Painel RJPainel RJPainel RJ
Font ResizerAa
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Reading: Ministros de Lula pontuam melhor que candidatos da direita ao Senado em
Share
Font ResizerAa
Painel RJPainel RJ
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Have an existing account? Sign In
Início » Blog » Ministros de Lula pontuam melhor que candidatos da direita ao Senado em
Ministros de Lula pontuam melhor que candidatos da direita ao Senado em
Finanças

Ministros de Lula pontuam melhor que candidatos da direita ao Senado em

Última Atualizacão 11/03/2026 10:30
PainelRJ
Publicado 11/03/2026
Share
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de anúncio dos projetos...
SHARE

A corrida para as duas vagas no Senado Federal nas próximas eleições gerais em São Paulo começa a ganhar contornos definidos, com os primeiros levantamentos indicando tendências claras. Uma pesquisa recente revela que figuras proeminentes ligadas à atual administração federal demonstram maior capital político e intenção de voto entre os eleitores paulistas. Este panorama sugere um cenário desafiador para os eventuais candidatos do espectro político de direita no estado. A complexidade das eleições para o Senado em São Paulo é acentuada pela importância estratégica do estado, que representa um dos maiores colégios eleitorais do país e um termômetro crucial para a política nacional. Os resultados preliminares apontam para uma vantagem significativa de nomes com experiência no governo federal.

A disputa pelas cadeiras no senado paulista

O cenário com Fernando Haddad como pré-candidato

Em um dos cenários testados para as eleições ao Senado em São Paulo, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), emergiu como o principal nome, alcançando 30% das intenções de voto. Haddad, ex-prefeito de São Paulo e figura central na equipe econômica do governo, demonstra um forte recall e base de apoio no estado. É crucial destacar que este levantamento foi realizado antes da definição de Haddad de deixar a pasta da Fazenda para concorrer ao governo de São Paulo, o que posiciona esses resultados como um retrato de um momento específico da corrida eleitoral.

Na sequência de Haddad, outros ministros do governo federal também apresentaram pontuações expressivas, consolidando a força do campo progressista. Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento e Orçamento, obteve 25% das intenções. Sua atuação no governo e sua projeção nacional parecem ressoar positivamente entre os eleitores paulistas. Márcio França (PSB), Ministro de Portos e Aeroportos, figura com 20%, beneficiando-se de sua longa trajetória política em São Paulo, que inclui passagens como vice-governador e deputado federal. Marina Silva (Rede), Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, alcançou 18%, capitalizando sua imagem de defensora ambiental e sua relevância política histórica. Por fim, Guilherme Boulos (PSOL), deputado federal e liderança social, registrou 14%, indicando uma base sólida de eleitores, especialmente na capital e entre o eleitorado mais jovem e engajado.

Em contrapartida, os eventuais candidatos da direita testados no mesmo cenário mostraram dificuldade em se aproximar dos índices dos ministros. O deputado federal Guilherme Derrite (PP), atual Secretário de Segurança Pública de São Paulo, foi o mais bem posicionado, com 14% das intenções de voto. Sua associação com pautas de segurança pública e sua atuação no governo estadual lhe conferem alguma visibilidade. Ricardo Salles (Novo), deputado federal e ex-Ministro do Meio Ambiente, obteve 13%, mantendo uma base de apoio ligada a setores específicos. Paulinho da Força (Solidariedade), também deputado federal e líder sindical, aparece com 10%. A deputada federal Rosana Valle (PL), que conta com o apoio declarado da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), registrou 7%, evidenciando a busca por consolidação de sua imagem junto ao eleitorado conservador.

A disputa sem a presença de Haddad

Geraldo Alckmin assume a liderança e a ressonância ministerial

Em um segundo cenário projetado, sem a participação de Fernando Haddad, o atual vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) desponta como líder isolado, atingindo 31% das intenções de voto. A vasta experiência política de Alckmin, incluindo múltiplos mandatos como governador de São Paulo, e sua posição como vice-presidente da República, reforçam sua imagem como um nome forte e conhecido no estado. Sua capacidade de transitar por diferentes espectros políticos também contribui para essa liderança.

Os ministros do governo federal mantêm sua forte presença neste cenário. Simone Tebet (MDB) permanece estável com 25% das intenções, demonstrando consistência em sua avaliação. Marina Silva (Rede) registra um leve aumento, alcançando 21%, o que pode indicar uma migração de votos de eleitores progressistas em busca de uma alternativa de peso. Márcio França (PSB) mantém-se com 20%, sublinhando sua relevância para o eleitorado paulista. Guilherme Boulos (PSOL) também apresenta um ligeiro crescimento, chegando a 15%, solidificando sua posição como uma das principais vozes da esquerda paulista.

No campo da direita, a disputa se mostra mais fragmentada e com números menores. Ricardo Salles (Novo) e Guilherme Derrite (PP) aparecem empatados com 13% das intenções, indicando uma dificuldade em concentrar o eleitorado conservador em torno de um único nome. Paulinho da Força (Solidariedade) registra 9%, enquanto Rosana Valle (PL) obtém 6%. Neste cenário, o ex-deputado federal Gil Diniz (PL) também é testado, alcançando 3% das intenções. A performance desses candidatos de direita sugere a necessidade de uma estratégia mais coesa para disputar as duas vagas em jogo, especialmente frente à força dos nomes ligados ao governo federal e à figura consolidada de Geraldo Alckmin.

Análise e perspectivas eleitorais em São Paulo

O levantamento que subsidia esta análise foi conduzido entre os dias 3 e 5 de março, abrangendo 1.608 entrevistas realizadas em 71 municípios do estado de São Paulo. A metodologia empregada confere robustez aos dados, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. A pesquisa está devidamente registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-06798/2026 e SP-04136/2026, garantindo transparência e conformidade com as normas eleitorais.

Os resultados apontam para uma clara vantagem dos nomes associados ao governo federal na corrida pelo Senado em São Paulo. A alta visibilidade, o desempenho em suas respectivas pastas e a associação com a administração atual parecem ser fatores decisivos para a pontuação elevada de ministros como Haddad (no cenário hipotético), Alckmin, Tebet, França e Marina. Essa tendência reflete, em parte, o reconhecimento de suas atuações e a aprovação de parte do eleitorado paulista à gestão federal.

Para os candidatos da direita, o desafio é notável. A fragmentação de votos e a dificuldade em consolidar um ou dois nomes com apelo massivo indicam que será preciso um esforço significativo para alterar o cenário. A polarização política, que tem sido uma característica marcante da política brasileira, ainda não se traduz em uma consolidação de forças no campo da direita para o Senado em São Paulo, ao menos nos cenários testados. As próximas etapas da pré-campanha, com a definição final das candidaturas e o início da propaganda eleitoral, serão cruciais para moldar o resultado final e testar a resiliência dessas tendências iniciais. A importância de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, torna essa disputa ainda mais estratégica e um indicativo do humor político nacional.

Perguntas frequentes

Qual é o principal achado da pesquisa sobre as eleições para o Senado em São Paulo?
O principal achado é que ministros e figuras ligadas ao governo federal mostram maior potencial eleitoral e pontuam melhor do que candidatos da direita nos cenários testados para o Senado em São Paulo.

Quais ministros do governo Lula se destacam como potenciais candidatos ao Senado em São Paulo?
Fernando Haddad (em cenário hipotético pré-definição), Simone Tebet, Márcio França e Marina Silva são os ministros que obtiveram as maiores intenções de voto. O vice-presidente Geraldo Alckmin também lidera em um dos cenários.

Como os candidatos de direita se posicionam em comparação com os ministros?
Os candidatos da direita, como Guilherme Derrite, Ricardo Salles, Paulinho da Força e Rosana Valle, aparecem com intenções de voto inferiores às dos ministros, e com uma distribuição mais fragmentada entre eles.

Qual a relevância da decisão de Fernando Haddad em relação a esses cenários?
É fundamental notar que a pesquisa foi realizada antes de Fernando Haddad decidir concorrer ao governo de São Paulo. Portanto, os resultados que o incluem para o Senado representam um cenário hipotético que não se concretizará nas urnas para o cargo de senador, mas ilustram sua força eleitoral em um contexto anterior.

Mantenha-se informado sobre os desdobramentos da corrida eleitoral em São Paulo e as próximas pesquisas que moldarão o panorama político do estado.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

CNJ detecta tentativa de falso mandado de prisão contra Lula e Moraes
Seguro flexível: proteção personalizada e sob demanda ganha espaço
Governador anuncia adesão do rj a programa de refinanciamento de dívida
Dólar tem leve alta e fecha a r$ 5,29 após fim do shutdown
Fmi alerta para salto da dívida brasileira em ano eleitoral
TAGGED:federalgovernohaddadpaulosão
Compartilhar
Facebook Email Print

Siga nossas redes

Facebook Instagram
- Advertisement -
Ad imageAd image
©️ Painel RJ. Todos os direitos reservados
adbanner
Welcome Back!

Sign in to your account

Nome de Usuário ou E-mail
Senha

Lost your password?