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Consórcio Intersul multado em quase R$ 5 milhões por greve de ônibus
Rio de Janeiro

Consórcio Intersul multado em quase R$ 5 milhões por greve de ônibus

Última Atualizacão 23/12/2025 16:32
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Publicado 23/12/2025
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Consórcio da Real e da Vila Isabel leva multa de quase R$ 5 milhões por greve de ônibus de set...
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A Prefeitura do Rio de Janeiro impôs uma multa substancial ao Consórcio Intersul, responsável pela operação das empresas de ônibus Viação Real e Viação Vila Isabel. O valor da penalidade atinge a cifra de R$ 4.934.344,60, e foi aplicada em decorrência da greve de rodoviários que paralisou diversas linhas em 16 de setembro. A decisão, publicada pela Secretaria Municipal de Transportes no Diário Oficial da última terça-feira (23), sublinha a gravidade do descumprimento contratual por parte do consórcio, que falhou em assegurar a operação mínima dos serviços essenciais durante o protesto. A sanção reforça a fiscalização sobre as concessionárias de transporte público na cidade.

A penalidade e seus fundamentos

Detalhes da multa e do descumprimento contratual

A multa de R$ 4.934.344,60 aplicada ao Consórcio Intersul não é apenas um valor significativo, mas um indicativo da postura rigorosa da Prefeitura do Rio de Janeiro em relação à qualidade e continuidade dos serviços de transporte público. A Secretaria Municipal de Transportes formalizou a penalidade através de publicação no Diário Oficial, um dia após o início de uma nova paralisação envolvendo uma das empresas do consórcio. O cerne da questão reside na falha do Consórcio Intersul em cumprir as cláusulas estabelecidas em seu contrato de concessão. Estes contratos, firmados entre o poder público e as empresas privadas, visam garantir a prestação ininterrupta de serviços essenciais à população, mesmo em cenários de manifestações ou greves.

O descumprimento se manifestou na incapacidade de manter uma frota mínima operando durante a greve de 16 de setembro, um requisito fundamental para mitigar os impactos das paralisações sobre os cidadãos. A não garantia dessa operação mínima é considerada uma infração grave, pois compromete diretamente o direito de ir e vir da população e a organização urbana. A penalidade reflete o entendimento da administração municipal de que a responsabilidade pela continuidade do serviço é intrínseca à concessão, cabendo ao consórcio gerenciar seus conflitos internos e garantir a oferta prometida. A reincidência de problemas operacionais, mesmo que por causas externas diretas como greves, recai sobre a gestão do consórcio.

Impacto da greve de setembro

A greve de rodoviários ocorrida em 16 de setembro representou um marco preocupante para o transporte público carioca e para a rotina de milhares de trabalhadores e estudantes. Naquela ocasião, vinte e quatro linhas de ônibus, que atendem importantes regiões da cidade como o Centro, a Zona Sul e a Grande Tijuca, foram completamente paralisadas. Essa interrupção abrupta do serviço teve um efeito cascata, gerando transtornos massivos, atrasos em compromissos, aumento do tempo de deslocamento e, em muitos casos, custos adicionais para os cidadãos que se viram obrigados a recorrer a meios de transporte alternativos e mais caros.

O motivo da paralisação em setembro era uma pauta de reivindicações urgentes por parte dos rodoviários, que protestavam contra atrasos no pagamento de salários, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e vale-alimentação. Essas demandas salariais e de benefícios sociais revelam problemas estruturais na gestão financeira das empresas de ônibus e, consequentemente, do consórcio. A falta de regularidade nos pagamentos não apenas prejudica a subsistência dos trabalhadores, mas também desestabiliza toda a cadeia de serviços, levando a protestos que acabam por penalizar toda a sociedade. A situação evidenciou a vulnerabilidade do sistema de transporte e a necessidade de um monitoramento mais efetivo das obrigações trabalhistas pelas concessionárias.

A nova paralisação e o contexto operacional

A reincidência da Viação Real

A publicação da multa pela greve de setembro não poderia ter vindo em um momento mais tenso, coincidindo com o segundo dia de uma nova paralisação, desta vez concentrada na Viação Real. A recorrência de greves em um curto espaço de tempo levanta sérias questões sobre a estabilidade operacional e financeira da empresa e do consórcio como um todo. De acordo Os impactos foram novamente sentidos em áreas cruciais da cidade, como o Centro, Zona Sul e Zona Sudoeste, repetindo o cenário de transtornos para os passageiros.

A Viação Real, por sua vez, divulgou uma nota em que contradiz as informações de que a nova paralisação estaria ligada a atrasos no pagamento de remunerações ou benefícios, como ocorrido em setembro. Essa declaração oficial, no entanto, contrasta com o histórico recente de problemas trabalhistas no setor e levanta a necessidade de uma investigação mais aprofundada sobre as causas reais do protesto atual. A divergência nas justificativas para as greves sucessivas complexifica o cenário e coloca em xeque a comunicação entre a empresa e seus funcionários, bem como a transparência nas relações trabalhistas. A persistência das interrupções reflete uma crise profunda que afeta tanto os trabalhadores quanto os milhões de usuários dependentes do serviço.

A situação da Viação Vila Isabel e as regras do consórcio

Enquanto a Viação Real enfrentava mais um dia de paralisação, a Viação Vila Isabel, que também faz parte do Consórcio Intersul e chegou a aderir à greve na segunda-feira (22), conseguiu retomar suas operações na terça-feira (23) após negociações bem-sucedidas com seus rodoviários. Essa recuperação, ainda que parcial para o consórcio, destaca a importância da negociação para a resolução de conflitos trabalhistas e a rápida restauração dos serviços. A capacidade de uma das empresas do consórcio de chegar a um acordo e normalizar as atividades sugere uma dinâmica interna diferenciada ou uma abordagem mais eficaz para lidar com as demandas dos trabalhadores.

É crucial entender que, pelas regras do sistema de concessão de transporte público no Rio de Janeiro, os descontos e penalidades por operação fora do padrão recaem sobre o consórcio como um todo, e não apenas sobre as empresas individualmente envolvidas na paralisação. Essa estrutura de responsabilidade solidária visa garantir que os consórcios tenham um incentivo para monitorar e apoiar todas as suas empresas membros, assegurando que os problemas de uma não comprometam a totalidade do serviço concedido. O objetivo é fortalecer a gestão e a fiscalização interna, prevenindo que falhas isoladas afetem o conjunto da operação e, consequentemente, a população. No entanto, a multa imposta ao Consórcio Intersul demonstra que essa responsabilidade não foi plenamente cumprida.

Panorama e desafios do transporte público carioca

O cenário atual do transporte público no Rio de Janeiro, marcado por multas milionárias e greves sucessivas, reflete desafios complexos que vão além das questões pontuais de uma ou outra empresa. A persistência de atrasos salariais, as reivindicações trabalhistas e a incapacidade de garantir a operação mínima durante paralisações apontam para uma crise sistêmica que exige soluções abrangentes e de longo prazo. A atuação da prefeitura, ao aplicar multas e exigir o cumprimento de contratos de concessão, é fundamental para a fiscalização e a manutenção da ordem no sistema. No entanto, é imperativo que haja um diálogo contínuo entre o poder público, os consórcios, as empresas e os trabalhadores para identificar as raízes dos problemas financeiros e operacionais. A estabilidade do transporte público é essencial para a vitalidade econômica e social da cidade, e sua interrupção gera impactos profundos na vida dos cidadãos, evidenciando a urgência de um planejamento estratégico que assegure a qualidade, a regularidade e a dignidade de um serviço tão vital para a metrópole carioca.

Perguntas frequentes

Qual o valor exato da multa aplicada ao Consórcio Intersul?
A multa exata aplicada ao Consórcio Intersul pela Prefeitura do Rio de Janeiro é de R$ 4.934.344,60.

Por que a multa foi aplicada ao consórcio e não às empresas individualmente?
A multa foi aplicada ao consórcio, e não às empresas individualmente, porque as regras do sistema de concessão de transporte público estabelecem que os descontos por operação fora do padrão recaem sobre a responsabilidade coletiva do consórcio, que deve garantir a totalidade do serviço concedido.

Quais foram as principais reivindicações dos rodoviários na greve de setembro?
Na greve de setembro, os rodoviários protestavam principalmente contra atrasos no pagamento de salários, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e vale-alimentação.

A recente paralisação da Viação Real tem a mesma motivação da greve de setembro?
A Viação Real informou que a paralisação mais recente não está relacionada a atrasos no pagamento de remunerações ou benefícios, diferentemente da greve de setembro. As causas exatas do protesto atual não foram detalhadas pela empresa.

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Fonte: https://temporealrj.com

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