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CBF adverte árbitro por erro na saída de bola em Palmeiras contra
Esportes

CBF adverte árbitro por erro na saída de bola em Palmeiras contra

Última Atualizacão 26/02/2026 18:01
Painel RJ
Publicado 26/02/2026
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Jean Carniel - 25.fev.26/Reuters
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A advertência da CBF ao árbitro Felipe Fernandes de Lima reverberou nos bastidores do futebol brasileiro, acendendo um alerta sobre a precisão da arbitragem no Campeonato Brasileiro de 2026. A Confederação Brasileira de Futebol formalizou a medida após o confronto entre Palmeiras e Fluminense, pela quarta rodada do torneio, realizado na noite de quarta-feira, dia 25 de abril. O cerne da questão reside em um erro de arbitragem procedural: o Palmeiras iniciou ambos os tempos da partida com a posse de bola, o que é uma clara violação das regras estabelecidas. Este lapso, embora aparentemente trivial, sublinha a rigorosa observância das normas do jogo e a vigilância exigida dos oficiais em campo. A atitude da CBF demonstra o compromisso em zelar pela integridade do espetáculo e a busca por um padrão elevado na condução das partidas, onde cada detalhe, como a saída de bola, é crucial para a justiça esportiva e a manutenção da confiança no sistema.

A controvérsia da saída de bola e a regra

O incidente em campo

O jogo entre Palmeiras e Fluminense, um clássico do futebol brasileiro que sempre promete grandes emoções, foi palco de uma falha de procedimento que chamou a atenção dos observadores e, posteriormente, da Confederação Brasileira de Futebol. Na noite de 25 de abril, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro, o árbitro Felipe Fernandes de Lima, da Federação Mineira de Futebol, cometeu um equívoco que passou despercebido por muitos durante a transmissão, mas que não escapou aos olhos atentos da comissão de arbitragem.

O protocolo de início de jogo é um dos mais básicos e fundamentais no futebol. Antes do apito inicial para o primeiro tempo, uma moeda é jogada ao alto. O capitão da equipe que vencer o sorteio tem o direito de escolher entre dar a saída de bola ou decidir qual lado do campo sua equipe atacará. A equipe que não iniciar o primeiro tempo é, por regra, a responsável por dar o pontapé inicial na segunda etapa da partida. Contudo, no confronto em questão, o Palmeiras, que já havia dado a saída de bola no primeiro tempo, foi, de forma equivocada, permitido a iniciar novamente o segundo tempo com a posse da bola. Este lapso protocolar, embora não tenha alterado diretamente o placar ou o curso tático imediato do jogo, representa uma quebra clara das leis do futebol. A inobservância de uma regra tão elementar por parte da equipe de arbitragem levantou questionamentos sobre a atenção e o preparo dos profissionais em campo.

A regra em questão

As Regras do Jogo, estabelecidas pela International Football Association Board (IFAB) e adotadas pela FIFA e, por consequência, pela CBF, são inequívocas quanto ao procedimento de início de partida. A Regra 8, que trata do “Início e Recomeço do Jogo”, especifica claramente a alternância na saída de bola. Para o segundo tempo, “a equipe adversária dará o pontapé de saída para recomeçar o jogo”. Esta é uma norma globalmente aplicada, conhecida por qualquer profissional da arbitragem e mesmo por jogadores e torcedores mais experientes.

O fato de o árbitro principal e sua equipe (assistentes e, eventualmente, o quarto árbitro) não terem percebido e corrigido o erro antes do início do segundo tempo é o ponto central da advertência. Em um cenário de futebol de alto nível como o Campeonato Brasileiro, onde cada detalhe é escrutinado, a aderência às regras mais básicas é imperativa. A falha demonstra uma falta de comunicação ou de vigilância dentro da equipe de arbitragem, que deveria estar alinhada para garantir a correta aplicação de todos os procedimentos do jogo. A relevância deste incidente reside não apenas no erro em si, mas na sua ocorrência em um contexto onde a precisão e a lisura são constantemente exigidas.

A resposta da CBF e suas implicações

A advertência formal e seus desdobramentos

Diante da constatação do erro procedural, a Confederação Brasileira de Futebol, através de sua Comissão de Arbitragem, agiu prontamente, emitindo uma advertência formal a Felipe Fernandes de Lima. Uma advertência, no contexto disciplinar da CBF, é uma medida administrativa que visa sinalizar um erro e registrar oficialmente a falha do árbitro. Não se trata de uma suspensão imediata ou de um afastamento dos gramados, mas sim de um alerta sério que entra para o histórico do profissional.

Essa medida indica que o desempenho do árbitro será monitorado de perto nos próximos jogos. Em casos de reincidência ou de erros mais graves, as consequências podem ser mais severas, incluindo afastamento temporário, suspensão de escalas em jogos de maior porte ou até mesmo o rebaixamento de categoria. A CBF busca, com essa atitude, reforçar a importância do cumprimento rigoroso das regras e procedimentos, mantendo a credibilidade do quadro de arbitragem. É uma forma de educar e corrigir, mas também de demonstrar à opinião pública e aos clubes que a entidade está atenta às falhas e busca aprimorar a qualidade de seus profissionais. O incidente serve como um lembrete de que, mesmo em detalhes que podem parecer menores, a atenção plena é indispensável para evitar questionamentos sobre a imparcialidade e a competência.

Repercussões e debates no futebol

A notícia da advertência gerou diversas discussões no meio futebolístico. Nas redes sociais e programas esportivos, a reação foi mista. Enquanto alguns consideraram o erro um “detalhe” sem grande impacto no resultado final, outros enfatizaram a gravidade da falha em um esporte pautado por regras claras e precisas. Analistas e ex-árbitros pontuaram que, independentemente da dimensão aparente do erro, a sua ocorrência fragiliza a imagem da arbitragem, especialmente em um campeonato tão disputado e com tanta visibilidade como o Brasileiro.

O episódio também reavivou o debate sobre a atuação do Árbitro de Vídeo (VAR) e sua alçada. Muitos se perguntaram se o VAR poderia intervir em uma situação como essa. A resposta, de acordo com o protocolo da IFAB, é não. O VAR é acionado para “erros claros e óbvios” ou “incidentes graves não percebidos” em quatro tipos de lances: gols/não gols, pênaltis/não pênaltis, cartões vermelhos diretos e identificação equivocada de jogadores. Uma falha procedural na saída de bola, embora um erro, não se enquadra nessas categorias, destacando que a responsabilidade primária por essas questões ainda recai sobre o árbitro de campo e sua equipe. As repercussões sublinham a necessidade contínua de capacitação e reciclagem para os árbitros brasileiros, garantindo que mesmo as regras mais básicas sejam aplicadas sem falhas.

Conclusão

O incidente na partida entre Palmeiras e Fluminense, culminando na advertência da CBF ao árbitro Felipe Fernandes de Lima, serve como um poderoso lembrete da complexidade e da responsabilidade inerente à arbitragem no futebol de alto nível. Mesmo erros que podem parecer pequenos ou meramente procedurais têm o potencial de gerar questionamentos e afetar a percepção pública sobre a lisura e a competência dos jogos. A ação da Confederação Brasileira de Futebol, ao formalizar a advertência, reforça seu compromisso com a integridade do Campeonato Brasileiro e com a busca incessante por um padrão de excelência na atuação de seus oficiais. Este episódio destaca a vigilância constante necessária por parte de toda a equipe de arbitragem e a importância de uma compreensão e aplicação impecável das regras do jogo, garantindo que o foco permaneça sempre na disputa esportiva leal e justa.

Perguntas frequentes (FAQ)

Q1: Qual foi o erro cometido pelo árbitro Felipe Fernandes de Lima?
R1: O árbitro cometeu um erro procedural ao permitir que o Palmeiras iniciasse ambos os tempos da partida contra o Fluminense com a posse de bola. As regras do jogo estipulam que a equipe que não inicia o primeiro tempo deve dar o pontapé inicial na segunda etapa.

Q2: O que significa uma “advertência” da CBF para um árbitro?
R2: Uma advertência é uma medida disciplinar formal da CBF que registra oficialmente a falha do árbitro. Não é uma suspensão imediata, mas um aviso sério que entra para o histórico do profissional e pode levar a sanções mais severas em caso de reincidência ou erros futuros.

Q3: Este tipo de erro pode ser corrigido pelo VAR?
R3: Não, o protocolo atual do VAR (Árbitro de Vídeo) não prevê intervenção em erros procedurais como a saída de bola. O VAR é acionado apenas para “erros claros e óbvios” ou “incidentes graves não percebidos” relacionados a gols, pênaltis, cartões vermelhos diretos ou identificação equivocada de jogadores.

Q4: Quais as regras sobre a posse de bola no início de cada tempo de jogo?
R4: No início do primeiro tempo, um sorteio decide qual equipe começa com a posse de bola ou escolhe o lado do campo. A equipe que não der a saída de bola no primeiro tempo é, obrigatoriamente, a responsável por iniciar o segundo tempo com o pontapé inicial.

Para ficar por dentro de todas as notícias e análises sobre o Campeonato Brasileiro e os bastidores da arbitragem, continue acompanhando nosso portal e nossas mídias sociais.

Fonte: https://redir.folha.com.br

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