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O gol é Uma obra-prima? a visão de Dadá Maravilha
Esportes

O gol é Uma obra-prima? a visão de Dadá Maravilha

Última Atualizacão 21/12/2025 18:03
Painel RJ
Publicado 21/12/2025
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Gil Passarelli - 7.set.88/Folhapress
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No universo do futebol, poucos momentos são tão eufóricos e decisivos quanto o gol. Ele é o ápice da jogada, o clímax de uma partida, e o objetivo final de cada equipe. Contudo, a natureza dos gols é tão variada quanto o próprio esporte. Existem os gols ordinários, que cumprem seu papel funcional; os incomuns, que desafiam a lógica e a gravidade; os de pênalti, frios e calculados; e os de falta, fruto de técnica apurada ou pura sorte. Essa diversidade suscita um debate antigo: existe gol feio? Para Dadá Maravilha, o lendário artilheiro e tricampeão mundial, a resposta é categórica: “feio é não fazer gol”. Essa máxima resume uma filosofia pragmática que valoriza a eficácia acima da estética, um pilar fundamental para entender a verdadeira essência da rede balançada.

A pluralidade dos gols no futebol brasileiro

O futebol, especialmente no Brasil, é um palco onde a criatividade e a paixão se encontram em cada lance, culminando na arte de balançar as redes. A forma como um gol é marcado pode definir a narrativa de um jogo, a carreira de um atleta ou até mesmo a memória de uma geração de torcedores. Desde os primórdios do esporte, a busca pelo tento foi o cerne da competição, mas a maneira de alcançá-lo evoluiu, gerando uma gama impressionante de tipos de gols que encantam ou intrigam.

Das penalidades às acrobacias: um espetáculo diverso

Entre os diversos tipos de gols, cada um carrega sua própria história e significado. O gol de pênalti, por exemplo, é um teste de nervos, uma batalha mental entre batedor e goleiro, onde a precisão e a frieza são cruciais. Já o gol de falta, uma verdadeira obra de arte para muitos, demonstra a habilidade do jogador em curvar a bola, conferir-lhe potência e direcioná-la com maestria, superando a barreira e o arqueiro adversário. Além destes, há os gols de cabeça, que exigem timing e posicionamento, e os de voleio, que capturam a beleza da força e da técnica em movimento. E não podemos esquecer dos gols “sem querer”, desvios fortuitos ou chutes despretensiosos que acabam no fundo da rede, provocando risos e, ainda assim, sendo igualmente válidos. Cada um deles, seja por sua plasticidade ou por sua simplicidade, contribui para a riqueza e a imprevisibilidade que tornam o futebol tão apaixonante.

Dadá Maravilha: o pragmatismo da rede balançada

Em meio a essa tapeçaria de gols e emoções, a figura de Dario José dos Santos, mais conhecido como Dadá Maravilha, emerge como um símbolo do artilheiro nato. Com uma carreira prolífica em diversos clubes, como Atlético-MG e Sport, e um invejável tricampeonato mundial com a seleção brasileira em 1970, Dadá consolidou-se como um dos maiores goleadores da história do futebol nacional. Sua persona extrovertida, suas frases de efeito e, acima de tudo, sua obsessão em fazer gols, o tornaram um ícone que transcendeu as quatro linhas.

A filosofia de que “feio é não fazer gol”

A frase “feio é não fazer gol”, proferida por Dadá Maravilha, encapsula perfeitamente sua mentalidade e a de muitos outros atacantes. Para o artilheiro, a estética do lance é secundária; o que realmente importa é a bola cruzar a linha e balançar a rede. Essa perspectiva desmistifica a ideia de que um gol precisa ser bonito para ser valorizado. Um gol de “barriga”, um chute desajeitado ou um rebote empurrado para o fundo do gol têm o mesmo peso no placar final que um gol de bicicleta ou um chute de longa distância no ângulo. Dadá defendia que a função primordial do atacante é finalizar, não importa como. Sua carreira foi um testemunho dessa crença, com centenas de gols marcados de todas as formas possíveis, muitos deles descritos como “gols de Dadá” – gols de oportunismo, de astúcia, de posicionamento, mas sempre gols. Essa filosofia ressoa especialmente em momentos decisivos, onde a eficiência se sobrepõe à arte, e a vitória é o único resultado aceitável.

Beleza versus eficácia: o eterno debate no esporte

A dicotomia entre a busca pela beleza no jogo e a incessante perseguição da eficácia é um dos debates mais antigos e fervorosos no futebol. De um lado, há aqueles que defendem o “futebol arte”, com jogadas plasticamente perfeitas, dribles desconcertantes e gols dignos de galeria. Do outro, posicionam-se os pragmáticos, para quem o resultado final é soberano, e qualquer meio legítimo para alcançá-lo é válido. Esta discussão transcende o mero aspecto estético, permeando as estratégias de jogo, as filosofias de treinamento e a própria identidade de clubes e seleções.

A perspectiva de técnicos, jogadores e torcedores

A forma como essa dicotomia é percebida varia amplamente entre os principais atores do futebol. Para os treinadores, a eficácia geralmente prevalece. Um gol bonito que não contribui para a vitória tem menos valor do que um gol “feio” que assegura os três pontos ou um título. A pressão por resultados faz com que a maioria dos técnicos priorize a solidez defensiva e a objetividade no ataque, mesmo que isso signifique abrir mão de um espetáculo mais vistoso.

Já os jogadores, especialmente os atacantes, muitas vezes dividem-se. Embora a beleza de um gol possa render manchetes e prêmios individuais, a responsabilidade de marcar e contribuir para a equipe é primordial. Um artilheiro sabe que um gol decisivo, por mais simples que seja, pode ser o ponto alto de sua temporada. Contudo, a realização de um gol espetacular é uma recompensa pessoal e uma demonstração de talento que muitos almejam.

Para os torcedores, a questão é mais complexa e emocional. Eles são os maiores apreciadores da beleza, mas também os mais fervorosos defensores da vitória. Um gol de bicicleta ou um drible mágico fica na memória para sempre, gerando aplausos e admiração. No entanto, em um clássico ou uma final, um gol de “carrinho” na pequena área nos acréscimos pode provocar uma explosão de euforia ainda maior, pois representa a superação, a garra e a conquista do objetivo máximo. O debate, portanto, não tem uma resposta única, mas sim uma convivência harmoniosa onde ambos os elementos – a arte e o resultado – coexistem e se complementam para formar a rica tapeçaria do futebol.

O legado de um artilheiro e a essência do futebol

A sabedoria popular de Dadá Maravilha, de que “feio é não fazer gol”, transcende o tempo e continua a ressoar nos campos de futebol. Ela nos lembra que, em sua essência, o jogo é sobre balançar as redes, sobre superar o adversário e, no final das contas, sobre vencer. Se isso for feito com um lance de rara beleza ou com um toque fortuito, a emoção e o objetivo alcançado são os mesmos. A frase de Dadá não desmerece a beleza do gol, mas sim eleva a importância da objetividade, da persistência e da determinação em cada ataque. O futebol, em sua forma mais pura, abraça tanto a genialidade individual quanto o esforço coletivo, celebrando cada gol como uma manifestação da paixão que move bilhões.

Perguntas frequentes (FAQ)

Qual a importância de Dadá Maravilha para o futebol brasileiro?
Dadá Maravilha é um dos maiores artilheiros da história do futebol brasileiro, tricampeão mundial em 1970, e um ícone cultural. Sua personalidade carismática e sua filosofia pragmática de que “feio é não fazer gol” o tornaram uma lenda, influenciando gerações de atacantes e torcedores.

Existe realmente gol “feio” no futebol?
Para Dadá Maravilha e muitos treinadores, não. O valor de um gol está em sua capacidade de alterar o placar e contribuir para a vitória. A estética é subjetiva, mas o resultado de um gol é objetivo: ele conta no placar.

O que é mais valorizado: um gol bonito ou um gol decisivo?
A valorização depende do contexto e da perspectiva. Para torcedores e a mídia, um gol bonito e decisivo é o ideal. Para técnicos, um gol decisivo (independentemente da beleza) é mais valorizado, pois garante o resultado esperado.

Como a frase de Dadá Maravilha se aplica ao jogo moderno?
A filosofia de Dadá Maravilha continua relevante no futebol moderno, que é cada vez mais tático e focado em eficiência. A pressão por resultados é imensa, e a capacidade de um jogador de finalizar jogadas, mesmo que de forma pouco ortodoxa, é crucial para o sucesso da equipe.

Para aprofundar seu conhecimento sobre o legado de Dadá Maravilha e outros grandes nomes do esporte, explore nossos artigos e análises sobre o futebol brasileiro.

Fonte: https://redir.folha.com.br

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