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Conexão BRT: novas regras para transferências e checagem tarifária na saída
Rio de Janeiro

Conexão BRT: novas regras para transferências e checagem tarifária na saída

Última Atualizacão 14/01/2026 18:06
PainelRJ
Publicado 14/01/2026
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A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Transportes, implementou na última terça-feira, dia 13, novas e significativas regras para os usuários do sistema Conexão BRT. As alterações, detalhadas na Resolução nº 3900, visam aprimorar a experiência dos passageiros, otimizar a dinâmica das transferências e garantir a correta arrecadação das tarifas. As mudanças mais notáveis incluem a permissão para transferências internas gratuitas em determinados terminais e a autorização para a conferência tarifária na saída das estações, estabelecendo um novo padrão de uso e fiscalização para um dos mais importantes modais de transporte da Zona Oeste. Esta modernização busca alinhar o serviço às necessidades dos usuários, sem onerar o custo final da passagem.

Novas diretrizes para a integração tarifária

As recentes diretrizes da Secretaria Municipal de Transportes representam um marco na operação do sistema Conexão BRT, especialmente no que tange à flexibilização das transferências. Anteriormente, as integrações entre diferentes serviços do BRT geralmente implicavam o uso do benefício de integração tarifária, que permitia uma segunda passagem a um custo reduzido ou zero dentro de um prazo específico, mas que ainda gerava dúvidas e restrições para alguns usuários. Agora, uma nova modalidade de transbordo surge para facilitar a mobilidade dentro de terminais estratégicos.

Transferências gratuitas em terminais estratégicos

A principal inovação reside na possibilidade de realizar transferências internas gratuitas para passageiros que embarcam e desembarcam nos terminais de Magalhães Bastos e da Vila Militar. Essa medida é direcionada para usuários que necessitam trocar de linha dentro dessas estações, permitindo que o façam sem a cobrança de tarifa adicional e sem consumir o benefício de integração tarifária do cartão. Essa facilidade visa otimizar o tempo de viagem e a comodidade dos passageiros que dependem de múltiplas conexões para chegar aos seus destinos, sobretudo aqueles que se deslocam por rotas complexas na Zona Oeste. A escolha desses terminais reflete sua importância como pontos de convergência e redistribuição de passageiros na região, servindo a um vasto contingente de trabalhadores e estudantes.

O prazo e o método de validação

Para usufruir da transferência gratuita, os passageiros devem obedecer a uma condição simples, mas crucial: utilizar a mesma mídia de bilhetagem eletrônica (cartão de transporte) dentro do prazo máximo de 180 minutos (três horas) a partir da primeira validação. Este período é considerado adequado para a maioria das necessidades de transbordo, garantindo que a gratuidade seja aplicada a deslocamentos contínuos e não a múltiplas viagens isoladas ao longo do dia. A exigência do uso da mesma mídia eletrônica assegura a rastreabilidade da viagem e a correta aplicação da regra, impedindo abusos e garantindo a transparência do sistema. A validação, portanto, torna-se um elemento chave para o funcionamento eficaz dessa nova política.

Conferência tarifária na saída das estações

Além das novas regras para transferências, a Resolução nº 3900 introduz outra mudança significativa: a autorização para a conferência tarifária na saída das estações. Essa medida representa um avanço na fiscalização e controle do pagamento das passagens, garantindo a integridade financeira do sistema de transporte público. Até então, a verificação do pagamento ocorria majoritariamente na entrada dos veículos ou estações.

Garante o pagamento e combate a evasão

A nova regulamentação permite que validadores sejam instalados nas saídas das estações. Caso o sistema não identifique o pagamento prévio da tarifa – ou seja, se o passageiro não validou seu cartão na entrada ou utilizou um cartão inválido – a cobrança poderá ser efetuada pelos aparelhos no momento da saída. Essa abordagem inovadora visa combater a evasão de receitas, que é um desafio persistente em grandes sistemas de transporte público. Ao criar um ponto de checagem também na saída, a prefeitura busca reduzir as perdas financeiras e assegurar que todos os usuários contribuam para a manutenção e melhoria do serviço. Essa medida complementa os sistemas de catracas e vigilância já existentes.

Implicações para o fluxo de passageiros

A implementação da conferência tarifária na saída pode ter algumas implicações para o fluxo de passageiros, especialmente nos horários de pico. É essencial que os validadores sejam eficientes e que a comunicação sobre as novas regras seja clara para evitar congestionamentos nas plataformas de desembarque. A agilidade no processo de validação, mesmo na saída, será fundamental para manter a fluidez do sistema. Passageiros desatentos ou desinformados podem gerar atrasos se a tarifa for cobrada de forma inesperada. Portanto, campanhas de conscientização e sinalização adequada serão importantes para a transição suave para este novo modelo de fiscalização e cobrança.

O sistema Conexão BRT e sua operação

O sistema Conexão BRT é uma parte vital da malha de transporte público do Rio de Janeiro, atuando como um elo entre diferentes modais e regiões, especialmente na Zona Oeste da cidade. Operado atualmente pela Mobi-Rio, ele se destaca por suas características específicas e pela importância para a mobilidade de milhares de cariocas. A compreensão de sua estrutura é crucial para entender o impacto das novas regras.

As linhas impactadas e sua relevância

Atualmente, três linhas da Conexão BRT são operadas pela Mobi-Rio, conectando bairros importantes da Zona Oeste. Estas linhas são:
Linha 28: Pingo d’Água x Terminal Curral Falso
Linha 67: Terminal Campo Grande x Terminal Deodoro
Linha 68: Terminal Deodoro x Bangu

Essas rotas são de extrema relevância, pois atendem a regiões de alta demanda de passageiros, incluindo áreas residenciais, comerciais e centros de serviço. A Linha 67, por exemplo, conecta um dos maiores terminais de passageiros do Rio, Campo Grande, a Deodoro, um importante polo de transporte e ligação com outras áreas da cidade. A Linha 68 também reforça a conexão entre Deodoro e Bangu, outra localidade de grande fluxo. As novas regras impactarão diretamente a experiência diária dos usuários dessas linhas, que dependem do sistema para seus deslocamentos rotineiros.

A atuação da Mobi-Rio e o modelo de pagamento

A Mobi-Rio, empresa pública que assumiu a gestão e operação de grande parte do sistema BRT na cidade, tem sido responsável por implementar melhorias e reestruturar o serviço. A operação das linhas Conexão BRT sob sua gestão se alinha a um esforço contínuo de modernização. Um aspecto importante a ser ressaltado é que as linhas da Conexão BRT não aceitam pagamento em dinheiro. O acesso ao serviço é feito exclusivamente por meio de mídia de bilhetagem eletrônica, como o cartão Riocard Mais ou outros cartões de transporte habilitados. Essa política reforça a necessidade de os passageiros estarem familiarizados com o sistema eletrônico e com as novas formas de validação e conferência de tarifas.

Benefícios e desafios da modernização

A implementação das novas regras para o Conexão BRT é um passo significativo na busca por um sistema de transporte público mais eficiente e justo. Contudo, como toda grande mudança, ela apresenta tanto benefícios claros para os usuários e a gestão, quanto desafios que precisarão ser monitorados e superados para garantir o sucesso pleno das medidas.

Vantagens para usuários e para o sistema

Para os passageiros, a principal vantagem é a maior comodidade e agilidade nas transferências internas nos terminais de Magalhães Bastos e Vila Militar. A gratuidade desses transbordos evita a necessidade de utilizar o benefício de integração tarifária para pequenas movimentações, otimizando o uso do cartão e simplificando o processo. Isso pode resultar em viagens mais rápidas e menos burocráticas para quem faz várias baldeações. Para o sistema, a conferência tarifária na saída representa um avanço no combate à evasão de receita, fortalecendo a sustentabilidade financeira da operação. Ao garantir que todos os passageiros paguem sua passagem, a prefeitura pode investir mais na manutenção, expansão e qualidade do serviço, beneficiando a todos. A transparência e a justiça na cobrança são elementos cruciais para a confiança pública no transporte.

Potenciais pontos de atenção e adaptação

Apesar dos benefícios, a transição para as novas regras pode apresentar alguns desafios. A adaptação dos usuários à conferência tarifária na saída, por exemplo, exigirá um período de ajuste. É fundamental que haja uma comunicação clara e ostensiva sobre as mudanças para evitar surpresas ou atrasos nos validadores de saída. A confiabilidade dos equipamentos de validação, tanto na entrada quanto na saída, é outro ponto crítico; qualquer falha técnica pode gerar transtornos e frustração aos passageiros. Além disso, a gestão do fluxo de pessoas nas saídas, especialmente em horários de pico, demandará atenção para que a conferência não se torne um gargalo. A Prefeitura do Rio e a Mobi-Rio deverão monitorar de perto esses aspectos para realizar ajustes rápidos e eficazes, assegurando que a modernização traga os resultados esperados.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem será impactado pelas novas regras do Conexão BRT?
As novas regras impactam diretamente os passageiros que utilizam as linhas do sistema Conexão BRT, especialmente aqueles que realizam transferências nos terminais de Magalhães Bastos e Vila Militar, e todos que embarcam nas linhas 28, 67 e 68, operadas pela Mobi-Rio.

Como funcionam as transferências internas gratuitas?
Passageiros que embarcam e desembarcam nos terminais de Magalhães Bastos e Vila Militar podem realizar transferências entre serviços do Conexão BRT sem custo adicional. Para isso, é preciso usar a mesma mídia de bilhetagem eletrônica em um prazo máximo de 180 minutos (3 horas) a partir da primeira validação.

O que acontece se a tarifa não for identificada na saída?
Com a nova resolução, validadores podem ser instalados nas saídas das estações. Se o sistema não identificar o pagamento prévio da tarifa no momento da entrada, a cobrança poderá ser realizada por esses aparelhos na saída, garantindo que o valor devido seja pago.

Quais linhas do Conexão BRT foram afetadas?
As linhas do sistema Conexão BRT atualmente operadas pela Mobi-Rio e diretamente afetadas pelas novas regras são: a Linha 28 (Pingo d’Água x Terminal Curral Falso), a Linha 67 (Terminal Campo Grande x Terminal Deodoro) e a Linha 68 (Terminal Deodoro x Bangu).

Para mais informações sobre as mudanças e o funcionamento do sistema Conexão BRT, consulte os canais oficiais da Prefeitura do Rio e da Mobi-Rio.

Fonte: https://temporealrj.com

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