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Irã está prestes a fechar acordo para comprar mísseis antinavio supersônicos da
Finanças

Irã está prestes a fechar acordo para comprar mísseis antinavio supersônicos da

Última Atualizacão 24/02/2026 10:32
PainelRJ
Publicado 24/02/2026
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REUTERS/Dado Ruvic/Illustration
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Em um cenário de crescentes tensões geopolíticas no Oriente Médio, o Irã encontra-se em avançadas negociações com a China para a aquisição de mísseis antinavio supersônicos, uma movimentação estratégica que pode redefinir o equilíbrio militar na região. A iminência deste acordo ocorre em um momento crítico, com os Estados Unidos mobilizando uma considerável força naval próxima à costa iraniana, antecipando potenciais ações contra a República Islâmica. As conversações para a compra dos mísseis CM-302, de fabricação chinesa, estão praticamente concluídas, embora os detalhes relativos à data de entrega ainda não tenham sido finalizados. Estes projéteis, com um alcance notável de aproximadamente 290 quilômetros, são projetados com tecnologia de ponta para evadir as mais sofisticadas defesas navais, voando em baixas altitudes e a velocidades extremas. A eventual implantação desses mísseis representaria um aumento significativo nas capacidades de ataque do Irã, consolidando uma ameaça real e complexa para as forças navais norte-americanas e seus aliados operando nas águas regionais. Especialistas em armamentos já alertam para o impacto transformador que essa capacidade pode gerar.

Detalhes do acordo e capacidades dos mísseis

O ponto central do acordo em negociação envolve os mísseis antinavio supersônicos CM-302, reconhecidos por suas características avançadas que os tornam extremamente difíceis de interceptar. Sua capacidade de voar em baixa altitude e em velocidades supersônicas permite que atinjam seus alvos antes que as defesas navais consigam reagir eficazmente. Este tipo de armamento pode, portanto, prover ao Irã uma ferramenta de dissuasão e ataque com uma eficácia sem precedentes para sua frota atual. A aquisição de tais mísseis não apenas modernizaria o arsenal iraniano, mas também projetaria uma capacidade de projeção de força que poderia alterar a dinâmica de poder em áreas estratégicas, como o Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte global de petróleo.

A importância estratégica dos CM-302 foi sublinhada por especialistas em inteligência. Danny Citrinowicz, ex-oficial de inteligência israelense e pesquisador sênior do Instituto de Estudos de Segurança Nacional de Israel, afirmou que se o Irã obtiver capacidade supersônica para atacar navios na área, isso representaria uma “mudança completa no jogo”. Ele enfatizou a dificuldade em interceptar tais mísseis, o que os torna um trunfo valioso em qualquer conflito naval. Apesar da proximidade do acordo, o número exato de mísseis envolvidos, o valor total da transação e a garantia final da China em prosseguir com a venda, dadas as tensões regionais, permanecem informações não divulgadas publicamente.

Aceleração das negociações e visitas diplomáticas

As negociações para a compra desses sistemas de mísseis, que se estendem por pelo menos dois anos, ganharam um impulso significativo após um período de intensa tensão e conflito de 12 dias entre Israel e o Irã, ocorrido em junho. Este evento regional parece ter catalisado os esforços iranianos para fortalecer suas defesas e capacidades ofensivas. Durante o verão passado no hemisfério norte, quando as discussões entraram em sua fase final, uma delegação de altos funcionários militares e governamentais iranianos viajou para a China. Entre os visitantes estava Massoud Oraei, vice-ministro da Defesa do Irã, cuja presença nas negociações não havia sido publicamente divulgada até então.

Essa visita de alto nível demonstra a seriedade e a urgência com que o Irã está tratando a questão da aquisição de armamentos estratégicos. Uma autoridade do Ministério das Relações Exteriores iraniano comentou que o Irã possui acordos militares e de segurança com seus aliados, e que agora é o momento apropriado para fazer uso desses acordos, indicando uma postura proativa em meio às pressões internacionais. Essa declaração reforça a percepção de que Teerã busca diversificar e fortalecer suas parcerias estratégicas em resposta às ameaças percebidas e às sanções impostas por potências ocidentais.

Implicações regionais e desafios internacionais

A potencial venda dos mísseis CM-302 ao Irã por parte da China carrega consigo profundas implicações para a segurança regional e para a dinâmica geopolítica global. Representaria um fortalecimento substancial das relações militares entre Pequim e Teerã em um período de elevadas tensões no Oriente Médio. Tal acordo complicaria sobremaneira os esforços dos Estados Unidos e seus aliados em conter o programa de mísseis do Irã e em limitar suas atividades nucleares. Além disso, sinalizaria uma crescente disposição da China em afirmar sua influência em uma região que, por muito tempo, foi predominantemente moldada pelo poderio militar e diplomático norte-americano.

A Casa Branca, questionada sobre as negociações entre Irã e China, optou por não comentar diretamente o sistema de mísseis. No entanto, um oficial da Casa Branca reiterou a postura do presidente dos EUA, Donald Trump, de que “ou faremos um acordo ou teremos que tomar medidas muito duras, como da última vez”, em uma clara alusão ao impasse persistente com o Irã. Essa declaração sugere que Washington está ciente dos desenvolvimentos e está preparada para responder de forma contundente caso perceba uma escalada que ameace seus interesses ou os de seus aliados. O Ministério das Relações Exteriores da China, por sua vez, afirmou não ter conhecimento das negociações sobre uma possível venda de mísseis, uma declaração que pode ser interpretada como uma tentativa de manter uma postura discreta diante da sensibilidade do tema.

Aprofundamento das relações sino-iranianas e o embargo de armas

A transferência de mísseis CM-302 para o Irã seria considerada entre os equipamentos militares mais avançados já vendidos pela China ao país. Esta transação, se concretizada, desafiaria o embargo de armas das Nações Unidas. Embora as sanções iniciais de 2006 tenham sido suspensas em 2015 como parte de um acordo nuclear abrangente com os EUA e seus aliados, elas foram reintroduzidas em setembro do ano passado. A venda desses mísseis colocaria a China em uma posição delicada, potencialmente enfrentando críticas e repercussões de países que defendem a manutenção do regime de sanções.

O fortalecimento das relações militares entre China e Irã, exemplificado por este acordo, reflete uma convergência de interesses em desafiar a hegemonia ocidental e em buscar novas arquiteturas de segurança. Para o Irã, a China representa um parceiro estratégico vital que pode fornecer a tecnologia e o apoio necessários para modernizar suas forças armadas, contornando, em certa medida, as restrições impostas por sanções. Para a China, expandir sua influência no Oriente Médio e solidificar parcerias com países como o Irã pode servir a objetivos econômicos e geopolíticos de longo prazo, incluindo a proteção de rotas comerciais e o acesso a recursos energéticos, além de projetar sua capacidade como fornecedor global de tecnologia militar avançada. Este cenário complexo aponta para um futuro onde a diplomacia internacional e a segurança regional enfrentarão desafios cada vez maiores.

FAQ

Que tipo de mísseis o Irã estaria comprando da China?

O Irã está em negociações avançadas para comprar mísseis antinavio supersônicos CM-302, de fabricação chinesa.

Qual é o alcance e as capacidades dos mísseis CM-302?

Os mísseis CM-302 possuem um alcance de aproximadamente 290 quilômetros. São projetados para evadir as defesas navais, voando em baixas altitudes e a velocidades supersônicas, o que os torna extremamente difíceis de interceptar.

Como este acordo impactaria a segurança regional?

A aquisição desses mísseis aumentaria significativamente as capacidades de ataque do Irã, representando uma ameaça para as forças navais dos EUA e seus aliados na região e podendo alterar o equilíbrio militar no Oriente Médio.

Este acordo violaria alguma sanção internacional?

Sim, a potencial venda desses mísseis de tecnologia avançada desafiaria o embargo de armas das Nações Unidas que foi reimposto em setembro do ano passado, após ter sido suspenso em 2015.

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Fonte: https://www.infomoney.com.br

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