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Líder do PL registra venda de imóvel dias após PF apreender R$
Finanças

Líder do PL registra venda de imóvel dias após PF apreender R$

Última Atualizacão 16/01/2026 18:04
PainelRJ
Publicado 16/01/2026
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Sóstenes Cavalcante - Divulgação
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O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, formalizou a venda de imóvel residencial localizado em Ituiutaba, Minas Gerais, no dia 30 de dezembro. Essa transação ocorreu apenas 11 dias depois que a Polícia Federal apreendeu R$ 430 mil em dinheiro vivo no apartamento do parlamentar, em Brasília. Na ocasião da apreensão, o deputado justificou que o montante era proveniente da comercialização dessa residência no Triângulo Mineiro. A operação da PF e o registro da venda, com a alegação de que o dinheiro era fruto dessa negociação, levantam questionamentos sobre a cronologia dos fatos e a origem dos valores encontrados em espécie. Este cenário complexo demanda uma análise detalhada para compreender os pormenores da transação e suas implicações.

A cronologia da transação e a apreensão

A sequência de eventos que envolveu o deputado Sóstenes Cavalcante e a Polícia Federal começou a ser desenhada com a operação que resultou na apreensão de R$ 430 mil em seu apartamento em Brasília. Em dezembro, a Polícia Federal encontrou a quantia em dinheiro, levando o deputado a justificar a origem do montante como sendo o resultado da venda de um imóvel. Contudo, o registro formal da escritura de venda desse mesmo imóvel só ocorreu 11 dias após a apreensão, em 30 de dezembro, o que adicionou uma camada de complexidade à explicação inicial.

A justificativa do deputado

Segundo Sóstenes Cavalcante, o dinheiro em espécie encontrado pela PF era parte do pagamento pela venda de uma casa em Ituiutaba, Minas Gerais. Ele alegou que a “celebração do contrato de compra e venda” com o advogado Thiago Ferreira de Paula teria ocorrido em 24 de novembro, aproximadamente um mês antes da operação da PF e do registro em cartório. Nesta data, o deputado afirma ter recebido a quantia “em espécie”. Ele justificou o atraso no depósito bancário e no registro formal da venda como um “lapso” e “correria de trabalho”. A assinatura da escritura foi realizada pela plataforma digital e-notariado, que dispensa a presença física no cartório. Apesar dos questionamentos, nem o deputado nem o comprador responderam a pedidos de esclarecimento sobre os detalhes da transação e a razão do recebimento em espécie e do atraso no registro.

Detalhes da aquisição e venda do imóvel

O imóvel em questão, localizado na Avenida 29, no centro de Ituiutaba, havia sido adquirido por Sóstenes Cavalcante em fevereiro de 2023 por R$ 310 mil. A compra foi feita em conjunto com sua esposa, a cantora gospel Isleia Cavalcante, sob o regime de comunhão parcial de bens. Menos de um ano depois, a propriedade foi vendida a Thiago Ferreira de Paula, um advogado cujo escritório se situa a menos de 500 metros da casa, pelo valor de R$ 500 mil. A escritura de venda foi formalmente registrada em cartório com essa quantia.

O perfil do imóvel e o envolvimento familiar

A residência se estende por um terreno de 275 metros quadrados e é descrita como possuindo duas suítes, uma área para escritório, portão eletrônico e uma garagem capaz de abrigar até três veículos. Sóstenes Cavalcante afirmou ter investido em uma série de reformas no imóvel, o que, segundo ele, justificaria o aumento significativo do preço de venda. Inicialmente, o deputado havia anunciado a casa em uma corretora local, no início do ano anterior, por R$ 690 mil – um valor que representava mais do que o dobro do preço de compra em 2023. Registros em redes sociais indicavam que a casa permaneceu à venda até, pelo menos, 12 de novembro. Curiosamente, o anúncio de venda incluía o número de telefone do pastor Eraldo Cavalcante, pai de Sóstenes e líder de uma igreja Assembleia de Deus na mesma cidade de Ituiutaba.

Sóstenes Cavalcante, embora nascido em Alagoas, passou sua juventude em Ituiutaba, onde chegou a ser líder do grêmio estudantil antes de se tornar pastor evangélico. Em 2022, ele e seu pai foram homenageados com títulos de “cidadão de Ituiutaba” pela Câmara de Vereadores. Na ocasião, o deputado chegou a prometer a destinação de uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão para a cidade, que está fora do Rio de Janeiro, seu estado de atuação política. Essas conexões familiares e políticas reforçam seu vínculo com a localidade.

Um ponto de destaque na análise de suas finanças é a declaração de bens de Sóstenes Cavalcante na eleição de 2022. Naquela época, o parlamentar informou possuir apenas R$ 4,9 mil em contas bancárias e nenhum outro bem registrado. Poucos meses depois, em fevereiro de 2023, ele figurou como comprador da casa de Ituiutaba por R$ 310 mil, uma disparidade que amplia as indagações sobre a origem dos recursos e a gestão de seu patrimônio.

Os questionamentos persistem sobre a conduta parlamentar

A sequência de eventos, desde a apreensão do dinheiro em espécie até o registro tardio da venda do imóvel, e as justificativas apresentadas pelo deputado Sóstenes Cavalcante, têm gerado um intenso debate. A contradição entre a declaração de bens de 2022 e a aquisição e venda de um imóvel de valor considerável em 2023, somada à natureza do recebimento em espécie e à demora na formalização da transação, coloca em evidência a necessidade de maior transparência na conduta de figuras públicas. As explicações do parlamentar sobre o “lapso” e a “correria” podem não ser suficientes para sanar as dúvidas que permeiam o caso.

Perguntas frequentes

Quem é Sóstenes Cavalcante e qual sua posição?
Sóstenes Cavalcante é o atual líder do Partido Liberal (PL) na Câmara dos Deputados, representando o estado do Rio de Janeiro.

Qual a ligação entre a venda do imóvel e a operação da PF?
O deputado alegou que os R$ 430 mil apreendidos em espécie pela Polícia Federal em seu apartamento eram fruto da venda de um imóvel em Ituiutaba, Minas Gerais, cujo registro formal ocorreu dias após a apreensão.

Quando e por quanto o imóvel foi adquirido e vendido?
O imóvel foi adquirido por Sóstenes Cavalcante em fevereiro de 2023 por R$ 310 mil e vendido em dezembro do mesmo ano por R$ 500 mil.

Acompanhe os próximos desdobramentos deste caso, que continua sob análise e gera debates sobre a conduta parlamentar e a transparência financeira de seus membros.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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