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Garcia 111: nova torre corporativa de R$ 600 milhões revitaliza Ipanema
Rio de Janeiro

Garcia 111: nova torre corporativa de R$ 600 milhões revitaliza Ipanema

Última Atualizacão 13/01/2026 16:31
PainelRJ
Publicado 13/01/2026
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A Rua Garcia D'Ávila, o ponto mais valorizado de Ipanema, vai ganhar um empreendimento corporati...
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A Zona Sul do Rio de Janeiro está prestes a receber um marco arquitetônico e empresarial que promete redefinir o mercado de escritórios de alto padrão na cidade. O lançamento do Garcia 111, um novo empreendimento corporativo de alto padrão em Ipanema, na cobiçada Rua Garcia D’Ávila, representa um investimento robusto de R$ 600 milhões e sinaliza um novo capítulo para o setor imobiliário carioca. Este projeto surge em um momento crucial, marcando a entrada de um grande player, tradicionalmente focado em luxo residencial, no segmento corporativo, e quebra um hiato de quase uma década na construção de grandes edifícios de escritórios na região, atendendo à crescente demanda por espaços modernos e eficientes que acompanham o retorno gradual ao trabalho presencial.

O renascimento do mercado corporativo no Rio de Janeiro

O Garcia 111 não é apenas um prédio; ele simboliza a revitalização e a maturidade do mercado corporativo do Rio de Janeiro. Classificado como um empreendimento “Triple A”, o projeto atende aos mais elevados padrões de qualidade, tecnologia e prestígio, com uma localização estratégica que visa atrair empresas de grande porte. Sua torre imponente terá aproximadamente 30 mil metros quadrados de área construída, distribuídos em 19 pavimentos. Cada andar poderá oferecer até 1,3 mil metros quadrados de área locável, proporcionando flexibilidade para diversas configurações empresariais. Além disso, o projeto contempla três lojas no térreo, agregando valor e serviços à comunidade local, e um terraço com vistas deslumbrantes para a Praia de Ipanema e a Lagoa Rodrigo de Freitas, criando um ambiente de trabalho inspirador e diferenciado.

Quebra de um jejum de uma década

A chegada do Garcia 111 é particularmente significativa porque encerra um período de quase uma década sem novos projetos corporativos de grande escala no Rio. O último empreendimento de alto padrão construído do zero na Zona Sul, com foco especulativo (ou seja, sem um inquilino pré-definido), foi o Lagoa Corporate, inaugurado em 2010. Em 2018, a cidade recebeu o JB 695, no Jardim Botânico, mas este foi ocupado exclusivamente por uma única empresa, não contribuindo para a oferta de escritórios no mercado aberto. Atualmente, existem apenas dois outros projetos de grande porte em andamento na região, ambos no Leblon: o Rythme Leblon, e o Leblon Green, ambos caracterizados como retrofits, que consistem na modernização e adaptação de edifícios existentes, e não em novas construções. A escassez de novas ofertas tem sido um reflexo da lenta recuperação econômica da cidade após a recessão de 2015 e 2016, que foi agravada pela Operação Lava Jato, impactando diretamente o setor de óleo e gás, vital para a economia carioca. Essa lacuna no desenvolvimento de novos espaços de trabalho de ponta criou uma demanda reprimida por escritórios modernos e com infraestrutura atualizada, que o Garcia 111 agora se propõe a preencher.

Cenário atual e o futuro do setor imobiliário corporativo carioca

O mercado de escritórios do Rio de Janeiro tem passado por transformações importantes. No ano passado, a oferta disponível na cidade chegou a diminuir, com a conversão de nove imóveis corporativos para outras finalidades, incluindo quatro residenciais, dois hotéis, um multifamily, um hospital e um self storage. Essa mudança estratégica, impulsionada em parte pela pandemia e pela busca por maior rentabilidade, contribuiu para a redução do estoque de escritórios. Apesar de a taxa de vacância no Rio de Janeiro estar no menor nível dos últimos cinco anos, em 26%, ela ainda é consideravelmente mais alta quando comparada à capital paulista, onde o índice se encontra em 16,5%. Entretanto, essa aparente alta taxa esconde uma realidade importante: a escassez de opções para empresas que buscam espaços maiores, com mais de 5 mil metros quadrados, em edifícios de alta qualidade. Na Zona Sul, a única alternativa nesse recorte, antes do Garcia 111, era a pré-locação do Rythme, no Leblon, onde os valores de aluguel já atingem R$ 300 por metro quadrado — um patamar comparável aos praticados em áreas nobres de São Paulo, como a Faria Lima.

Oportunidade e valorização da Zona Sul

A localização na Garcia D’Ávila, em Ipanema, não é uma escolha aleatória. Reconhecida como um dos endereços mais valorizados da cidade, a região oferece uma combinação única de infraestrutura, serviços e qualidade de vida. A construção do Garcia 111 neste ponto demonstra uma confiança renovada no potencial de Ipanema e da Zona Sul como polo empresarial. A decisão de investir em um empreendimento Triple A reflete a percepção de que há um segmento de empresas no Rio de Janeiro dispostas a pagar por espaços de alto nível, com tecnologia de ponta, design moderno e localização privilegiada, características essenciais para atrair e reter talentos. Este projeto, portanto, não apenas adiciona uma nova oferta ao mercado, mas também eleva o padrão dos escritórios disponíveis, impulsionando a competitividade e a modernização do ambiente de negócios na capital fluminense.

Conclusão

O lançamento do Garcia 111 em Ipanema marca um ponto de virada para o mercado imobiliário corporativo do Rio de Janeiro. Com um investimento expressivo de R$ 600 milhões, este empreendimento Triple A não apenas preenche uma lacuna de quase uma década na oferta de escritórios de alto padrão, mas também sinaliza uma retomada da confiança e do desenvolvimento na cidade. Ao trazer um projeto que atende às mais modernas exigências de infraestrutura, tecnologia e localização, o Garcia 111 se posiciona como um catalisador para a atração de grandes empresas e a revitalização econômica da Zona Sul. A valorização dos aluguéis e a crescente demanda por espaços qualificados indicam que o Rio de Janeiro está pronto para um novo ciclo de crescimento e inovação no setor corporativo.

FAQ

O que significa um empreendimento “Triple A”?
Um empreendimento “Triple A” refere-se a edifícios corporativos que representam o mais alto padrão de qualidade construtiva, tecnologia, infraestrutura, localização e design, oferecendo serviços e comodidades de ponta para atrair empresas de grande porte e multinacionais.

Por que houve um longo hiato na construção de escritórios de alto padrão no Rio de Janeiro?
A escassez de novos lançamentos de escritórios de alto padrão no Rio de Janeiro nos últimos dez anos foi influenciada principalmente pela recessão econômica de 2015-2016 e pelos impactos da Operação Lava Jato, que afetaram setores-chave como o de óleo e gás, reduzindo a demanda e o investimento em novos projetos.

Qual a importância do Garcia 111 para o mercado imobiliário corporativo carioca?
O Garcia 111 é crucial por quebrar um jejum de quase uma década em novos projetos corporativos de alto padrão no Rio, especialmente na Zona Sul. Ele responde à demanda por escritórios modernos e qualificados, eleva o padrão da oferta local e sinaliza uma recuperação do mercado, atraindo investimentos e empresas para a cidade.

Mantenha-se atualizado sobre as tendências e desenvolvimentos que moldam o futuro do mercado imobiliário.

Fonte: https://temporealrj.com

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