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MPF denuncia Rivaldo Barbosa e agentes por obstrução na investigação Marielle
Rio de Janeiro

MPF denuncia Rivaldo Barbosa e agentes por obstrução na investigação Marielle

Última Atualizacão 14/02/2026 11:33
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Publicado 14/02/2026
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Em um desenvolvimento crucial para a complexa investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em março de 2018, o Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma nova denúncia ao Supremo Tribunal Federal (STF). A denúncia do Ministério Público Federal mira nos delegados Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Giniton Lages, além do policial Marco Antonio de Barros Pinto. Eles são formalmente acusados de associação criminosa e obstrução de justiça, crimes que teriam sido cometidos com o intuito de atrapalhar as apurações do duplo homicídio. Este novo capítulo, que representa a segunda denúncia apresentada pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand, sublinha a persistência das autoridades em desvendar as camadas de impunidade e as tentativas de desviar o curso da justiça em um dos casos mais emblemáticos da história recente do Brasil, prometendo repercussões significativas no combate à criminalidade organizada.

A denúncia do Ministério Público Federal e seus alvos

O vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand, formalizou junto ao Supremo Tribunal Federal uma acusação grave contra três figuras chave da segurança pública do Rio de Janeiro. Os delegados Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Giniton Lages, e o policial Marco Antonio de Barros Pinto, foram denunciados por crimes de associação criminosa e obstrução de justiça. Esta ação marca um avanço substancial na apuração de irregularidades que teriam contaminado as investigações iniciais sobre a execução brutal de Marielle Franco e Anderson Gomes, eventos que chocaram o país e o mundo em março de 2018. A denúncia se baseia em um inquérito em andamento no STF, que desmembrou o processo principal para focar especificamente nos delitos relacionados à tentativa de desvio ou entrave das investigações. A decisão de desmembramento reflete a complexidade do caso e a necessidade de abordar as diferentes vertentes criminais de forma aprofundada, garantindo que as acusações de obstrução sejam devidamente processadas e que a verdade prevaleça em um dos casos de maior repercussão na história recente do Brasil.

Rivaldo Barbosa: da chefia da Polícia Civil à denúncia

No centro da denúncia está Rivaldo Barbosa, que, à época dos homicídios de Marielle Franco e Anderson Gomes, ocupava o cargo de chefe da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Sua posição de liderança, segundo o Ministério Público Federal, foi crucial para a alegada orquestração de uma associação criminosa. A acusação detalha que Barbosa utilizou sua influência e poder para comandar um grupo de agentes com um objetivo claro: garantir a impunidade para assassinatos praticados por organizações criminosas. Este modus operandi implicava na sabotagem das apurações, impedindo que a verdadeira autoria e motivação dos crimes viessem à tona. Os outros denunciados, Giniton Lages e Marco Antonio de Barros Pinto, são apontados como colaboradores essenciais nesse esquema, executando as diretrizes para desviar o foco da justiça e assegurar que as investigações fossem, de fato, infrutíferas ou direcionadas para encobrir os verdadeiros responsáveis.

A teia da obstrução: o esquema criminoso detalhado

A denúncia do Ministério Público Federal descreve com detalhes a estrutura e o funcionamento da alegada associação criminosa liderada por Rivaldo Barbosa. O grupo, conforme a acusação, exercia controle direto ou indireto sobre diversas investigações sensíveis, especialmente aquelas que envolviam crimes praticados por milicianos e contraventores. O foco principal estava em disputas territoriais ou no controle de atividades ilícitas lucrativas, como a exploração de jogos de azar e outras operações clandestinas. A estratégia era blindar esses grupos de qualquer responsabilização judicial, criando uma rede de proteção que minava a eficácia do sistema de justiça. A influência do grupo seria tão abrangente que delegacias e inquéritos poderiam ser manipulados para atender aos interesses da organização, garantindo que a verdade permanecesse oculta e os criminosos impunes. Essa teia de proteção criminal é vista como um dos maiores entraves para a resolução de crimes complexos no estado.

Táticas para subverter a justiça e garantir a impunidade

Para efetivar a obstrução de justiça, a associação criminosa utilizava um repertório de táticas sofisticadas e danosas ao processo investigativo. Entre as ações apontadas pelo MPF estão o desaparecimento e a ocultação deliberada de provas cruciais para a elucidação dos crimes, impedindo que vestígios fundamentais fossem analisados e que o caminho para a verdade fosse traçado. Outra estratégia era a remoção de inquéritos das mãos de delegados que não faziam parte do esquema, ou que demonstravam autonomia e integridade para conduzir as investigações de forma imparcial, garantindo que apenas agentes cooptados tivessem acesso aos detalhes das apurações. A denúncia também menciona o uso de testemunhas falsas para confundir as investigações, a incriminação de pessoas inocentes para desviar o foco das autoridades e a realização de diligências meramente protocolares, sem qualquer intenção de produzir resultados práticos ou de avançar na apuração. Essas manobras, segundo o MPF, foram pensadas para criar uma cortina de fumaça, dificultando a chegada aos mandantes e executores dos homicídios de Marielle e Anderson, e protegendo os interesses das organizações criminosas que supostamente seriam beneficiadas pelo esquema.

As exigências do MPF e o impacto no sistema de justiça

Diante da gravidade das acusações de associação criminosa e obstrução de justiça, o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand, não apenas solicita a condenação dos denunciados, mas também uma série de medidas adicionais que visam restaurar a ordem e a confiança no sistema judicial. O MPF pleiteia a manutenção das medidas cautelares já impostas aos envolvidos, garantindo que não haja interferência nas investigações ou fuga. Além disso, é exigida a perda definitiva de seus cargos públicos. Esta requisição reflete a visão de que a permanência desses indivíduos em funções de poder seria incompatível com as graves condutas que lhes são atribuídas, sendo uma forma de sanção exemplar e de proteção à integridade das instituições.

Adicionalmente, o Ministério Público Federal exige o pagamento de indenização por dano moral coletivo. Essa indenização visa compensar os imensos prejuízos causados ao sistema de investigação de homicídios no estado do Rio de Janeiro e, por extensão, à confiança da sociedade nas instituições de segurança e justiça. A impunidade e a obstrução minam a credibilidade do Estado, gerando um sentimento de insegurança e descrença na capacidade de se fazer justiça, especialmente em casos de tamanha repercussão social como o de Marielle Franco e Anderson Gomes, que clamam por respostas claras e inquestionáveis. A expectativa é que essas medidas ajudem a fortalecer a luta contra a corrupção e a criminalidade organizada em todos os níveis.

Perguntas frequentes sobre a denúncia

Quais são os principais crimes atribuídos aos denunciados?
Os delegados Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior e Giniton Lages, juntamente com o policial Marco Antonio de Barros Pinto, são acusados de associação criminosa e obstrução de justiça, crimes que teriam impactado a investigação do caso Marielle Franco.

Qual era o papel de Rivaldo Barbosa na época dos fatos?
Rivaldo Barbosa ocupava o cargo de chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro quando os assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes ocorreram, posição que, segundo a denúncia, ele teria usado para liderar a associação criminosa e manipular as investigações.

O que o Ministério Público Federal solicita, além da condenação?
O MPF pede a manutenção das medidas cautelares, a perda dos cargos públicos dos denunciados e o pagamento de indenização por dano moral coletivo, em função dos prejuízos causados ao sistema de justiça e à sociedade.

Para mais informações sobre as investigações do caso Marielle Franco e outros desdobramentos da justiça brasileira, continue acompanhando as atualizações de nosso portal e aprofunde-se nos fatos que moldam o cenário político e jurídico nacional.

Fonte: https://temporealrj.com

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