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Instituto Cultural Candonga recebe honraria Pedro Ernesto na Sapucaí
Política

Instituto Cultural Candonga recebe honraria Pedro Ernesto na Sapucaí

Última Atualizacão 17/02/2026 10:03
Painel RJ
Publicado 17/02/2026
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Em um momento de rara emoção e profunda simbologia, o Instituto Cultural Candonga foi solenemente condecorado com o conjunto de medalhas Pedro Ernesto, a mais elevada honraria concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. A cerimônia inédita ocorreu na madrugada da última terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, em plena Marquês de Sapucaí, o palco sagrado do Carnaval carioca. A entrega, realizada no segundo recuo de bateria da avenida, um espaço que carinhosamente leva o nome do próprio Mestre Candonga, paralisou temporariamente a efervescência da festa para reverenciar sua própria história e um de seus mais emblemáticos personagens. O reconhecimento não apenas celebra a memória de José Geraldo de Jesus, o Mestre Candonga, mas também o vital trabalho social e de preservação cultural desenvolvido pela instituição, que há mais de duas décadas se dedica a manter viva a alma do samba e a transformar vidas na Cidade Maravilhosa.

Reconhecimento histórico na Marquês de Sapucaí

A cena foi digna de registro nos anais do Carnaval. O coração da folia pulsava com os desfiles das grandes escolas de samba, mas fez uma pausa respeitosa para testemunhar um tributo que uniu o passado e o presente da festa. A honraria da Medalha Pedro Ernesto, proposta pelo presidente da Câmara, Carlo Caiado, materializou um reconhecimento há muito aguardado, destacando a relevância cultural e social do Instituto Candonga. Este evento sem precedentes reafirmou a Sapucaí como um espaço que transcende o espetáculo, tornando-se um palco para a memória e a gratidão.

A solenidade em meio à folia

O intervalo entre a passagem da Mocidade Independente de Padre Miguel e a aguardada entrada da Beija-Flor, a então campeã do Carnaval carioca, proporcionou o cenário perfeito para a cerimônia. Maurício de Jesus, filho de Mestre Candonga e presidente do Instituto, recebeu as medalhas em um momento carregado de emoção, diante de milhares de espectadores e dos próprios ritmistas que ocupavam o recuo de bateria. A atmosfera era uma mistura única de celebração carnavalesca e reverência solene, com a música e a alegria da avenida se misturando ao peso da história e da memória que ali eram homenageadas. Foi um instante em que a festa, por um breve período, olhou para dentro de si, reconhecendo seus alicerces.

O significado da Medalha Pedro Ernesto

A Medalha Pedro Ernesto é a maior condecoração que a Câmara Municipal do Rio de Janeiro pode conceder a uma personalidade ou instituição que tenha prestado relevantes serviços à cidade. Sua concessão ao Instituto Cultural Candonga sublinha a importância do trabalho de preservação da memória e do legado cultural, bem como a atuação social em comunidades carentes. É um selo de aprovação oficial que chancela a contribuição inestimável do Instituto para a identidade carioca e para o desenvolvimento humano, reconhecendo que a cultura é um pilar fundamental para a cidadania e o bem-estar social.

O legado de Mestre Candonga e a missão do instituto

José Geraldo de Jesus, o Mestre Candonga, falecido em 1997, foi mais do que um funcionário da Riotur ou um apresentador de escolas de samba; ele foi um personagem lendário, uma força vital nos bastidores do Carnaval que se tornou um símbolo. O Instituto Cultural Candonga, fundado em 2002 por seus herdeiros, tem como objetivo primordial perpetuar essa memória e, ao mesmo tempo, estender sua paixão pelo samba e pelo serviço à comunidade.

José Geraldo de Jesus: o guardião das chaves do Carnaval

Candonga trabalhou na Riotur por 12 anos, período em que construiu uma reputação ímpar. Conhecido como o “guardião oficial das chaves da cidade” e o icônico responsável por apresentar as escolas de samba no Sambódromo, ele era uma figura de bastidor que, com sua dedicação e carisma, transcendeu seu papel funcional. Sua presença era uma garantia de que o Carnaval aconteceria com a dignidade e a alegria que a festa merecia. A imagem da velha Caravan marrom estacionada entre os setores 9 e 11 da Sapucaí, de onde Candonga distribuía água e carinho aos ritmistas de todas as escolas, é uma das histórias mais repetidas e emocionantes, ilustrando sua essência de servidor e apaixonado pelo samba. Ele encarnava o espírito de união e solidariedade, elementos intrínsecos à verdadeira essência do Carnaval.

Instituto Candonga: preservação cultural e impacto social

Criado para preservar o valioso legado de Mestre Candonga, o Instituto Cultural Candonga rapidamente expandiu sua missão para além da mera recordação. A organização atua ativamente na comunidade, com programas socioeducativos e culturais voltados para mais de 200 crianças e jovens carentes. Através de oficinas de samba, dança, percussão e outras manifestações artísticas, o instituto não apenas resgata a memória de um ícone, mas também oferece oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, afastando jovens da vulnerabilidade social e incentivando a cidadania. Seu trabalho é um elo vital entre a história do Carnaval e a formação de novas gerações, garantindo que o samba continue a ser um vetor de inclusão e esperança.

Declarações e o peso da memória

As falas das autoridades presentes reforçaram a importância da homenagem, conectando o passado glorioso de Mestre Candonga ao futuro promissor do trabalho desenvolvido pelo Instituto. O consenso era claro: o reconhecimento tem um propósito bem definido e um endereço certo, diretamente ligado à alma do Carnaval carioca.

A voz da Câmara e da Riotur

Para Carlo Caiado, presidente da Câmara, a condecoração é um ato de justiça. “Candonga é um personagem inesquecível do nosso Carnaval, e o instituto que leva o seu nome faz um trabalho social muito importante. Atende mais de 200 crianças carentes e contribui demais para preservar a nossa cultura, especialmente o samba, que é a cara do Rio. Por isso, merece muito esse reconhecimento”, afirmou Caiado, sublinhando a dupla importância do instituto. Bernardo Fellows, presidente da Riotur, ecoou o sentimento, destacando o valor da memória: “O Carnaval também é celebrado por meio dos grandes personagens que constituem a nossa história cultural. O mestre Candonga é uma dessas figuras que, com seu trabalho e paixão pela festa, deixou seu nome marcado. Sendo ele também um ex-funcionário da Riotur, estou feliz de ver essa homenagem feita justamente no pedaço da Sapucaí que leva seu nome.” As declarações evidenciam a compreensão de que o Carnaval é um ecossistema complexo de arte, história e comunidade, onde figuras como Candonga são pilares insubstituíveis.

Um tributo ao coração do Carnaval

A entrega das medalhas no recuo de bateria batizado em homenagem a Candonga não foi uma mera formalidade. Foi um tributo ao coração do Carnaval, àqueles que, nos bastidores, constroem a magia e a alma da festa. Mestre Candonga simboliza o amor incondicional pelo samba, a dedicação abnegada e o espírito de comunidade que fazem do Carnaval do Rio um fenômeno único no mundo. O reconhecimento ao Instituto que perpetua seu nome é, portanto, um reconhecimento a todos que trabalham para que essa magia nunca se apague e para que as novas gerações possam continuar vivenciando e enriquecendo essa tradição cultural tão rica.

Uma conclusão que reforça a importância

A condecoração do Instituto Cultural Candonga com a Medalha Pedro Ernesto na Marquês de Sapucaí transcende a simples entrega de uma honraria; ela representa um marco na valorização da memória cultural e do impacto social do Carnaval carioca. Este evento sublinha a profunda conexão entre a história, a arte e a comunidade, reafirmando que a verdadeira essença da folia reside não apenas no espetáculo grandioso, mas também nas figuras lendárias e nas instituições que dedicam seus esforços à preservação de um legado tão valioso. A homenagem a Mestre Candonga, através do trabalho de seu instituto, serve como um lembrete inspirador de que o Carnaval é, acima de tudo, um espelho da alma carioca, pulsante e generosa. Ao reconhecer o passado, o Rio de Janeiro celebra o presente e investe no futuro de sua cultura mais emblemática.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. O que é o Instituto Cultural Candonga?
O Instituto Cultural Candonga é uma organização fundada em 2002 com o objetivo de preservar a memória de José Geraldo de Jesus, o Mestre Candonga, uma figura lendária do Carnaval carioca, e desenvolver um importante trabalho social e cultural com crianças e jovens carentes.

2. Quem foi Mestre Candonga?
José Geraldo de Jesus, conhecido como Mestre Candonga, foi um ex-funcionário da Riotur, famoso como “guardião das chaves da cidade” e apresentador das escolas de samba no Sambódromo. Ele era uma figura icônica dos bastidores do Carnaval, conhecido por sua dedicação e por cuidar dos ritmistas.

3. Qual a importância da Medalha Pedro Ernesto?
A Medalha Pedro Ernesto é a mais alta honraria concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, destinada a agraciar personalidades e instituições que tenham prestado notáveis serviços à cidade. Sua concessão ao Instituto Candonga reconhece a relevância de seu trabalho cultural e social.

4. Onde e quando ocorreu a homenagem?
A condecoração aconteceu na madrugada de 17 de fevereiro de 2026, na Marquês de Sapucaí, especificamente no segundo recuo de bateria, um local que leva o nome de Mestre Candonga.

5. Quem recebeu a honraria em nome do Instituto?
As medalhas foram recebidas por Maurício de Jesus, filho de Mestre Candonga e atual presidente do Instituto Cultural Candonga.

Para saber mais sobre o trabalho inspirador do Instituto Cultural Candonga e como você pode apoiar a preservação do legado do samba e o desenvolvimento social no Rio de Janeiro, visite o site oficial da instituição e descubra as diversas formas de contribuir para essa causa tão nobre.

Fonte: https://diariodorio.com

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