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Mendonça impõe tornozeleira a deputada do Ceará em caso de desvios no
Brasil

Mendonça impõe tornozeleira a deputada do Ceará em caso de desvios no

Última Atualizacão 17/03/2026 12:30
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Publicado 17/03/2026
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© Carlos Moura/SCO/STF
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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu sobre a solicitação de prisão preventiva da deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE), investigada na Operação Sem Desconto. O ministro André Mendonça, relator do caso, negou o pedido da Polícia Federal, optando por medidas cautelares alternativas. A parlamentar deverá usar tornozeleira eletrônica e estará proibida de contatar outros investigados ou sair do país, em um claro indicativo da gravidade das acusações. Esta decisão marca um novo capítulo na investigação que apura desvios milionários de aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), destacando a complexidade de casos envolvendo autoridades com prerrogativas parlamentares em esquemas de corrupção que impactam diretamente a população mais vulnerável.

A decisão do ministro e a imunidade parlamentar

O ministro André Mendonça, ao analisar o pedido de prisão preventiva da Polícia Federal para a deputada federal Gorete Pereira, fundamentou sua decisão na necessidade de cautela em relação a parlamentares, em respeito à imunidade prevista na Constituição Federal. Apesar de existirem “inúmeros indícios” da participação da deputada em “variados crimes contra aposentados e pensionistas do INSS”, o relator optou por medidas alternativas mais brandas que a prisão, mas que ainda assim impõem restrições significativas.

A tornozeleira eletrônica visa monitorar os movimentos da parlamentar, enquanto a proibição de comunicação com outros investigados busca evitar a obstrução da justiça. A impossibilidade de se ausentar do país é uma medida padrão para garantir a permanência da pessoa no território nacional durante o andamento do processo. Mendonça ressaltou sua postura reiterada de “cautela em relação a pedidos de decretação de prisão de parlamentares”, enfatizando o respeito às prerrogativas do cargo, mesmo diante da gravidade das acusações. A decisão sublinha o equilíbrio delicado entre a proteção constitucional dos membros do Congresso e a necessidade de investigar e punir condutas criminosas.

Indícios e valores envolvidos no caso da deputada

As investigações da Polícia Federal apontam que a deputada Gorete Pereira teria sido beneficiária de “vultosas quantias” desviadas de um esquema de descontos associativos fraudulentos sobre aposentadorias do INSS. O ministro André Mendonça destacou que as apurações demonstram o recebimento de valores expressivos na conta bancária da deputada, além de transferências financeiras vinculadas diretamente ao esquema criminoso.

Um exemplo contundente citado na decisão revela o nome da parlamentar em uma tabela de pagamento de propina. Este documento, enviado por um dos líderes da organização, Natjo de Lima Pinheiro, para Cecília Rodrigues Mota, outra figura central na fraude, indicava a quantia de R$ 780.433,50 ao lado do nome da deputada. Tais evidências reforçam a suspeita de envolvimento direto da parlamentar no esquema que lesou milhares de beneficiários do sistema previdenciário brasileiro.

O esquema da Operação Sem Desconto e outros envolvidos

A Operação Sem Desconto, que teve sua nova fase deflagrada pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU), investiga um intrincado esquema de fraudes que gerou desvios superiores a R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024. O modus operandi consistia na aprovação de autorizações forjadas para descontos em aposentadorias e benefícios do INSS, sem o consentimento ou conhecimento dos verdadeiros titulares. Este esquema, de proporções gigantescas, explorava a vulnerabilidade de idosos e pensionistas, drenando recursos vitais para suas subsistências. Além da deputada Gorete Pereira, a decisão do ministro Mendonça determinou a prisão preventiva de outras duas figuras chave na organização criminosa, cujas atuações foram consideradas cruciais para a operacionalização e sustentação das fraudes.

As engrenagens da fraude e a participação de servidores

Cecília Rodrigues Mota foi uma das pessoas alvo de prisão preventiva. Segundo o ministro Mendonça, ela desempenhava um “papel central na operacionalização das filiações fraudulentas, dos descontos indevidos e na ocultação patrimonial”. Sua atuação era fundamental para a engrenagem do esquema, garantindo que as adesões falsas fossem processadas e que os valores fossem desviados e ocultados. Natjo de Lima Pinheiro, também preso preventivamente, foi apontado como um dos líderes da organização. Sua responsabilidade abrangia a coordenação financeira do esquema, a divisão dos valores obtidos ilicitamente e a definição das estratégias para a continuidade das operações fraudulentas.

Documentos da Polícia Federal indicam que a deputada Maria Gorete Pereira não apenas se beneficiava, mas também controlava diretamente entidades associativas usadas no esquema. Mais grave ainda, ela mantinha contato constante com servidores do INSS, incluindo Alessandro Stefanutto, que foi presidente da instituição. A análise de extratos bancários revelou que Stefanutto teria recebido até R$ 4 milhões de Cecília Rodrigues Mota, o que sugere um envolvimento direto de agentes públicos na facilitação e perpetuação da fraude. A colaboração interna de servidores do INSS teria sido crucial para a aprovação das autorizações forjadas, demonstrando a dimensão da infiltração da organização criminosa em órgãos públicos e a sofisticação do esquema para garantir os desvios.

Repercussões e o futuro da investigação

A Operação Sem Desconto continua em andamento, e as medidas impostas aos investigados, especialmente a determinação de uso de tornozeleira eletrônica para uma parlamentar, indicam a seriedade das acusações e a profundidade da investigação. O caso da deputada Gorete Pereira, com a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão, reflete a complexidade jurídica e política de envolver membros do Congresso Nacional em investigações criminais. As prisões preventivas de Cecília Rodrigues Mota e Natjo de Lima Pinheiro, juntamente com os indícios de envolvimento de ex-dirigentes do INSS, apontam para uma rede criminosa sofisticada e ramificada, que soube explorar lacunas e vulnerabilidades para operar por anos.

Os próximos passos da investigação devem incluir o aprofundamento das provas, o interrogatório dos envolvidos e a eventual apresentação de denúncias formais, com o objetivo de responsabilizar todos os participantes pelos desvios que lesaram milhares de aposentados e pensionistas do INSS. A sociedade acompanha de perto o desenrolar desses acontecimentos, esperando que a justiça seja feita, que os desvios bilionários sejam recuperados e que as medidas necessárias sejam tomadas para restaurar a confiança na integridade das instituições públicas e proteger os direitos dos beneficiários da previdência social.

Perguntas frequentes sobre a Operação Sem Desconto

O que é a Operação Sem Desconto?
É uma investigação conduzida pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU) que apura um vasto e complexo esquema de fraudes envolvendo descontos indevidos sobre aposentadorias e outros benefícios pagos pelo INSS. Estima-se que mais de R$ 6 bilhões tenham sido desviados entre os anos de 2019 e 2024 através da aprovação de autorizações forjadas para esses descontos.

Por que a deputada Gorete Pereira não foi presa preventivamente?
O ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), optou por determinar medidas cautelares alternativas à prisão, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com outros investigados ou de sair do país. A decisão foi baseada na necessidade de respeitar a imunidade parlamentar, uma prerrogativa constitucional, apesar dos inúmeros indícios de participação em crimes.

Qual o papel dos outros envolvidos presos na operação?
Cecília Rodrigues Mota foi presa preventivamente por desempenhar um papel central na operacionalização das filiações fraudulentas, na realização dos descontos indevidos e na ocultação de patrimônio. Natjo de Lima Pinheiro, também detido, é apontado como um dos líderes da organização, responsável pela coordenação financeira e pela definição das estratégias do esquema. Há ainda fortes indícios de envolvimento de Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, que teria recebido grandes somas de Cecília Mota.

Mantenha-se informado sobre os desdobramentos desta e outras investigações de combate à corrupção, acessando notícias atualizadas e análises aprofundadas sobre o cenário político e jurídico do país.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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