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Ambulante morre após queda de andaime em Copacabana; Paes cobra apuração
Rio de Janeiro

Ambulante morre após queda de andaime em Copacabana; Paes cobra apuração

Última Atualizacão 07/02/2026 16:48
PainelRJ
Publicado 07/02/2026
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Andaime cai sobre barraca na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, causando a morte de uma trabalh...
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Uma trágica queda de andaime em Copacabana chocou o Rio de Janeiro na manhã deste sábado (7), resultando na morte de uma mulher que trabalhava como ambulante na movimentada esquina da Rua Constante Ramos com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana. A vítima, identificada como Beth, de aproximadamente 50 anos, foi atingida pela estrutura em desabamento sobre sua barraca, um cenário de intensa movimentação de pedestres e turistas. Apesar do rápido socorro e do encaminhamento ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, ela não resistiu aos graves ferimentos. O acidente também deixou um homem ferido, que foi levado para a mesma unidade hospitalar. O prefeito Eduardo Paes classificou o incidente como “inaceitável” e garantiu a imediata abertura de investigações para apurar as responsabilidades e as licenças da obra, enquanto a área foi prontamente isolada para perícia.

A tragédia na manhã de sábado em Copacabana

A rotina de um dos bairros mais icônicos do Rio de Janeiro foi abruptamente interrompida por um evento catastrófico que ceifou uma vida e expôs as falhas na segurança de obras. Por volta das 8h30, em uma área geralmente vibrante e repleta de atividade, o andaime de uma construção desabou, atingindo em cheio a barraca onde Beth, uma ambulante conhecida na região, iniciava seu dia de trabalho. Testemunhas relataram o momento de pânico e a correria que se seguiu, com a estrutura metálica e detritos caindo sobre a calçada.

Detalhes do acidente e as vítimas

Beth, uma mulher que dedicava sua vida ao comércio de rua, tornando-se um rosto familiar para moradores e frequentadores de Copacabana, foi a principal vítima da tragédia. Seu corpo foi encontrado sob os escombros do andaime e da barraca. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) agiram rapidamente, prestando os primeiros socorros no local. Ela foi removida com urgência para o Hospital Municipal Miguel Couto, um dos principais hospitais públicos da Zona Sul carioca. No entanto, a gravidade dos ferimentos, compatível com o impacto de uma estrutura pesada, foi fatal, e Beth veio a óbito pouco tempo depois.

Além da ambulante, um homem que passava pelo local ou estava nas proximidades da barraca também foi atingido pelos detritos da queda. Ele foi socorrido e encaminhado ao mesmo hospital, onde recebeu atendimento médico. Até o momento, as informações sobre seu estado de saúde são escassas, mantendo a preocupação sobre a extensão de seus ferimentos. O acidente não só causou vítimas diretas, mas também um profundo choque e revolta na comunidade local, que viu a cena de perto e lamentou a perda de uma trabalhadora. A área foi imediatamente isolada pelas autoridades para a preservação do local e início dos trabalhos periciais, com o objetivo de coletar evidências que possam elucidar as causas do desabamento.

Reação e apuração das autoridades

A notícia da morte da ambulante em Copacabana repercutiu rapidamente e provocou uma forte reação das autoridades municipais, em especial do prefeito Eduardo Paes. O incidente, que tirou a vida de uma trabalhadora e colocou em xeque a segurança de obras em áreas urbanas densamente povoadas, foi classificado como inaceitável. A cobrança por respostas e responsabilização dos envolvidos tornou-se o foco imediato das ações do poder público.

A cobrança do prefeito Eduardo Paes

Por meio de suas redes sociais, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), expressou sua indignação e cobrou providências enérgicas. Em um vídeo, ele afirmou categoricamente que o caso era “inaceitável” e garantiu que a Prefeitura do Rio de Janeiro já havia iniciado um levantamento minucioso de todas as licenças da obra responsável pelo andaime. Paes enfatizou a importância da fiscalização por parte do município, mas também direcionou a responsabilidade primária aos profissionais e empresas envolvidas na construção. “A prefeitura tem sempre o papel de fiscalizar. Mas obra tem engenheiro responsável que precisa cuidar disso, e tem que responder por seus atos”, declarou o prefeito, indicando que a responsabilidade não se limita à esfera pública, mas se estende diretamente aos profissionais técnicos e à empresa construtora. Ele também confirmou que todas as informações levantadas seriam encaminhadas à polícia para a devida investigação criminal.

A investigação em andamento

As circunstâncias exatas que levaram à queda do andaime ainda estão sob intensa apuração. A Polícia Civil, por meio da delegacia responsável pela área, iniciou um inquérito para investigar o caso como homicídio culposo e lesão corporal culposa, quando não há intenção de matar ou ferir. A perícia técnica, realizada no local isolado, é crucial para determinar os fatores que contribuíram para o desabamento. Os peritos analisam desde a montagem e a fixação da estrutura metálica até a qualidade dos materiais utilizados, as condições climáticas no momento do acidente e a existência de sobrecarga ou falhas estruturais.

Além da investigação policial, a Secretaria Municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação (SMU) está verificando a regularidade da obra, incluindo a validade das licenças de construção e instalação do andaime, bem como a conformidade com as normas técnicas de segurança. A averiguação busca identificar se houve negligência, imperícia ou imprudência por parte da empresa construtora, dos engenheiros e técnicos responsáveis pela obra. A responsabilização, segundo as autoridades, pode envolver tanto sanções administrativas e civis quanto criminais, caso se comprove falhas graves que levaram à trágica morte de Beth e aos ferimentos do outro homem.

Segurança em obras e o cotidiano dos ambulantes

A fatalidade em Copacabana lançou luz sobre duas questões cruciais no contexto urbano: a segurança na construção civil e a vulnerabilidade dos trabalhadores ambulantes. O incidente não é apenas um caso isolado, mas um alerta sobre os riscos inerentes a ambientes urbanos densos onde a convivência entre obras e a vida cotidiana é constante.

Desafios e riscos para trabalhadores de rua

Os ambulantes desempenham um papel vital na economia informal e na dinâmica social das cidades, oferecendo uma vasta gama de produtos e serviços em espaços públicos. Contudo, essa ocupação os expõe a uma série de riscos que vão além das intempéries climáticas ou da fiscalização. Beth, como muitos outros, dependia de sua barraca e da rua para o sustento de sua família. Sua morte trágica sublinha a precariedade de suas condições de trabalho, estando sujeitos a perigos ambientais e estruturais que fogem ao seu controle, como acidentes de trânsito, assaltos e, neste caso, a queda de uma estrutura de obra. A ausência de um local de trabalho fixo e seguro os coloca em uma posição de constante exposição, tornando-se vítimas de falhas que, em ambientes mais controlados, poderiam ser evitadas. A comunidade de ambulantes de Copacabana e de toda a cidade expressou solidariedade e preocupação, reforçando a necessidade de maior atenção à segurança em torno de suas áreas de atuação.

Normas de segurança na construção civil

A construção civil é um setor que, por sua natureza, envolve riscos significativos. No Brasil, as Normas Regulamentadoras (NRs) do Ministério do Trabalho e Emprego são instrumentos fundamentais para garantir a segurança e saúde no ambiente de trabalho. A NR-18, especificamente, trata das Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, estabelecendo diretrizes rigorosas para a instalação, uso e manutenção de equipamentos como andaimes. Essas normas exigem um projeto específico para andaimes, a utilização de materiais de qualidade, montagem por profissionais qualificados, inspeções periódicas e sinalização adequada.

A queda do andaime em Copacabana levanta sérias questões sobre a aderência a essas normas. Engenheiros e empresas são legalmente responsáveis por assegurar que todas as etapas de uma obra, da fundação ao acabamento, e a segurança de terceiros no entorno, estejam em conformidade com a legislação e as melhores práticas de engenharia. Falhas nesse processo podem resultar em acidentes graves e fatais, com consequências legais severas. A investigação em curso é crucial para determinar se houve desrespeito às normas técnicas e de segurança, e para que os responsáveis sejam devidamente punidos, a fim de que tragédias como essa não se repitam.

Resposta urgente e a necessidade de prevenção

A morte da ambulante Beth em decorrência da queda de andaime em Copacabana serve como um alerta trágico e incontestável sobre a imperativa necessidade de rigor na segurança em obras, especialmente em áreas urbanas de alta densidade populacional. Enquanto as autoridades prosseguem com as investigações para determinar as exatas causas e responsabilizar os envolvidos, o caso ressalta a vulnerabilidade dos trabalhadores de rua e a importância de fiscalização contínua e eficaz. A expectativa é que o desfecho desta apuração não apenas traga justiça à vítima e à sua família, mas também reforce e aprimore os protocolos de segurança na construção civil, garantindo que a infraestrutura urbana seja desenvolvida sem colocar em risco a vida e a integridade de cidadãos inocentes que compartilham o espaço público. É um apelo à vigilância constante e à responsabilização para prevenir futuras tragédias.

Perguntas frequentes sobre a queda de andaime em Copacabana

Quem foi a vítima fatal do acidente com o andaime em Copacabana?
A vítima fatal foi identificada como Beth, uma mulher de aproximadamente 50 anos que trabalhava como ambulante na movimentada esquina da Rua Constante Ramos com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Ela foi atingida pelo andaime enquanto estava em sua barraca de trabalho.

Houve outras vítimas no incidente?
Sim, além de Beth, um homem também ficou ferido no acidente. Ambos foram socorridos pelas equipes de emergência e levados ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. O estado de saúde do homem não foi divulgado publicamente até o momento.

Qual foi a reação do prefeito Eduardo Paes ao ocorrido?
O prefeito Eduardo Paes classificou o caso como “inaceitável”. Ele declarou que a prefeitura está realizando um levantamento de todas as licenças da obra e que o caso será encaminhado à polícia. Paes também cobrou a responsabilização dos envolvidos, enfatizando a importância do papel dos engenheiros responsáveis pela segurança da obra.

O que está sendo feito para investigar as causas da queda do andaime?
A área do acidente foi isolada para perícia técnica, que visa coletar evidências e determinar as circunstâncias exatas da queda. A Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou a verificação das licenças da obra, e a Polícia Civil abriu um inquérito para apurar possíveis crimes de homicídio culposo e lesão corporal culposa, investigando a responsabilidade de todos os envolvidos.

Quais são as possíveis consequências para os responsáveis, caso sejam identificados?
Caso sejam identificadas falhas na segurança, negligência ou descumprimento de normas, os responsáveis, que podem incluir a empresa construtora e os profissionais técnicos, podem enfrentar sanções administrativas (como multas), civis (pagamento de indenizações) e criminais, dependendo da gravidade e da comprovação de culpa.

Mantenha-se informado sobre os desdobramentos deste caso e a segurança em construções urbanas, acompanhando nossas próximas atualizações.

Fonte: https://temporealrj.com

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