Painel RJPainel RJPainel RJ
Font ResizerAa
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Reading: Federação de esqui nega uso de ácido hialurônico para vantagem competitiva
Share
Font ResizerAa
Painel RJPainel RJ
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Have an existing account? Sign In
Início » Blog » Federação de esqui nega uso de ácido hialurônico para vantagem competitiva
Federação de esqui nega uso de ácido hialurônico para vantagem competitiva
Finanças

Federação de esqui nega uso de ácido hialurônico para vantagem competitiva

Última Atualizacão 07/02/2026 10:32
PainelRJ
Publicado 07/02/2026
Share
Jogos Olímpicos de Milão-Cortina 2026 - Esqui Estilo Livre - Qualificação do Slopestyle Mascu...
SHARE

A Federação Internacional de Esqui e Snowboard (FIS) veio a público para refutar veementemente uma controversa teoria que sugeria que atletas de salto de esqui estariam manipulando suas medidas corporais para obter trajes mais folgados. O objetivo seria conquistar uma suposta vantagem competitiva nos próximos Jogos Olímpicos de Inverno, que acontecerão em Milão-Cortina. A entidade, que se pronunciou após semanas de especulações no circuito internacional e intensa repercussão na mídia, especialmente na véspera da abertura das competições olímpicas, declarou que não há qualquer fundamento para tais alegações. A polêmica, que envolvia a possibilidade de uso de ácido hialurônico para alterar temporariamente o volume em certas regiões do corpo, foi categoricamente descartada pela federação, que garante a integridade do esporte e de seus atletas.

A polêmica sobre manipulação de trajes

Origem da teoria e o papel do Bild

A controvérsia teve início após o jornal alemão Bild publicar uma reportagem que detalhava discussões internas no mundo do salto de esqui sobre a possibilidade de atletas alterarem temporariamente o volume da região da virilha antes das medições oficiais. Essas medições são cruciais e realizadas no começo de cada temporada, utilizando avançados scanners corporais tridimensionais. Tais equipamentos determinam, com precisão milimétrica, as dimensões exatas dos trajes que os competidores utilizarão em todas as provas durante meses.

A polêmica ganhou força com relatos que sugeriam que alguns atletas teriam considerado injetar ácido hialurônico em seus órgãos genitais para manipular as imagens tridimensionais capturadas pelos scanners. Essa prática hipotética visaria criar uma percepção de volume corporal maior do que o real, permitindo a confecção de trajes com uma folga ligeiramente superior à permitida pelos regulamentos. No entanto, a Federação Internacional de Esqui e Snowboard (FIS) insistentemente negou a existência de qualquer prova que sustentasse essa teoria. Bruno Sassi, porta-voz da federação, afirmou à Associated Press: “Nunca houve qualquer indicação, muito menos prova, de que algum competidor tenha utilizado injeções de ácido hialurônico para tentar obter vantagem competitiva”. Ele enfatizou que “esse boato infundado começou há algumas semanas, baseado em boatos”. A posição da FIS é clara: não há elementos concretos que corroborem as especulações.

A ciência por trás da aerodinâmica no salto de esqui

A importância do ajuste do traje e o impacto no desempenho

A relevância dessas medições e do ajuste preciso do traje reside na natureza altamente aerodinâmica do salto de esqui. Os regulamentos da FIS estipulam que o traje deve se ajustar ao corpo do atleta dentro de uma tolerância bastante limitada, geralmente entre dois e quatro centímetros de folga. Essa margem é crucial porque uma área de superfície maior do tecido, mesmo que minimamente expandida dentro desses limites permitidos, pode significativamente aumentar a sustentação durante o voo, o que, por sua vez, pode favorecer distâncias maiores nos saltos.

Um estudo publicado em outubro na revista científica Frontiers ressaltou a extrema sensibilidade do desempenho no salto de esqui a variações no ajuste do traje. A pesquisa sugeriu que um ajuste mínimo, mas estratégico, poderia se traduzir em vários metros extras de voo. Essa hipótese foi reforçada por outras pesquisas e pela opinião de especialistas e atletas no campo da biomecânica esportiva. De acordo com esses especialistas, cada centímetro adicional de tecido na área do traje que interage com o ar poderia potencialmente adicionar vários metros a um salto, o que, em um esporte de margens tão apertadas, explicaria a motivação por trás de qualquer tentativa de alterar o volume corporal no momento da digitalização. A busca por um mínimo ganho aerodinâmico é uma constante no esporte de alto rendimento, e o traje é um componente fundamental nessa equação.

Medidas de controle e escândalos anteriores

Reforço das regras e a experiência norueguesa

A Federação Internacional de Esqui e Snowboard argumenta que seu sistema de controle atual é robusto e eficaz, reduzindo significativamente a possibilidade de manipulação. A FIS endureceu suas regras após um escândalo notório descoberto durante o Campeonato Mundial de 2025. Naquela ocasião, membros da equipe norueguesa foram flagrados alterando as costuras na região da virilha de seus trajes, uma manobra projetada para aumentar a flutuabilidade e, consequentemente, a sustentação aerodinâmica durante os saltos.

Esse esquema resultou em sanções esportivas e administrativas severas. Os saltadores Marius Lindvik e Johann André Forfang foram suspensos, e membros da comissão técnica receberam suspensões ainda mais longas, evidenciando a gravidade da infração e o compromisso da federação com a integridade do esporte. Após esse episódio, a FIS implementou um conjunto de medidas mais rigorosas para prevenir futuras tentativas de fraude. Foram introduzidas verificações meticulosas antes e depois de cada salto, microchips embutidos nos trajes para monitoramento e melhorias significativas nos sistemas de medição tridimensional. A organização expressa confiança de que esse endurecimento dos procedimentos de controle torna qualquer tentativa de manipulação praticamente inviável e assegura um campo de jogo justo para todos os competidores. Vale ressaltar que, embora o ácido hialurônico não seja uma substância proibida pelas regras antidoping tradicionais, especialistas médicos alertam que injetá-lo para fins estéticos ou de manipulação corporal, sem indicação médica clara, pode acarretar riscos significativos à saúde dos atletas.

Conclusão

A Federação Internacional de Esqui e Snowboard mantém uma posição inflexível contra a teoria de manipulação de trajes para obter vantagem no salto de esqui, enfatizando a ausência de provas concretas para as alegações. O episódio ressalta a constante tensão entre a busca por aprimoramento de desempenho e a necessidade de manter a integridade esportiva através de regulamentos claros e controles rigorosos. A evolução das regras e a introdução de tecnologias de fiscalização avançadas, motivadas por escândalos anteriores, demonstram o compromisso da FIS em assegurar uma competição justa. A prioridade máxima da federação é garantir que os resultados sejam reflexo exclusivo do talento, técnica e dedicação dos atletas, e não de métodos questionáveis.

Perguntas frequentes

O que é a teoria refutada pela Federação Internacional de Esqui?
A teoria sugeria que atletas de salto de esqui estariam alterando suas medidas corporais, possivelmente com injeções de ácido hialurônico, para obter trajes ligeiramente mais folgados e, assim, ganhar vantagem aerodinâmica.

Por que o ajuste do traje é tão crucial no salto de esqui?
O ajuste do traje é vital para a aerodinâmica. Uma pequena folga, dentro de certos limites, pode aumentar a área de superfície e a sustentação, resultando em saltos mais longos e, consequentemente, melhor desempenho competitivo.

O ácido hialurônico é uma substância proibida no esporte?
Não, o ácido hialurônico não é uma substância proibida pelas regras antidoping. No entanto, sua injeção para fins de manipulação corporal é desaconselhada por especialistas médicos devido a potenciais riscos à saúde.

Que medidas a FIS implementou para coibir manipulações?
Após um escândalo em 2025, a FIS reforçou os controles com verificações antes e depois de cada salto, microchips embutidos nos trajes e melhorias nos sistemas de medição tridimensional para evitar alterações indevidas.

Para se manter atualizado sobre as últimas notícias do mundo dos esportes de inverno e as controvérsias que moldam o cenário competitivo, assine nossa newsletter.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

Final da libertadores atrasada: trânsito em lima adia início da decisão
Bolsa hoje: ibovespa e dólar reagem em meio a expectativas do mercado
Bolsa brasileira renova recorde, flertando com os 159 mil pontos
Alaska, de Henrique Bredda, eleva participação no Assaí para 5,82%
Trump elogia Lula e projeta grande papel do Brasil em novo Conselho
TAGGED:esquifederaçãofissaltotrajes
Compartilhar
Facebook Email Print

Siga nossas redes

Facebook Instagram
- Advertisement -
Ad imageAd image
©️ Painel RJ. Todos os direitos reservados
adbanner
Welcome Back!

Sign in to your account

Nome de Usuário ou E-mail
Senha

Lost your password?