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Fronteira entre Brasil e Venezuela fechada após ataque dos EUA a Caracas
Finanças

Fronteira entre Brasil e Venezuela fechada após ataque dos EUA a Caracas

Última Atualizacão 03/01/2026 10:32
PainelRJ
Publicado 03/01/2026
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Mulher e criança cruzam a fronteira após deixar a Venezuela na cidade fronteiriça de Pacaraima...
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A fronteira entre Brasil e Venezuela foi abruptamente fechada na manhã deste sábado, 3 de março, em Pacaraima, Roraima, em uma medida que reflete a escalada de tensões na América do Sul. A ação ocorre horas depois de os Estados Unidos terem lançado um intenso ataque militar contra a capital venezuelana, Caracas, e outras regiões do país. A movimentação na fronteira, marcada pela presença de militares e bloqueios, sublinha a gravidade dos acontecimentos que culminaram na suposta captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa. Este fechamento representa um marco nas relações bilaterais e na geopolítica regional, ecoando intervenções passadas e reacendendo debates sobre a soberania e a estabilidade na América Latina em face de uma agressão militar sem precedentes na história recente.

Ação militar dos EUA e a resposta venezuelana

Captura de Maduro e acusações de Washington

A madrugada de sábado, 3 de março, testemunhou uma dramática intensificação da crise venezuelana com um ataque em larga escala orquestrado pelos Estados Unidos. O ex-presidente Donald Trump, em uma postagem na rede social Truth Social, anunciou a bem-sucedida operação militar contra a Venezuela e seu líder. Segundo Trump, o presidente Nicolás Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país, prometendo mais detalhes em uma coletiva de imprensa posterior. Esta intervenção direta é a mais significativa dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989, que depôs o líder Manuel Noriega sob acusações semelhantes.

Washington justificou a operação acusando Maduro de liderar um “narcoestado” e de ter fraudado as eleições de 2024, cujos resultados foram contestados pela oposição que alegava uma vitória esmagadora. Em resposta, Maduro, que assumiu o poder em 2013 sucedendo Hugo Chávez, sempre afirmou que os EUA visavam o controle das vastas reservas de petróleo da Venezuela, as maiores do mundo. A procuradora-geral dos EUA anunciou que Maduro seria indiciado e julgado em Nova York por uma série de crimes graves, incluindo “conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos contra os Estados Unidos”. Uma autoridade norte-americana, falando à Reuters, confirmou que Maduro foi capturado por tropas de elite das forças especiais.

Reação imediata de Caracas e mobilização nacional

O governo venezuelano rapidamente confirmou os ataques, classificando-os como uma “agressão militar” contra o país. Embora não houvesse confirmação imediata por parte de Caracas sobre a captura ou partida de Nicolás Maduro, o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, assumiu uma postura desafiadora. Em um vídeo transmitido pela mídia estatal, quase simultaneamente à postagem de Trump, Padrino condenou veementemente a presença de tropas estrangeiras, que, segundo ele, apenas trouxeram “morte, dor e destruição” à história libertária da Venezuela. Ele conclamou a nação a “cerrar o punho em defesa do que é nosso” e a se unir na resistência e no triunfo.

Na madrugada de sábado, explosões sacudiram a capital Caracas e outras localidades, levando o governo a declarar emergência nacional e mobilizar suas tropas em resposta à incursão estrangeira. Testemunhas da Reuters e imagens que circularam nas redes sociais relataram ter visto explosões, aeronaves e fumaça preta em Caracas a partir das 2h da manhã (3h de Brasília), prolongando-se por aproximadamente 90 minutos. Os ataques também foram reportados nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, indicando uma ação militar abrangente em diversas regiões estratégicas do país.

Implicações regionais e o fechamento da fronteira

Impacto na fronteira Brasil-Venezuela

Em resposta aos eventos na Venezuela, a fronteira entre Brasil e Venezuela foi fechada em Pacaraima, Roraima, na manhã de sábado, 3 de março. Por volta das 8h, imagens divulgadas pela Polícia Militar local mostraram um cenário de bloqueio: viaturas e militares do Exército brasileiro posicionados próximos às bandeiras dos dois países, com cones sinalizando o impedimento de acesso. Esta medida de segurança é uma consequência direta da instabilidade e da intervenção militar na Venezuela, buscando, provavelmente, controlar o fluxo de pessoas e bens e prevenir possíveis repercussões da crise no território brasileiro. O fechamento afeta diretamente o intenso trânsito de pessoas, incluindo muitos venezuelanos que buscam refúgio e oportunidades no Brasil, bem como as atividades comerciais na região fronteiriça, gerando incerteza para milhares de indivíduos e impactando a economia local.

Repercussão na América Latina e posicionamento da oposição

A ação direta dos Estados Unidos na Venezuela, embora justificada pelas acusações contra Maduro, reavivou dolorosas memórias de intervenções passadas na América Latina, como a invasão do Panamá em 1989. Apesar de vários governos latino-americanos se oporem a Maduro e questionarem a legitimidade da eleição de 2024, há uma forte oposição geral na região a tais intervenções militares, tanto por parte dos governos quanto das populações, devido ao histórico de instabilidade e consequências negativas que elas geralmente acarretam. A soberania e a não-intervenção são princípios fortemente defendidos na diplomacia regional.

Quanto à oposição venezuelana, liderada pela recente ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, optou por uma postura cautelosa. Em uma declaração em suas redes sociais, o grupo da oposição informou não possuir “nenhum comentário oficial” sobre os eventos que se desenrolavam. A prisão de Maduro, caso confirmada, marcaria a queda de um governante autocrático que se agarrou ao poder durante um colapso econômico e uma severa crise humanitária, que levou milhões de venezuelanos a fugir do país. A ausência de um posicionamento imediato da oposição pode refletir a complexidade e a imprevisibilidade do cenário pós-intervenção.

Análise dos eventos e perspectivas futuras

Os eventos de 3 de março de 2024 marcam um ponto de inflexão na política externa dos Estados Unidos em relação à América Latina e na própria trajetória da Venezuela. A intervenção militar direta, a captura de um chefe de Estado e as acusações formais de narcoterrorismo contra ele estabelecem um precedente de extrema gravidade. Enquanto a comunidade internacional aguarda mais detalhes e confirmações, a região se depara com a incerteza de um vácuo de poder na Venezuela e as potenciais ramificações de uma ação militar desta magnitude. O fechamento da fronteira entre Brasil e Venezuela é um testemunho imediato da instabilidade gerada, indicando que os desdobramentos terão um impacto duradouro na dinâmica geopolítica sul-americana.

Perguntas frequentes

Por que a fronteira entre Brasil e Venezuela foi fechada?
A fronteira em Pacaraima, Roraima, foi fechada em resposta a um intenso ataque militar dos Estados Unidos a Caracas e outras regiões da Venezuela, que levou à mobilização de tropas e declaração de emergência nacional pelo governo venezuelano. A medida visa controlar a segurança na região fronteiriça diante da instabilidade.

Quais as principais acusações dos EUA contra Nicolás Maduro?
Os Estados Unidos acusam Nicolás Maduro de liderar um “narcoestado” e de fraudar as eleições de 2024. A procuradora-geral dos EUA anunciou que Maduro seria indiciado por “conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos, e conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos contra os Estados Unidos”.

Qual foi a reação inicial do governo venezuelano aos ataques?
O governo venezuelano confirmou os ataques, classificando-os como uma “agressão militar”. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, rejeitou a presença de tropas estrangeiras, conclamando o povo à unidade e resistência. O governo também declarou emergência nacional e mobilizou suas tropas em resposta.

A oposição venezuelana se manifestou sobre os eventos?
A oposição venezuelana, liderada por María Corina Machado, declarou que não tinha “nenhum comentário oficial” sobre os eventos no momento da divulgação das notícias, mantendo uma postura de cautela diante da complexidade da situação.

Mantenha-se atualizado sobre os desdobramentos desta crise sem precedentes na América Latina.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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