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Centésima São Silvestre: Muse Gizachew e Sisilia Panga triunfam em São Paulo
Finanças

Centésima São Silvestre: Muse Gizachew e Sisilia Panga triunfam em São Paulo

Última Atualizacão 31/12/2025 10:31
PainelRJ
Publicado 31/12/2025
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Estadão Conteúdo
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A centésima edição da tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, realizada na manhã da última quarta-feira, 31 de dezembro, em São Paulo, entregou um espetáculo de superação e emoção para os milhares de espectadores e participantes. Com a participação de aproximadamente 55 mil corredores, a prova reforçou seu status de um dos eventos esportivos mais emblemáticos do calendário nacional. O etíope Muse Gizachew e a tanzaniana Sisilia Ginoka Panga foram os grandes campeões da disputa, protagonizando vitórias marcantes. A corrida também celebrou a performance de atletas brasileiros, com Fábio Jesus conquistando a terceira posição no masculino e Nubia de Oliveira repetindo seu terceiro lugar no feminino. A edição histórica distribuiu um valor recorde em premiações, consolidando a São Silvestre como um palco de grandes conquistas e incentivo ao atletismo.

Emoção e domínio na centésima São Silvestre

A edição de número 100 da Corrida Internacional de São Silvestre foi marcada por momentos de intensa competitividade e superação, tanto na prova masculina quanto na feminina, culminando em resultados que entrarão para a história do evento.

Vitória masculina: Gizachew supera Kipkoech no sprint final

A prova masculina da centésima São Silvestre foi um verdadeiro teste de resistência e estratégia, com o etíope Muse Gizachew emergindo como o grande vencedor. Em um desfecho eletrizante, Gizachew protagonizou uma ultrapassagem decisiva nos últimos 100 metros do percurso, superando o queniano Jonathan Kipkoech, que liderava a maior parte da prova. Próximo à marca dos 40 minutos de corrida, Kipkoech demonstrou sinais claros de cansaço, perdendo a força de seu ritmo e abrindo espaço para a arrancada final de Gizachew. A diferença entre os dois na linha de chegada foi de apenas quatro segundos, com o etíope fechando em 44min28s e o queniano em 44min32s. O pódio foi completado pelo brasileiro Fábio Jesus, que garantiu uma honrosa terceira posição com o tempo de 45min06s, para a alegria da torcida local.

Supremacia feminina: Panga quebra hegemonia queniana

No feminino, a tanzaniana Sisilia Ginoka Panga foi a estrela da competição, dominando a prova de ponta a ponta. Com uma performance impecável, Panga quebrou uma sequência de oito anos de vitórias quenianas na São Silvestre, um feito notável. A atleta completou o percurso em 51min06s, demonstrando uma força impressionante do início ao fim. Contudo, o esforço extremo teve seu preço: Sisilia desmaiou logo após cruzar a linha de chegada, precisando ser prontamente atendida e carregada pela equipe médica, um testemunho da intensidade da corrida. A segunda colocação ficou com Cynthia Chemweno, do Quênia, que marcou 52min30s. A brasileira Nubia de Oliveira brilhou novamente, conquistando o terceiro lugar pelo segundo ano consecutivo, com o tempo de 52min42s, confirmando sua consistência e talento.

Recompensa recorde e o desafio brasileiro

A centésima edição da São Silvestre não apenas celebrou a excelência atlética, mas também marcou um novo patamar em termos de reconhecimento financeiro aos atletas, ao mesmo tempo em que trouxe à tona o persistente desafio dos corredores brasileiros em alcançar o topo do pódio.

Premiação histórica para os campeões

A organização da Corrida de São Silvestre distribuiu um valor recorde em premiações nesta edição histórica, totalizando R$ 295.160,00. Os campeões das categorias masculina e feminina, Muse Gizachew e Sisilia Ginoka Panga, respectivamente, foram agraciados com R$ 62.600,00 cada, um incentivo significativo para o esporte de alto rendimento. Além dos vencedores, os seis melhores colocados em ambas as categorias foram contemplados com parte do montante total, garantindo reconhecimento e suporte financeiro à elite do atletismo nacional e internacional. Este aumento nas premiações reflete a crescente valorização da São Silvestre no cenário esportivo mundial e o esforço em atrair os melhores talentos para o evento.

O jejum de vitórias e os maiores nomes da história

Apesar das excelentes performances de Fábio Jesus e Nubia de Oliveira, a São Silvestre continua a ser um desafio para os atletas brasileiros na busca pela vitória geral. A última vez que um brasileiro conquistou o primeiro lugar na prova masculina foi em 2005, com Marílson Gomes dos Santos alcançando seu bicampeonato. Na categoria feminina, a última vitória brasileira remonta a 2006, com Lucélia Peres. Desde então, o pódio tem sido dominado por atletas do continente africano, especialmente Quênia e Etiópia, que demonstram uma hegemonia notável. Entre os maiores vencedores da história da São Silvestre, destacam-se o queniano Paul Tergat, com cinco títulos (1995, 1996, 1998, 1999 e 2000), e a portuguesa Rosa Mota, que lidera no feminino com um impressionante recorde de seis vitórias consecutivas, de 1981 a 1986.

Cenário da prova e suas raízes históricas

A corrida de São Silvestre não é apenas um evento esportivo, mas uma celebração da cidade de São Paulo e de uma rica história que se entrelaça com o fim de cada ano.

O percurso tradicional e o clima ameno

O percurso tradicional de 15 quilômetros da Corrida de São Silvestre oferece aos 55 mil corredores uma experiência única, atravessando alguns dos mais icônicos pontos turísticos de São Paulo. A prova parte e termina na famosa Avenida Paulista, um dos cartões-postais da capital paulista, passando por locais como o Estádio do Pacaembu e a Praça da República. Apesar da proximidade com a chegada do verão e as ondas de calor que têm afetado o país, a edição deste ano foi agraciada com um clima ameno, com a temperatura de 23 graus Celsius, proporcionando condições mais favoráveis para os atletas enfrentarem o desafio do trajeto. Essa temperatura agradável contribuiu para que muitos corredores pudessem atingir seus objetivos e desfrutar plenamente da experiência.

O legado de Cásper Líbero e a inspiração papal

A origem da Corrida de São Silvestre remonta a 1924, idealizada pelo jornalista Cásper Líbero. Inspirado por uma corrida noturna que testemunhou em Paris, na qual os atletas percorriam o trajeto com tochas, Líbero decidiu trazer a ideia para o Brasil, adaptando-a para a virada do ano. A primeira edição foi disputada à meia-noite de 31 de dezembro de 1924, com Alfredo Gomes, o “Rei do Fôlego”, sagrando-se campeão entre 48 inscritos, com o tempo de 23min10s4/100 em um percurso de 8.800 metros. Inicialmente restrita a moradores da cidade, a prova foi posteriormente aberta a todos os brasileiros.

O nome da corrida é uma homenagem a Silvestre I, o 33º papa da história do Catolicismo. Nascido em Roma em 295, ele governou a Igreja entre 314 e 335. Sua missão como papa foi fundamental na organização da Igreja Católica após o Édito de Milão do Imperador Constantino, que pôs fim à perseguição aos cristãos. Ele foi responsável por instituir o domingo como dia santo e faleceu em 31 de dezembro de 335. Após sua morte, foi canonizado santo pela Igreja e passou a ser referido como São Silvestre, motivo pelo qual a data se tornou o Dia de São Silvestre. Por ser realizada no último dia de cada ano, a corrida foi batizada em sua homenagem.

O legado da Corrida de São Silvestre e as expectativas futuras

A centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre reafirma seu lugar não apenas como um marco esportivo, mas como um evento que transcende gerações e culturas, unindo atletas profissionais e amadores na celebração do esporte e da virada do ano. A emoção das vitórias, a superação dos limites e o espírito de comunidade que permeiam a Avenida Paulista a cada 31 de dezembro são testemunhos da força e relevância contínua dessa prova icônica. Com recordes de premiação e participação, a São Silvestre projeta um futuro promissor, mantendo viva a tradição e inspirando novos talentos a buscarem seus próprios recordes e glórias, tanto no cenário nacional quanto internacional.

Perguntas frequentes sobre a São Silvestre

Quem foram os vencedores da centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre?
Na prova masculina, o vencedor foi Muse Gizachew, da Etiópia, que cruzou a linha de chegada com o tempo de 44min28s. No feminino, Sisilia Ginoka Panga, da Tanzânia, conquistou o primeiro lugar com 51min06s. O Brasil também esteve presente no pódio, com Fábio Jesus em terceiro lugar no masculino e Nubia de Oliveira, pelo segundo ano consecutivo, em terceiro no feminino.

Qual foi o valor da premiação total e dos campeões nesta edição?
A centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre distribuiu um valor recorde de R$ 295.160,00 em prêmios. Os campeões das categorias masculina e feminina, Muse Gizachew e Sisilia Ginoka Panga, receberam R$ 62.600,00 cada. Os seis melhores colocados em ambas as categorias também foram contemplados com parte do montante total.

Qual a origem do nome e da criação da Corrida de São Silvestre?
A Corrida de São Silvestre foi idealizada pelo jornalista Cásper Líbero em 1924, após ele se inspirar em uma corrida noturna em Paris. O nome da prova homenageia Silvestre I, o 33º papa da história do Catolicismo, que faleceu em 31 de dezembro de 335. Por ser realizada anualmente no último dia do ano, a corrida foi batizada com seu nome, coincidindo com o Dia de São Silvestre.

Para mais notícias, análises e detalhes sobre os maiores eventos de corrida do Brasil e do mundo, continue acompanhando nossa cobertura esportiva!

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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