a possibilidade de um novo envolvimento dos Estados Unidos em um conflito militar, desta vez com o Irã, elevando as tensões geopolíticas globais.

Além das preocupações com a estabilidade internacional, o foco dos investidores também se mantém nos indicadores econômicos. A divulgação iminente do Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE), prevista para esta sexta-feira, é aguardada com grande expectativa. Este dado é crucial para o Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, pois fornece insights importantes sobre a inflação e pode influenciar diretamente a trajetória da política monetária do país. Em meio a esse ambiente de incerteza, o setor de tecnologia, que possui grande peso nas bolsas americanas, continua a ser observado de perto em relação às avaliações de suas principais empresas. Especialistas do mercado sugerem que, mesmo após as recentes quedas, uma recuperação para as ações de megacapitalização não seria surpreendente nas próximas semanas, considerando que as vendas foram amplas e indiscriminadas, e as avaliações já podem refletir um grau substancial de risco.

A expectativa pelo PCE
O Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE) é a medida de inflação preferida do Federal Reserve e, portanto, seu anúncio tem o poder de movimentar significativamente os mercados globais. Investidores e analistas estarão atentos a qualquer sinal que possa indicar um arrefecimento ou aceleração da inflação, pois isso pode afetar as expectativas sobre os próximos passos do Fed em relação às taxas de juros. Se o PCE vier acima do esperado, pode reacender o temor de que o Fed precise manter uma política monetária mais restritiva por mais tempo, impactando negativamente o apetite por risco e a valorização de ativos. Por outro lado, um dado mais brando poderia sinalizar um caminho mais suave para a política monetária, potencialmente impulsionando os mercados de ações. A vigilância sobre esses dados é constante, pois a decisão do Fed tem ramificações para economias ao redor do mundo, incluindo o Brasil.

O desempenho dos ativos no Brasil

Ibovespa supera instabilidade
Em contraste com o pessimismo internacional, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou uma forte alta de 1,35% na quinta-feira, encerrando o pregão aos 188.534,42 pontos. Durante o dia, o índice oscilou entre a máxima de 188.687,12 pontos e a mínima de 185.927,99 pontos, fechando 2.518,11 pontos acima de sua abertura. O volume financeiro negociado foi robusto, atingindo R$ 29,10 bilhões, indicando um interesse significativo por parte dos investidores.

A recuperação do Ibovespa reforça uma trajetória positiva no curto e médio prazo. Na semana, que teve dias de carnaval e, portanto, pregões mais curtos, o índice acumula alta de 1,11%. No mês de fevereiro, o avanço é ainda mais notável, com um ganho de 3,95%. Já no acumulado do primeiro trimestre de 2026 e do ano de 2026, a valorização é de expressivos 17,01%. Esse desempenho sugere uma resiliência do mercado brasileiro, possivelmente impulsionada por fatores internos ou pela percepção de que a desvalorização anterior já precificava muitos dos riscos.

Dólar e juros futuros: Movimentos divergentes
O dólar comercial, após uma alta na véspera, voltou a registrar queda de 0,25% em relação ao real na quinta-feira, fechando a R$ 5,227 na venda e R$ 5,227 na compra. Durante o pregão, a moeda americana atingiu a mínima de R$ 5,215 e a máxima de R$ 5,253. Esse movimento de desvalorização do dólar no mercado doméstico ocorreu em direção contrária ao cenário internacional, onde o Índice DXY, que compara o dólar com uma cesta das principais moedas globais, registrou alta de 0,21%, alcançando 97,91 pontos. A descorrelação pode indicar uma melhora momentânea na percepção de risco Brasil ou um fluxo de capital estrangeiro pontual para o país.

Já os juros futuros, representados pelos contratos de Depósitos Interfinanceiros (DIs), terminaram o dia com altas ao longo de toda a curva. As taxas de DI com vencimento em janeiro de 2027 registraram leve queda de 0,020 ponto percentual, fechando a 13,295%. No entanto, os vencimentos mais longos apresentaram elevações mais expressivas: DI para janeiro de 2035 subiu 0,050 ponto percentual, para 13,435%. As altas dos juros futuros refletem a preocupação dos investidores com a inflação futura e com a trajetória da política fiscal do país, além de incorporar os riscos do cenário internacional.

Destaques da bolsa: Altas, baixas e mais negociadas
A quinta-feira movimentou o mercado acionário com papéis apresentando desempenhos diversos. Entre as maiores baixas do dia no Ibovespa, destacaram-se: PCAR3, com queda de 9,82% (R$ 3,03); RAIZ4, recuando 7,46% (R$ 0,62); WEGE3, com baixa de 3,78% (R$ 51,37); ASAI3, caindo 1,87% (R$ 9,46); e USIM5, com desvalorização de 1,58% (R$ 6,22).

No campo positivo, as maiores altas foram lideradas por: AXIA6, valorizando 6,94% (R$ 66,54); HAPV3, subindo 6,62% (R$ 10,79); AXIA3, com alta de 4,44% (R$ 61,18); RDOR3, avançando 4,23% (R$ 44,64); e BRAV3, com ganho de 3,31% (R$ 18,74).

Quanto às ações mais negociadas do dia, os holofotes ficaram para os papéis de grandes empresas. PETR4 registrou 66.723 negócios, com alta de 1,67%. BBAS3 teve 57.444 negócios e valorização de 2,48%. BBDC4 movimentou 55.408 negócios, com alta de 2,01%. VALE3 registrou 50.655 negócios, subindo 0,20%. Fechando o top 5, AXIA3 teve 48.389 negócios, com alta de 4,44%. Esses volumes refletem a liquidez e o interesse contínuo dos investidores nesses ativos.

Perspectivas para o mercado financeiro
A sexta-feira se apresenta como um dia crucial para os mercados, com a atenção global voltada para a divulgação do Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE) nos Estados Unidos. Este dado, como visto, tem o potencial de redefinir as expectativas sobre a política monetária do Federal Reserve e, consequentemente, influenciar os fluxos de capital e o apetite por risco em escala global. No Brasil, o desempenho robusto do Ibovespa na quinta-feira pode sinalizar um otimismo interno, mas a pressão sobre os juros futuros e a volatilidade do dólar indicam que os investidores permanecem cautelosos diante das incertezas fiscais e do cenário externo. Acompanhar os desdobramentos geopolíticos e as falas de autoridades monetárias será fundamental para entender a direção dos mercados nas próximas sessões.

Perguntas frequentes

O que impactou as bolsas americanas na quinta-feira?
As bolsas americanas foram impactadas pela preocupação com um possível conflito envolvendo os Estados Unidos e o Irã, além da expectativa pela divulgação do Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE), que pode influenciar a política monetária do Federal Reserve.

Qual foi o desempenho do Ibovespa na quinta-feira?
O Ibovespa fechou a quinta-feira com alta de 1,35%, atingindo 188.534,42 pontos. O índice demonstrou resiliência, acumulando ganhos na semana, no mês e no ano.

O que é o índice PCE e por que ele é importante?
O Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE) é a medida de inflação preferida do Federal Reserve. Ele é importante porque suas variações influenciam diretamente as decisões do banco central americano sobre as taxas de juros, impactando os mercados financeiros globais.

Para mais análises e atualizações diárias sobre o mercado, siga acompanhando nossos relatórios especializados.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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