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Mercado financeiro: as oscilações de Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta
Finanças

Mercado financeiro: as oscilações de Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta

Última Atualizacão 26/02/2026 08:00
PainelRJ
Publicado 26/02/2026
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Felipe Alves, Fernando Lopes
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O cenário do mercado financeiro brasileiro e global apresentou um panorama dinâmico no fechamento do pregão anterior, com movimentos notáveis que moldam as expectativas para as negociações desta quinta-feira. Em Wall Street, o setor de tecnologia continuou a ser o epicentro das atenções, impulsionando os principais índices americanos e aguardando com grande expectativa o balanço trimestral da Nvidia. No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia em leve baixa, embora tenha operado próximo a uma máxima histórica, enquanto o dólar comercial registrou sua quinta queda consecutiva. Os juros futuros, por sua vez, exibiram um comportamento misto, refletindo as incertezas e as avaliações de risco dos investidores. Compreender esses movimentos é crucial para todos os participantes do mercado e para a leitura do panorama econômico geral que se desenha.

O cenário global e a influência da tecnologia

Os mercados internacionais fecharam mais um dia com ganhos expressivos, com os investidores em Wall Street voltando suas atenções para o setor de tecnologia. A grande expectativa girou em torno do balanço trimestral da Nvidia, gigante fabricante de chips e peça chave na revolução da inteligência artificial, que foi divulgado após o fechamento do mercado. A performance da companhia é considerada um termômetro da sustentabilidade da confiança do mercado, especialmente em relação ao investimento em infraestrutura de TI e IA.

Wall Street impulsionada pela expectativa da Nvidia

Os principais índices de Nova York registraram altas significativas. O Dow Jones avançou 0,63%, atingindo 49.482,15 pontos. O S&P 500 subiu 0,81%, fechando em 6.946,13 pontos, enquanto o Nasdaq, com forte peso de tecnologia, liderou os ganhos com alta de 1,26%, fechando a 22.152,07 pontos. Especialistas indicam que a “sustentabilidade dessa confiança do mercado nos próximos dias dependerá, em parte, dos resultados da Nvidia”. Com os provedores de hiperescala (grandes empresas de computação em nuvem) anunciando um novo aumento nos investimentos em semanas recentes, o mercado antecipa que a fabricante de chips preveja uma receita acima das estimativas de consenso, juntamente com um forte crescimento nas vendas. As notícias positivas sobre o setor, divulgadas ao longo do dia, continuaram a impulsionar as ações de diversas empresas, como a Oracle, demonstrando o otimismo generalizado com o segmento.

Mercado doméstico: bolsa, dólar e juros

No Brasil, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, teve um fechamento com leve baixa, enquanto o dólar manteve sua sequência de quedas. Os juros futuros, por sua vez, apresentaram uma dinâmica mista, com algumas taxas subindo e outras permanecendo estáveis ou caindo, refletindo diferentes perspectivas sobre a política monetária e a inflação.

Ibovespa: leve queda em dia de recorde potencial

O Ibovespa encerrou o pregão com uma baixa de 0,13%, fechando aos 191.247,46 pontos. Apesar da leve retração, o índice chegou a tocar a máxima de 192.623,56 pontos, um patamar próximo da máxima histórica já registrada, indicando a força compradora que permeia o mercado. A mínima do dia foi de 190.419,00 pontos, com um volume financeiro considerável de R$ 28,70 bilhões. Essa movimentação posiciona o índice com um ganho de 0,37% na semana e um avanço de 5,45% em fevereiro, acumulando um expressivo crescimento de 18,69% no primeiro trimestre e no ano de 2026. A oscilação próxima a recordes históricos evidencia um período de volatilidade, mas também de oportunidades, impulsionado por fatores macroeconômicos e o desempenho das grandes empresas listadas.

Dólar em sequência de baixas e juros futuros mistos

O dólar comercial registrou sua quinta baixa consecutiva diante do real, fechando o dia com uma desvalorização de 0,60%. O movimento acompanha a tendência global da divisa norte-americana, cujo índice DXY (que compara o dólar com uma cesta das principais moedas do mundo) recuou 0,15%, atingindo 97,70 pontos. A taxa de venda do dólar foi de R$ 5,125, enquanto a de compra ficou em R$ 5,124. Ao longo do dia, a cotação variou entre a mínima de R$ 5,118 e a máxima de R$ 5,167, consolidando um período de depreciação da moeda americana frente ao real, o que pode ser favorável para importadores e para o controle da inflação importada.

Paralelamente, os juros futuros (DIs) terminaram o pregão de forma mista. Enquanto algumas taxas de vencimentos mais curtos permaneceram praticamente estáveis, outras, como os DIs para 2028 (12,540%) e 2029 (12,595%), registraram leves altas de 0,025 e 0,030 ponto percentual, respectivamente. Os DIs para 2027 (13,240%) e 2031 (13,005%) também apresentaram pequenas variações positivas. Por outro lado, os DIs com vencimento em 2035 (13,315%) caíram 0,015 ponto percentual, e os de 2032 (13,145%) e 2033 (13,245%) permaneceram inalterados. Essa dinâmica mista reflete as diferentes percepções dos agentes do mercado sobre a trajetória da taxa básica de juros (Selic) e o cenário inflacionário de médio e longo prazo.

Destaques da bolsa brasileira

A sessão anterior na bolsa brasileira foi marcada por desempenhos distintos entre os ativos. Algumas empresas registraram quedas notáveis, enquanto outras se destacaram com valorizações significativas. O volume de negócios também indicou quais papéis atraíram maior atenção dos investidores.

Maiores altas, baixas e as mais negociadas

Entre as maiores baixas do dia, destacam-se:
MGLU3 (Magazine Luiza): Queda de 6,32%, negociada a R$ 9,49. A forte queda pode refletir preocupações pontuais com o setor de varejo ou resultados específicos.
ISAE4: Baixa de 4,44%, fechando a R$ 28,63.
CSAN3 (Cosan): Recuo de 4,41%, para R$ 6,50.
ASAI3 (Assaí): Desvalorização de 4,39%, cotada a R$ 9,36.
SANB11 (Santander Brasil): Queda de 3,94%, negociada a R$ 34,38.

Por outro lado, algumas ações conseguiram se destacar positivamente:
USIM5 (Usiminas): Alta de 3,98%, fechando a R$ 6,79. A valorização pode estar ligada a expectativas favoráveis para o setor siderúrgico.
BRAP4 (Bradespar): Subiu 3,27%, para R$ 25,28.
VALE3 (Vale): Ganhos de 2,55%, cotada a R$ 89,97. O desempenho da Vale geralmente reflete o preço das commodities, especialmente o minério de ferro.
SBSP3 (Sabesp): Alta de 1,87%, negociada a R$ 156,88.
KLBN11 (Klabin): Valorização de 1,72%, para R$ 20,67.

As ações mais negociadas do dia, que refletem a liquidez e o interesse dos investidores, foram:
BBDC4 (Bradesco): Com 51.588 negócios e queda de 1,07%.
BBAS3 (Banco do Brasil): Registrou 47.524 negócios e alta de 1,70%.
VALE3 (Vale): Totalizou 44.628 negócios e avanço de 2,55%.
AXIA3: Com 34.880 negócios e alta de 1,06%.
ITUB4 (Itaú Unibanco): Fechou com 33.785 negócios e queda de 0,79%.

Perspectivas para as negociações futuras

A quinta-feira se inicia com o mercado global assimilando os resultados da Nvidia e suas implicações para o setor de tecnologia e para a economia como um todo. A reação a esse balanço será um dos principais catalisadores para os mercados americanos e pode ter reflexos significativos no apetite por risco global, influenciando também o Brasil. No cenário doméstico, a sequência de queda do dólar e a dinâmica dos juros futuros continuarão sob escrutínio, com os investidores buscando sinais sobre a direção da política monetária e a sustentabilidade do crescimento econômico. As decisões e declarações de autoridades econômicas, bem como a divulgação de novos indicadores, serão cruciais para delinear os próximos passos de bolsa, dólar e juros, mantendo o ambiente de negociação vigilante e estratégico.

Perguntas frequentes sobre o desempenho do mercado

Qual foi o principal fator que impulsionou Wall Street recentemente?
O setor de tecnologia, especialmente a expectativa e, agora, os resultados de empresas como a Nvidia, tem sido o principal motor dos ganhos em Wall Street. A demanda por semicondutores e a corrida pela inteligência artificial têm gerado grande otimismo.

Por que o dólar comercial registrou uma sequência de baixas no Brasil?
A queda do dólar comercial por cinco dias consecutivos reflete uma tendência de desvalorização global da moeda americana, conforme indicado pelo índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de moedas importantes. Fatores internos, como o fluxo de capital estrangeiro para o Brasil, também podem influenciar essa dinâmica.

O que significa “juros futuros terminaram de forma mista”?
Significa que as taxas de juros para diferentes prazos (vencimentos) não seguiram uma direção única. Algumas subiram, outras caíram e outras permaneceram estáveis. Essa variação reflete a divergência de expectativas dos investidores em relação à inflação e à política monetária de curto, médio e longo prazo.

Para análises aprofundadas e dados em tempo real sobre os movimentos da bolsa, dólar e juros, acesse nossos canais especializados em mercado financeiro.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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