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Lula critica Conselho de Segurança da ONU e denuncia ‘falcatruas’ no Banco
Brasil

Lula critica Conselho de Segurança da ONU e denuncia ‘falcatruas’ no Banco

Última Atualizacão 20/03/2026 06:32
PainelRJ
Publicado 20/03/2026
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© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Em um discurso contundente realizado em São Bernardo do Campo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva direcionou severas críticas aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), acusando-os de priorizar a guerra em detrimento da paz global. A preocupação central de Lula se manifesta especialmente em relação a conflitos como a guerra no Irã, sublinhando a ineficácia do órgão em sua missão primordial. Paralelamente, o presidente abordou questões políticas internas, anunciando sua intenção de concorrer à reeleição em 2026 e indicando o futuro político de aliados. As declarações de Lula criticando o Conselho de Segurança da ONU, além de abordar polêmicas domésticas, repercutem no cenário político e econômico. Ele também lançou acusações graves sobre as operações do Banco Master, vinculando as supostas irregularidades à gestão anterior do Banco Central e ao governo de Jair Bolsonaro.

A veemente crítica ao Conselho de Segurança da ONU

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou o palanque do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, nesta quinta-feira (19), para emitir uma forte repreensão aos cinco países que detêm assento permanente no Conselho de Segurança da ONU: Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França. De acordo com Lula, estas nações, que deveriam ser as maiores defensoras da paz mundial, paradoxalmente estariam fomentando e participando de conflitos bélicos. A crítica de Lula foca na contradição entre o propósito institucional do Conselho – zelar pela segurança e estabilidade globais – e as ações de seus membros mais influentes. A preocupação explícita do presidente abrange cenários de tensão internacional, como a guerra no Irã, que, segundo ele, expõem a falha do sistema atual.

Os custos humanos e financeiros dos conflitos globais

Em sua fala, Lula não apenas apontou o dedo para os membros permanentes do Conselho de Segurança, mas também detalhou as consequências devastadoras da corrida armamentista e dos conflitos. O presidente argumentou que os cinco países, além de estarem envolvidos em guerras, são os maiores produtores e vendedores de armamentos. “O Conselho de Segurança foi feito para ter responsabilidade e manter a segurança no mundo. Pois são os cinco que estão fazendo guerra. São os cinco. Eles produzem mais armas, vendem mais armas”, afirmou Lula, destacando a ironia da situação. Ele enfatizou que o ônus dessas guerras recai invariavelmente sobre as populações mais vulneráveis. “Quem paga o preço das guerras? Os pobres”, questionou o presidente. Para ilustrar o desequilíbrio de prioridades, Lula citou o montante estratosférico de US$ 2,7 trilhões gasto em armas no ano anterior, contrastando-o com os investimentos em áreas essenciais. “Quanto gastaram em comida? Quanto gastaram em educação? Quanto gastaram para acabar com as pessoas que estão refugiadas, vítimas de guerras insanas?”, indagou, sublinhando a tragédia humanitária e social resultante da militarização e da falta de resolução pacífica de conflitos. A retórica de Lula visa a provocar uma reflexão sobre a alocação de recursos e a verdadeira responsabilidade das potências globais na manutenção da paz.

Cenário político: Anúncios para 2026

O palco do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo não foi apenas o local das críticas internacionais de Lula, mas também o cenário para importantes anúncios sobre o futuro político nacional. Em um evento de grande significado simbólico, que remete à sua própria trajetória política e à história do movimento sindical, o presidente da República revelou suas intenções para as eleições de 2026, delineando parte da estratégia eleitoral de seu grupo político. O momento foi cuidadosamente escolhido para consolidar apoios e projetar a imagem de um líder focado tanto nos desafios globais quanto nas questões domésticas de longo prazo.

Candidaturas e a busca por alianças

Durante o discurso, Luiz Inácio Lula da Silva confirmou publicamente que pretende concorrer à presidência da República nas eleições de 2026. Este anúncio, embora já esperado por muitos, solidifica a intenção do atual chefe do Executivo de buscar um novo mandato, potencialmente abrindo caminho para mais um ciclo de polarização política no Brasil. Além de sua própria candidatura, Lula também adiantou que o atual Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, será o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do estado de São Paulo, uma das disputas estaduais de maior peso e visibilidade no país. A escolha de Haddad para o embate paulista demonstra a estratégia de fortalecer figuras proeminentes do partido em cenários-chave. O presidente expressou, ainda, o desejo de contar novamente com o vice-presidente Geraldo Alckmin em sua chapa, mantendo-o na mesma função. A possível reedição da chapa Lula-Alckmin reforça a estratégia de ampla frente política que marcou a eleição de 2022, buscando consolidar uma base de apoio diversificada e representativa de diferentes espectros ideológicos. Esses anúncios configuram os primeiros movimentos importantes no tabuleiro político para as próximas eleições gerais, sinalizando as prioridades e articulações que o governo e seus aliados deverão empreender nos próximos anos.

O caso Banco Master: Acusações e investigações

No mesmo evento, o presidente Lula aproveitou a oportunidade para abordar uma questão que, segundo ele, tem sido alvo de tentativas de desinformação e atribuição indevida de responsabilidade: as supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. Em um tom de denúncia, Lula desvinculou seu governo de quaisquer “falcatruas” relacionadas à instituição financeira, redirecionando o foco da responsabilidade para a gestão anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, e para o período em que Roberto Campos Neto presidia o Banco Central. As declarações indicam uma clara intenção de apurar os fatos e de defender a integridade de sua administração diante de possíveis vinculações.

Cronologia e responsabilidades apontadas

Lula foi enfático ao afirmar que as “falcatruas” do Banco Master teriam ocorrido após a aprovação da instituição financeira pelo Banco Central durante o governo Bolsonaro. “Vira e mexe, eles tão tentando empurrar para as costas do PT e do governo o Banco Master. Esse Banco Master é obra, é ovo da serpente, do Bolsonaro e do Roberto Campos, ex-presidente do Banco Central”, declarou o presidente, utilizando uma metáfora forte para expressar sua convicção. Lula prometeu uma investigação rigorosa para esclarecer os fatos e identificar os responsáveis: “E nós não deixaremos pedra sobre pedra para apurar tudo que fizeram dando um golpe de R$ 50 bilhões neste país. E, se a gente não tomar cuidado, vão tentar dizer que fomos nós”. Para respaldar suas acusações, Lula apresentou uma cronologia específica. Segundo ele, no início de 2019, o então presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, teria negado o reconhecimento do Banco Master. A situação mudaria em setembro de 2019, quando Roberto Campos Neto, que assumiu a presidência do BC na gestão Bolsonaro, teria concedido o reconhecimento. “Quem reconheceu, em setembro de 2019, foi o Roberto Campos . E todas as falcatruas foram feitas ”, concluiu Lula, apontando para uma janela de tempo específica em que as irregularidades teriam se manifestado. Esta narrativa visa a estabelecer uma linha do tempo clara para a responsabilidade e a reforçar a necessidade de uma investigação profunda sobre o suposto “golpe de R$ 50 bilhões” e as circunstâncias de aprovação do banco.

Perspectivas futuras e impactos das declarações

As recentes declarações do presidente Lula, abrangendo desde a crítica ferrenha à atuação do Conselho de Segurança da ONU até acusações sobre o caso Banco Master e anúncios eleitorais para 2026, sinalizam um período de intensa movimentação política e diplomática. No âmbito internacional, a cobrança direta aos membros permanentes do Conselho de Segurança pode reforçar a posição do Brasil como voz crítica às assimetrias de poder e à ineficácia de órgãos multilaterais, especialmente em contextos de conflito. Essa postura pode ressoar em fóruns internacionais e influenciar a diplomacia brasileira na busca por reformas e maior equilíbrio geopolítico.

Internamente, os anúncios sobre as eleições de 2026, com a confirmação de sua própria candidatura à reeleição, a indicação de Fernando Haddad ao governo de São Paulo e o desejo de manter Geraldo Alckmin como vice, delineiam um cenário eleitoral que promete ser polarizado e estratégico. Tais movimentos antecipam a corrida por alianças e o fortalecimento de bases políticas. Paralelamente, as acusações sobre o Banco Master e a promessa de uma investigação aprofundada podem gerar desdobramentos significativos no cenário jurídico e político-econômico. A atribuição de responsabilidades à gestão anterior do Banco Central e ao governo Bolsonaro pode intensificar o debate sobre a fiscalização do sistema financeiro e potencialmente desencadear novas investigações e confrontos políticos. As declarações de Lula, portanto, não são apenas um registro de sua opinião, mas sim catalisadores de futuras ações e debates em múltiplas esferas.

Perguntas frequentes

Por que Lula criticou o Conselho de Segurança da ONU?
Lula criticou o Conselho de Segurança da ONU por considerar que os cinco membros permanentes (Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido e França) não estão cumprindo sua função de zelar pela paz mundial, mas sim atuando em guerras e sendo os maiores produtores e vendedores de armas. Ele enfatizou que os custos dessas guerras são pagos pelos mais pobres, contrastando os gastos militares com investimentos em áreas sociais.

Quais foram os principais anúncios políticos feitos por Lula para 2026?
Em seu discurso, Lula anunciou sua intenção de concorrer à reeleição para a presidência da República em 2026. Além disso, confirmou que Fernando Haddad será candidato ao governo de São Paulo e expressou o desejo de ter Geraldo Alckmin novamente como vice-presidente em sua chapa.

Qual a acusação de Lula sobre o Banco Master?
Lula acusou que as “falcatruas” relacionadas ao Banco Master ocorreram após a aprovação da instituição financeira pelo Banco Central durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele especificamente atribuiu a responsabilidade a Bolsonaro e a Roberto Campos Neto, que presidia o Banco Central na época em que o reconhecimento foi concedido, prometendo uma investigação rigorosa sobre o suposto “golpe de R$ 50 bilhões”.

Quem é Roberto Campos Neto, mencionado no caso Banco Master?
Roberto Campos Neto é o economista que presidiu o Banco Central do Brasil durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula o mencionou no contexto do Banco Master, afirmando que foi Campos Neto quem reconheceu a instituição em setembro de 2019, período em que, segundo o presidente, as irregularidades teriam sido cometidas.

Mantenha-se informado sobre os desdobramentos dessas importantes questões políticas e econômicas, acompanhando as análises e notícias mais recentes para compreender o cenário em evolução.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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