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Ibovespa atinge novo recorde enquanto Dólar e Juros recuam
Finanças

Ibovespa atinge novo recorde enquanto Dólar e Juros recuam

Última Atualizacão 25/02/2026 08:02
PainelRJ
Publicado 25/02/2026
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Felipe Alves, Fernando Lopes
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O mercado financeiro brasileiro vivenciou um dia de notável otimismo e marcos históricos ontem, com o Ibovespa alcançando seu maior patamar de fechamento de todos os tempos. Os investidores reagiram positivamente a desenvolvimentos internacionais e domésticos, impulsionando a bolsa para um recorde, enquanto o dólar comercial registrou sua quarta baixa consecutiva frente ao real e os juros futuros recuaram em toda a curva. Esse cenário reflete uma confluência de fatores, incluindo o alívio das tensões comerciais globais e uma perspectiva mais favorável para a economia interna, o que movimenta a bolsa hoje e pauta as expectativas para o restante da semana. O desempenho da bolsa, dólar e juros sinaliza um momento de confiança renovada, com os olhos atentos aos próximos passos dos indicadores econômicos.

Otimismo global impulsiona mercados após decisão sobre tarifas

A semana no mercado internacional foi marcada por um alívio significativo que reverberou positivamente nos principais índices de Wall Street. Investidores globais respiraram mais tranquilos após a confirmação de uma tarifa de 10% ser imposta, um percentual menor do que a ameaça inicial de 15% que pairava sobre o comércio. Embora a Casa Branca tenha indicado a possibilidade de correções futuras, a taxa inicial de 10% já foi suficiente para dissipar parte da incerteza e reativar o apetite por risco.

Recuperação em Wall Street e o alívio das tarifas

Os três principais índices de Nova York encerraram o dia com ganhos expressivos, refletindo a confiança restabelecida dos investidores. O Dow Jones avançou 0,76%, fechando em 49.174,50 pontos. O S&P 500 registrou alta de 0,77%, atingindo 6.890,07 pontos, enquanto o Nasdaq, com forte representação do setor de tecnologia, liderou os ganhos com um avanço de 1,05%, para 22.863,68 pontos. A percepção de que o mercado vinha operando sob uma mentalidade de “vender primeiro e perguntar depois” parece ter sido revertida, com a recuperação clássica após uma onda de vendas. A compra de ações do setor de tecnologia, em particular, sinalizou uma rotação de investimentos e uma busca por ativos com maior potencial de crescimento, uma vez que o temor de tarifas mais elevadas diminuiu e o cenário de risco-recompensa se tornou mais atraente. Este movimento sugere uma percepção de que o pior cenário para as tensões comerciais foi evitado, pelo menos por enquanto, permitindo que o foco se voltasse para os fundamentos econômicos e o desempenho corporativo.

Cenário doméstico: Ibovespa rompe barreiras e dólar recua

No Brasil, o cenário externo favorável somou-se a fatores internos para impulsionar o mercado, resultando em um dia histórico para a bolsa de valores e um movimento de queda para o dólar e os juros futuros.

Ibovespa alcança patamar histórico

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o pregão de ontem com uma valorização de 1,40%, atingindo a marca de 191.490,40 pontos. Este patamar representa o maior fechamento de todos os tempos para o índice, superando recordes anteriores e estabelecendo uma nova máxima histórica. Durante o dia, o índice chegou a tocar 191.780,77 pontos, também uma máxima histórica intradiária. A mínima do dia foi registrada em 188.854,45 pontos, e o volume negociado alcançou R$ 31,80 bilhões, indicando forte participação dos investidores. A evolução do Ibovespa tem sido notável nos últimos períodos: o índice acumula alta de 0,50% na semana, 5,58% em fevereiro e impressionantes 18,85% tanto no primeiro trimestre de 2026 quanto no acumulado do ano. Essa performance robusta reflete uma combinação de fatores, incluindo o apetite global por risco, fluxos de capital estrangeiro e expectativas de melhora no cenário econômico doméstico. O rompimento dessa barreira psicológica e técnica pode abrir caminho para novos patamares de valorização, consolidando a recuperação do mercado de ações.

Dólar comercial e juros futuros em queda

Em consonância com o otimismo na bolsa, o dólar comercial estendeu sua trajetória de queda, registrando a quarta baixa consecutiva diante do real. A moeda norte-americana fechou em baixa de 0,26%, com a venda cotada a R$ 5,155 e a compra a R$ 5,154. Durante o dia, o dólar oscilou entre a mínima de R$ 5,142 e a máxima de R$ 5,185. Este movimento de desvalorização do dólar no Brasil ocorreu na contramão do desempenho da divisa em nível global. O índice DXY, que mede a força do dólar em comparação com uma cesta das principais moedas do mundo, registrou alta de 0,14%, alcançando 97,84 pontos. A disparidade entre o desempenho do dólar no mercado interno e externo sugere que fatores específicos do Brasil, como o diferencial de juros e a melhora nas expectativas econômicas, estão atraindo investimentos e fortalecendo o real.

No mercado de juros futuros (DIs), a tendência também foi de queda por toda a curva. As taxas futuras terminaram o dia com baixas expressivas, refletindo a percepção de um cenário de menor risco e, potencialmente, expectativas de inflação mais controlada e de cortes futuros na taxa básica de juros. Por exemplo, o DI1F27 registrou queda de 0,010 ponto percentual (pp), fechando em 13,235%. O DI1F35, mais longo, caiu 0,065 pp, para 13,330%. A redução das taxas de juros futuras é um indicativo de que o mercado está precificando uma política monetária mais flexível no futuro, o que beneficia setores da economia sensíveis a crédito e investimentos, contribuindo para o otimismo geral.

Destaques da bolsa brasileira: altas, baixas e volume

A forte movimentação no Ibovespa naturalmente gerou papéis com desempenhos notáveis, tanto positivos quanto negativos, além de um grande volume de negócios concentrado em algumas das maiores empresas do país.

Papéis em evidência

Entre as maiores altas do dia, destacaram-se IRBR3, com avanço de 7,26% (R$ 64,25), VAMO3, que subiu 6,40% (R$ 4,82), NATU3, com alta de 6,40% (R$ 9,98), SMTO3, que valorizou 6,34% (R$ 17,45), e YDUQ3, com ganho de 6,16% (R$ 13,96). Esses papéis refletiram setores específicos que foram beneficiados pelo otimismo generalizado, seja por notícias próprias ou pela recuperação do apetite por risco.

No lado das maiores baixas, o destaque negativo ficou com BEEF3, que caiu 4,43% (R$ 5,39), seguida por CSMG3, com recuo de 2,84% (R$ 57,22), GOAU4, que perdeu 2,46% (R$ 9,50), MGLU3, com queda de 2,31% (R$ 10,13), e GGBR4, que desvalorizou 2,22% (R$ 21,13). As quedas podem ser atribuídas a fatores setoriais, realização de lucros ou notícias específicas das empresas que não acompanharam o movimento positivo do índice.

Em relação aos papéis mais negociados, a lista incluiu grandes nomes do mercado. PETR4 liderou com 77.170 negócios e alta de 2,54%, seguida por ITUB4 (58.529 negócios, +1,52%), VALE3 (54.844 negócios, +0,39%), GGBR4 (50.355 negócios, -2,22%) e B3SA3 (49.836 negócios, +2,02%). O alto volume nestas ações reflete a liquidez e a representatividade que possuem no Ibovespa, sendo frequentemente alvos de investidores institucionais e de varejo.

O mercado financeiro brasileiro e global demonstrou ontem uma forte resiliência e um otimismo renovado. A decisão sobre as tarifas nos EUA, mais branda do que o esperado, impulsionou os mercados internacionais e forneceu o catalisador para um dia histórico no Brasil. O Ibovespa não apenas registrou um novo recorde de fechamento, mas também solidificou uma tendência de alta no curto e médio prazo. A queda do dólar comercial e dos juros futuros reforça a percepção de um ambiente de investimento mais atraente e de maior confiança na economia brasileira. Enquanto os olhos se voltam para os próximos desdobramentos econômicos e políticos, o cenário atual sugere que a recuperação e o crescimento continuam no radar dos investidores, mantendo a expectativa de um mercado dinâmico e em constante evolução.

FAQ

Quais foram os principais fatores que levaram o Ibovespa a um recorde histórico ontem?
O Ibovespa foi impulsionado por uma combinação de fatores globais e domésticos. Internacionalmente, o alívio das tensões comerciais após a imposição de tarifas menores do que o esperado nos EUA gerou otimismo. Internamente, a queda do dólar e dos juros futuros, juntamente com o fluxo de capital, contribuiu para o forte desempenho da bolsa.

Por que o dólar comercial caiu no Brasil, enquanto o índice DXY subiu globalmente?
A queda do dólar comercial no Brasil, na contramão do índice DXY global, sugere que fatores internos específicos estão influenciando a moeda. O diferencial de juros favorável no Brasil, a melhora nas perspectivas econômicas e o fluxo de investimentos estrangeiros podem estar fortalecendo o real, descolando-o da tendência global de valorização do dólar.

O que a queda dos juros futuros (DIs) indica para a economia brasileira?
A queda dos juros futuros em toda a curva indica que o mercado está precificando um cenário de menor risco inflacionário e, consequentemente, expectativas de que a política monetária possa se tornar mais flexível no futuro, com possíveis cortes na taxa básica de juros. Isso é visto como um indicativo positivo para o crescimento econômico, pois tende a baratear o crédito e estimular investimentos.

Para acompanhar de perto as oscilações do mercado financeiro e suas repercussões, continue informado sobre os principais indicadores.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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