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Flávio Bolsonaro testa nomes do PL para sucessão de Cláudio Castro no
Política

Flávio Bolsonaro testa nomes do PL para sucessão de Cláudio Castro no

Última Atualizacão 25/12/2025 15:00
Painel RJ
Publicado 25/12/2025
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O cenário político fluminense ganha contornos de aceleração com a iniciativa do senador Flávio Bolsonaro (PL) de impulsionar a escolha de um sucessor para o governador Cláudio Castro. Visando garantir que a direita mantenha o controle do Palácio Guanabara após a provável renúncia de Castro, que deve ocorrer logo após o carnaval, o senador propôs ao Partido Liberal a avaliação de quatro pré-candidatos. A estratégia de Flávio Bolsonaro é clara: utilizar pesquisas de intenção de voto já em janeiro para identificar o nome mais competitivo e fortalecer o palanque da direita no estado, em um movimento que também mira as eleições presidenciais de 2026. A articulação visa consolidar uma base sólida para futuras disputas, com foco na governança estadual.

Aceleração do processo sucessório no estado do Rio de Janeiro

A decisão de Flávio Bolsonaro de antecipar a discussão sobre a sucessão no governo do Rio de Janeiro demonstra a urgência em definir uma estratégia eleitoral robusta para o Partido Liberal. A movimentação busca assegurar que, com a iminente saída de Cláudio Castro – que pode concorrer nas eleições municipais de 2024 ou em outros cargos –, o vácuo de poder seja preenchido por um nome alinhado à direita, evitando a ascensão de um perfil considerado “técnico” ou de outro espectro político. O senador planeja discutir essa pauta diretamente com o presidente estadual do PL, Altineu Côrtes, e com o próprio governador Cláudio Castro, buscando o aval para a realização das pesquisas internas.

A pesquisa interna e os critérios de seleção

Com a aprovação das lideranças partidárias, o PL deve encomendar pesquisas de intenção de voto para serem realizadas já no próximo mês de janeiro. O objetivo central é medir o desempenho eleitoral dos nomes propostos por Flávio Bolsonaro junto ao eleitorado fluminense. Essa etapa é crucial para avaliar a viabilidade de cada pré-candidato e identificar aquele que possui maior potencial de voto e menor índice de rejeição, consolidando uma escolha estratégica para a governança do estado. A medição de tração eleitoral permitirá ao partido tomar uma decisão embasada em dados concretos, minimizando riscos e maximizando as chances de sucesso na disputa pelo Palácio Guanabara.

Os nomes em avaliação pelo Partido Liberal

Flávio Bolsonaro apresentou ao PL uma lista de quatro potenciais pré-candidatos, cada um com um perfil e histórico distintos, mas todos vistos como aptos a representar os interesses da direita no Rio de Janeiro. A diversidade dos nomes sugere uma busca por diferentes nichos do eleitorado, desde a segurança pública até o apelo popular e a experiência administrativa. A seleção final será definida pela capacidade de cada um em aglutinar apoio e demonstrar competitividade nas urnas, conforme apontado pelas pesquisas internas.

Douglas Ruas: a aposta jovem e conectada

Entre os cotados, destaca-se Douglas Ruas, atual secretário estadual das Cidades. Filho do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), e policial civil concursado, Ruas é visto como uma promessa jovem dentro do partido. Sua origem familiar e sua atuação na segurança pública conferem-lhe uma imagem de proximidade com as pautas conservadoras e com a realidade dos municípios fluminenses. O plano inicial para Douglas era colocá-lo na presidência da Assembleia Legislativa no próximo ano, dentro de um arranjo político desenhado por Altineu Côrtes. No entanto, a nova estratégia de Flávio Bolsonaro o eleva para a disputa do Executivo estadual, evidenciando sua crescente relevância no cenário político do Rio.

Felipe Curi: da segurança pública ao cenário político

O secretário estadual de Polícia Civil, Felipe Curi, é outro nome que figura na lista de Flávio Bolsonaro. Curi vinha ganhando projeção com a coordenação de importantes ações de segurança, como a Operação Torniquete. Sua entrada definitiva no radar político ocorreu após a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, em outubro, que resultou em 122 mortes e gerou grande repercussão nacional. A visibilidade alcançada, embora acompanhada de controvérsias, o posiciona como um nome forte para o eleitorado que valoriza a pauta da segurança pública, especialmente em um estado como o Rio de Janeiro. Sua experiência à frente de uma pasta tão sensível confere-lhe um perfil de gestor com foco em resultados.

Rodolfo Landim: o outsider com apelo popular

Com uma trajetória fora da política tradicional, Rodolfo Landim, ex-presidente do Flamengo, é o terceiro nome sugerido por Flávio Bolsonaro. Declaradamente bolsonarista, Landim nunca disputou uma eleição, mas é reconhecido por sua capacidade de diálogo com diversos setores da sociedade, característica que pode ser um diferencial em uma corrida eleitoral. Seu histórico de sucesso na gestão de um dos maiores clubes de futebol do Brasil confere-lhe uma imagem de liderança e eficiência, atributos valorizados pelo eleitorado que busca alternativas aos políticos de carreira. A aposta em Landim visa atrair votos de eleitores desencantados com o sistema político convencional e que se identificam com figuras de sucesso em outras áreas.

Marcelo Delaroli: o prefeito com vitrine eleitoral

Fechando a lista, está o prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli. Já considerado um quadro relevante do PL, Delaroli ganhou ainda mais visibilidade após seu irmão, Guilherme Delaroli, assumir interinamente a presidência da Assembleia Legislativa, em um período de turbulência política. Reeleito com impressionantes 93,79% dos votos em seu município, Delaroli tornou-se uma vitrine para o partido. Bruno Bonetti, presidente municipal do PL, reforçou o potencial do prefeito, afirmando que “com Marcelo Delaroli, tivemos a maior vitória em um município com mais de 200 mil habitantes na disputa PL x PT. Marcelo é, certamente, uma das estrelas mais promissoras da política no Rio e no Brasil. Para ele, o céu é o limite.” Sua performance eleitoral em Itaboraí o credencia como um candidato com forte apelo popular e comprovada capacidade de gestão.

Confronto de estratégias e o palanque nacional

A movimentação de Flávio Bolsonaro não se limita à sucessão estadual; ela se insere em um contexto mais amplo, com vistas à corrida presidencial de 2026. O senador se opõe veementemente à ideia de a Assembleia Legislativa eleger, de forma indireta, um nome técnico para comandar o estado após a saída de Cláudio Castro. Essa proposta, que partiu do próprio governador, indicava o secretário-chefe da Casa Civil, Nicola Miccione, como uma opção de consenso, vista como um nome que não criaria resistências internas e que era bem aceita entre partidos da base aliada, como PP e União Brasil, que planejam marchar juntos nas próximas eleições.

O cenário alternativo e a visão do PL

A tese de um nome técnico, como Nicola Miccione, representava uma solução política para a transição, buscando estabilidade e menor atrito. No entanto, o cenário mudou significativamente quando Flávio Bolsonaro foi alçado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro à condição de pré-candidato ao Planalto em 2026. Com a disputa nacional no horizonte, o senador avalia que precisa de um palanque mais robusto e ideologicamente alinhado no Rio de Janeiro. Para Flávio, entregar o Palácio Guanabara a um técnico não faz sentido no momento em que a direita busca se fortalecer eleitoralmente. A leitura é que, com um aliado político no comando do estado, o PL teria maior força tanto na campanha estadual quanto na corrida presidencial, garantindo um apoio fundamental para a articulação política e eleitoral de 2026.

Cenários futuros e a corrida eleitoral no Rio

As pesquisas de intenção de voto previstas para janeiro serão o termômetro inicial para a definição do rumo da direita no Rio de Janeiro. A escolha do pré-candidato não apenas determinará o futuro do governo fluminense após a saída de Cláudio Castro, mas também terá implicações diretas na construção do palanque para as eleições presidenciais de 2026. A estratégia de Flávio Bolsonaro reflete a importância do estado do Rio no xadrez político nacional, buscando consolidar uma base de apoio sólida e ideologicamente alinhada para os próximos pleitos. O PL, sob essa ótica, não apenas busca a governança estadual, mas também a projeção de um nome que possa fortalecer o movimento da direita em um cenário de disputa mais ampla.

FAQ

1. Por que Flávio Bolsonaro decidiu acelerar a escolha de um sucessor para Cláudio Castro?
O senador Flávio Bolsonaro busca garantir que, após a provável renúncia de Cláudio Castro, um nome alinhado à direita assuma o governo do Rio de Janeiro, fortalecendo a base política do Partido Liberal e preparando um palanque robusto para as eleições presidenciais de 2026.

2. Quais nomes estão sendo avaliados para a sucessão de Cláudio Castro?
Quatro nomes foram sugeridos por Flávio Bolsonaro para serem testados em pesquisas internas: Douglas Ruas (secretário estadual das Cidades), Felipe Curi (secretário estadual de Polícia Civil), Rodolfo Landim (ex-presidente do Flamengo) e Marcelo Delaroli (prefeito de Itaboraí).

3. Qual o papel das pesquisas de intenção de voto neste processo?
As pesquisas, previstas para janeiro, têm como objetivo medir o desempenho eleitoral e a tração de cada um dos nomes sugeridos junto ao eleitorado fluminense, auxiliando o Partido Liberal a escolher o candidato com maior potencial de vitória e menor rejeição.

4. Por que Flávio Bolsonaro se opõe a um nome “técnico” para a transição?
Flávio Bolsonaro entende que, com sua própria ascensão como pré-candidato à Presidência da República em 2026, é crucial ter um aliado político no comando do Rio de Janeiro. Um nome técnico, embora possa ser de consenso, não ofereceria o mesmo suporte político e ideológico para as campanhas estadual e nacional da direita.

Acompanhe os desdobramentos dessa articulação política e mantenha-se informado sobre o futuro do governo do Rio de Janeiro.

Fonte: https://diariodorio.com

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