O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em alta de 1,68%, atingindo expressivos 164.468,14 pontos. Este desempenho não apenas consolidou o maior patamar de fechamento da história, mas também representou a máxima do dia, refletindo um otimismo crescente entre investidores. Durante o dia, o índice oscilou entre a mínima de 161.759,02 e a máxima histórica de 164.550,77 pontos. O volume total negociado atingiu R$ 30,30 bilhões.
Com o resultado de ontem, o Ibovespa acumula ganhos significativos ao longo da semana, do mês e do ano. Na segunda-feira, o índice registrou uma leve queda de 0,29%, seguida por uma recuperação consistente com altas de 1,56% na terça-feira e 0,41% na quarta-feira. O desempenho acumulado na semana é de +3,36%, repetindo o mesmo percentual de alta no mês de dezembro. No acumulado do quarto trimestre de 2025, o Ibovespa já registra um avanço de 11,65%, enquanto no ano o crescimento impressionante atinge 35,03%.
No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia com uma queda de 0,04% frente ao real, cotado a R$ 5,310 para venda e compra. A moeda americana apresentou uma mínima de R$ 5,288 e uma máxima de R$ 5,316 durante o pregão. A trajetória do dólar no Brasil contrastou com o cenário internacional, onde o índice DXY, que mede o valor do dólar em relação a outras moedas importantes, apresentou alta de 0,13%, alcançando 98,98 pontos.
Em Nova York, os principais índices acionários encerraram o dia com resultados mistos. O Dow Jones apresentou uma leve queda de 0,07%, enquanto o S&P 500 registrou um ligeiro aumento de 0,11%. O Nasdaq, por sua vez, avançou 0,22%. Observadores do mercado apontam para uma possível acomodação após um período de forte desempenho, com investidores realocando seus portfólios. A expectativa é de que o mercado possa apresentar uma movimentação lateral até o final do ano, aguardando os próximos passos da política monetária e o início de 2026.
Fonte: www.infomoney.com.br



