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Itaú Asset: CEO detalha estratégias de lucro em ETFs e multimercados
Finanças

Itaú Asset: CEO detalha estratégias de lucro em ETFs e multimercados

Última Atualizacão 15/02/2026 08:03
PainelRJ
Publicado 15/02/2026
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Osni Alves
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A retomada da indústria de fundos multimercados no Brasil se desenha com força, impulsionada por um fluxo significativo de R$ 17 bilhões nos últimos meses, conforme dados da Anbima. Esse movimento reascende o interesse de investidores que buscam novas oportunidades e diversificação em suas carteiras. Em um cenário de mercado dinâmico, Carlos Augusto Salamondi, CEO da Itaú Asset, compartilha sua visão estratégica sobre o panorama atual e futuro dos investimentos. Suas análises abordam desde a complexidade dos fundos multimercados até o papel crescente dos ETFs, enfatizando a importância de uma gestão robusta e flexível. A Itaú Asset, uma das líderes do setor, revela suas abordagens para capturar valor e otimizar resultados em diferentes classes de ativos, sempre com foco em governança e inovação.

A retomada dos fundos multimercados e a seletividade necessária

A recente injeção de capital nos fundos multimercados brasileiros, que totaliza R$ 17 bilhões, assinala um ponto de virada para uma indústria que, após um período de estagnação, volta a atrair a atenção dos investidores. Esse fluxo expressivo reflete uma busca crescente por estratégias de investimento que ofereçam flexibilidade e a capacidade de gerar retornos acima da média em diferentes cenários econômicos. No entanto, o otimismo em torno dessa retomada é temperado pela necessidade de uma abordagem cuidadosa e discernida.

Visão estratégica da Itaú Asset

Para Carlos Augusto Salamondi, CEO da Itaú Asset, apesar dos sinais positivos, a indústria de fundos multimercados ainda apresenta desafios consideráveis. Ele observa que muitos gestores ainda trabalham para recuperar o terreno perdido, e a performance não é uniforme entre todos os players. “A seletividade é essencial. Não é todo mundo igual, e saber onde alocar faz diferença”, pontua o executivo, destacando que a performance entre fundos da mesma classe pode variar em até 30%. Essa disparidade reforça a necessidade de uma análise minuciosa e de uma orientação profissional para a alocação de recursos.

A Itaú Asset adota uma estratégia que transcende as fronteiras tradicionais da gestão. Salamondi explica que a gestora está preparada para considerar oportunidades de investimento externas, desde que estas estejam alinhadas a objetivos bem definidos e sob um rigoroso controle de riscos. Esse modelo permite à asset acessar talentos e estratégias fora de sua estrutura principal, ampliando o leque de possibilidades para os clientes. A governança e o monitoramento constante são pilares dessa abordagem, garantindo que, independentemente do tipo de investimento, a ótica de risco esteja sempre sob controle.

Internamente, a Itaú Asset se destaca por seu modelo “multimesas”, que promove a autonomia e a independência de diferentes equipes de gestão. Salamondi enfatiza que a performance da gestora não é dependente de um único gestor ou de uma única estratégia. Nos últimos cinco anos, por exemplo, diversas famílias de gestores se revezaram na liderança dos resultados, demonstrando a resiliência e o equilíbrio do negócio. Essa diversidade de abordagens se consolida em fundos como o Globo Dinâmico, proporcionando ao investidor uma gestão dinâmica e adaptável às diversas condições de mercado. A empresa investiu em infraestrutura robusta e na formação dos melhores times para suportar operações complexas e capturar as melhores oportunidades.

O papel crescente dos ETFs no mercado brasileiro

Paralelamente à recuperação dos fundos multimercados, os Exchange Traded Funds (ETFs) estão ganhando cada vez mais espaço e relevância nas carteiras de investimento no Brasil. Esses veículos de investimento, negociados em bolsa de valores, são valorizados por sua notável combinação de baixo custo e alta liquidez, atributos que os tornam uma escolha atraente para um vasto espectro de investidores.

Inovação e custo-benefício para investidores

Carlos Augusto Salamondi ressalta que os ETFs estão progressivamente encontrando seu lugar no modelo de fundos de investimento brasileiro. Ele os descreve como ferramentas que se encaixam “como uma luva” em estratégias de alocação de ativos (asset allocation) que priorizam a eficiência de custos. A facilidade de acesso a diversos mercados e classes de ativos, aliada a despesas mais baixas, faz dos ETFs uma opção eficiente para diversificação. A evolução contínua dessa indústria, segundo o CEO, exige uma constante educação do investidor para que este possa aproveitar plenamente as vantagens que esses produtos oferecem.

A Itaú Asset desempenha um papel pioneiro e fundamental no desenvolvimento da indústria de ETFs no Brasil. Com orgulho, Salamondi recorda que a gestora teve a honra de lançar o primeiro ETF do mercado brasileiro, um marco que não se limitou apenas à renda variável, mas se estendeu a produtos de renda fixa e híbridos. Essa trajetória vanguardista posiciona a Itaú Asset para liderar a expansão futura do segmento, que tem um potencial de crescimento significativo nos próximos anos. A expertise e o compromisso com a inovação são características que sustentam a capacidade da empresa em fornecer soluções de investimento que respondem às demandas de um mercado em constante transformação.

Diversificação global e gestão de risco avançada

Em um cenário financeiro global cada vez mais interligado e complexo, a capacidade de realizar análises profundas sobre mercados internacionais e gerenciar riscos de forma sofisticada é crucial para o sucesso. A Itaú Asset demonstra seu compromisso com essa abordagem por meio de investimentos substanciais em pesquisa e inteligência artificial, ferramentas que capacitam suas mesas de gestão a tomar decisões estratégicas baseadas em dados e análises preditivas.

Autonomia das mesas de gestão e oportunidades futuras

A gestora mantém uma equipe robusta de especialistas, com acesso a um vasto conjunto de dados globais, que fornece suporte essencial tanto para operações domésticas quanto internacionais. Esse aparato de inteligência permite que a Itaú Asset explore e capitalize oportunidades em mercados emergentes fora do Brasil, os quais, em anos anteriores, já contribuíram com mais de 50% do retorno e risco da gestora.

Um dos pilares distintivos da estratégia da Itaú Asset é a ausência de um “house view” único e impositivo. Em vez disso, cada mesa de gestão opera com um alto grau de independência e autonomia, permitindo a formulação de posições diversas e, por vezes, divergentes. Essa abordagem fomenta a pluralidade de perspectivas e a inovação, beneficiando diretamente o cliente. “Quem ganha com isso é o cliente que está na ponta, porque não depende da visão de um único gestor”, explica Salamondi. Esse equilíbrio entre diferentes estratégias é fundamental para a resiliência e a capacidade de adaptação dos investimentos em um ambiente volátil.

A gestão da volatilidade global é uma preocupação constante. O cenário mundial, intrinsecamente conectado, significa que mesmo uma análise local perfeita pode ser impactada por tendências e eventos externos. Por isso, é imprescindível que as estruturas de investimento estejam aptas a monitorar o panorama global e as correlações entre os diversos mercados. A diversificação de ativos e a gestão profissional de riscos são, assim, mecanismos essenciais de proteção e valorização.

Olhando para o ano de 2026, o CEO da Itaú Asset projeta um período de significativas oportunidades. Embora o ano possa ser caracterizado por uma maior volatilidade, esse cenário não é interpretado como inerentemente negativo. Pelo contrário, a gestora enxerga nas flutuações do mercado chances valiosas para realizar escolhas assertivas e gerar retornos consistentes para os investidores, sempre com uma postura de humildade e uma profunda dedicação ao trabalho. A capacidade de navegar com inteligência e agilidade por esses cenários será decisiva para o sucesso.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. O que impulsiona a retomada dos fundos multimercados no Brasil?
A retomada é impulsionada por um renovado interesse dos investidores em busca de diversificação e retornos diferenciados após um período de estagnação. A entrada de R$ 17 bilhões nos últimos meses, segundo dados da Anbima, demonstra essa confiança, embora a indústria ainda exija seletividade e análise criteriosa devido à variação de performance entre os gestores.

2. Qual o papel dos ETFs no cenário de investimentos atual?
Os ETFs (Exchange Traded Funds) estão consolidando seu espaço como uma alternativa de investimento de baixo custo e alta liquidez no Brasil. Eles são vistos como ideais para alocações de ativos orientadas a custos, permitindo aos investidores obter exposição a diferentes mercados e classes de ativos de forma eficiente. A Itaú Asset, pioneira no lançamento de ETFs no país, espera um crescimento significativo desse segmento.

3. Como a Itaú Asset gerencia a diversificação e o risco em suas estratégias?
A Itaú Asset adota um modelo “multimesas”, onde diferentes equipes de gestão operam com autonomia e independência, sem depender de uma única visão central. A gestora investe intensamente em pesquisa e inteligência artificial para analisar cenários globais, monitorar riscos de forma robusta e identificar oportunidades externas, garantindo um balanceamento estratégico que beneficia o cliente com maior resiliência e diversidade de abordagens.

4. Qual a importância da seletividade ao investir em fundos multimercados?
A seletividade é crucial porque, apesar da retomada, a indústria de fundos multimercados ainda apresenta desafios e grande disparidade de desempenho entre os gestores. A escolha correta do fundo e do gestor, com base em análise criteriosa e assessoria qualificada, pode significar uma diferença substancial nos retornos para o investidor, por vezes de até 30% na mesma classe.

Para explorar as oportunidades e desafios do mercado financeiro, e entender como as estratégias de investimento podem se alinhar aos seus objetivos, consulte um especialista financeiro. Acompanhe as análises e perspectivas de gestoras líderes para tomar decisões informadas e construir uma carteira resiliente.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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