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Lula reforça pacto nacional contra feminicídio e violência à mulher
Brasil

Lula reforça pacto nacional contra feminicídio e violência à mulher

Última Atualizacão 08/03/2026 06:30
PainelRJ
Publicado 08/03/2026
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© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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Em uma significativa cadeia nacional de rádio e televisão, transmitida na noite que antecedeu o Dia Internacional da Mulher, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dirigiu-se à nação com uma mensagem de urgência e compromisso. O pronunciamento, realizado em 7 de março, destacou a necessidade imperativa de combater o feminicídio, um crime hediondo que atingiu níveis recordes no Brasil. A cada seis horas, uma mulher é assassinada no país, totalizando uma média alarmante de quatro vidas perdidas diariamente em 2023. O presidente enfatizou que esses números não são meras estatísticas, mas o trágico desfecho de violências cotidianas, muitas vezes silenciosas e naturalizadas, que ocorrem predominantemente dentro do ambiente doméstico – local que deveria ser de proteção. A fala presidencial reforçou a inaceitável realidade da violência de gênero e a determinação governamental em erradicá-la.

Combate urgente ao feminicídio e ações governamentais

A violência de gênero, particularmente o feminicídio, tem sido uma chaga na sociedade brasileira. A cada dia, quatro mulheres são brutalmente assassinadas no país, um dado que sublinha a falha sistêmica em proteger suas vidas. Esses crimes, conforme destacado, não surgem de forma isolada, mas são o culminar de um ciclo de agressões diárias, que muitas vezes passam despercebidas ou são naturalizadas pela sociedade. A estatística de uma mulher morta a cada seis horas é um lembrete sombrio de que o ambiente doméstico, para muitas, é o local de maior risco, contrastando com a segurança que deveria oferecer. O presidente questionou o futuro de um país onde as mulheres enfrentam tal nível de violência, reiterando a impossibilidade de se conformar com essa realidade.

A gravidade da violência de gênero no Brasil

Mesmo com o endurecimento das leis, que preveem penas de até 40 anos de prisão para os feminicidas, o Brasil continua a registrar índices crescentes de violência contra a mulher. Essa persistência, apesar da punição severa, aponta para a necessidade de abordagens multifacetadas que vão além da repressão penal. A violência não é apenas física; ela abrange agressões psicológicas, patrimoniais e sexuais, que preparam o terreno para o desfecho fatal. A fala presidencial foi um chamado à ação e à reflexão sobre as raízes culturais e sociais que perpetuam a misoginia e a violência contra as mulheres, ressaltando que a responsabilidade pela mudança é de toda a sociedade.

Pacto nacional e medidas de segurança

Em resposta a essa crise, o governo anunciou o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio, uma iniciativa abrangente que une os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Este pacto visa aprimorar a coordenação entre as esferas de governo para implementar medidas mais eficazes de prevenção, proteção e punição. Uma das primeiras ações concretas divulgadas foi um mutirão do Ministério da Justiça, em colaboração com os estados, para capturar mais de 2 mil agressores de mulheres que se encontram em liberdade. A mensagem do governo é clara: “Violência contra a mulher não é questão privada onde ninguém mete a colher. É crime. E vamos, sim, meter a colher”, afirmou o presidente, prometendo mais operações de combate e prisão de agressores.

Iniciativas de apoio e empoderamento feminino

Além das ações diretas de combate à violência, o governo destacou outras iniciativas que beneficiam diretamente as famílias, com foco especial nas mulheres. Entre elas, estão o programa Pé-de-Meia, que oferece incentivo financeiro para estudantes do ensino médio; o Gás do Povo, que subsidia parte do custo do gás de cozinha; a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil; e o programa de distribuição gratuita de absorventes. Essas medidas visam proporcionar dignidade, autonomia e melhores condições de vida para as mulheres e suas famílias, reconhecendo seu papel central na estrutura social e econômica do país.

Avanços trabalhistas e proteção digital para jovens

O discurso presidencial também abordou outras pautas sociais de grande relevância, buscando melhorar a qualidade de vida e a segurança de diferentes grupos da população, com atenção especial às mulheres e aos jovens. A discussão sobre a jornada de trabalho e a proteção no ambiente digital reflete a preocupação com o bem-estar social em diversas frentes.

O fim da escala 6×1 e a dupla jornada da mulher

Um ponto crucial levantado foi a defesa do fim da escala de trabalho 6×1, na qual o trabalhador tem apenas um dia de folga por semana. O presidente argumentou que essa jornada é exaustiva e prejudica especialmente as mulheres, que frequentemente enfrentam uma dupla jornada: uma no trabalho formal e outra em casa, cuidando da família e das tarefas domésticas. A proposta de acabar com a escala 6×1, que vem sendo negociada com o Congresso Nacional, é vista como uma medida essencial para proporcionar mais tempo para a família, para o estudo, para o descanso e para o lazer, promovendo uma melhor qualidade de vida e equidade de gênero. Para o governo, essa é uma pauta fundamental da mulher brasileira, impactando diretamente seu bem-estar e sua participação plena na sociedade.

ECA digital e a segurança online de crianças e adolescentes

Outra medida importante anunciada foi a iminente entrada em vigor do Estatuto Digital das Crianças e Adolescentes (ECA Digital) em 17 de março. Este estatuto impõe às plataformas digitais a responsabilidade de implementar mecanismos de prevenção e combate a riscos para crianças e adolescentes, como acesso a conteúdos ilegais ou impróprios. Isso inclui exploração e abuso sexual, violência física, intimidação, assédio online, promoção de jogos de azar e práticas publicitárias predatórias. Em março, novas ações governamentais serão divulgadas para intensificar o combate ao assédio online, fortalecendo a proteção digital. O decreto que regulamenta o ECA Digital está sendo elaborado em conjunto por diversos ministérios, incluindo Justiça, Casa Civil, Direitos Humanos e Cidadania, Gestão e Inovação em Serviços Públicos, e a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, demonstrando o caráter intersetorial da iniciativa.

Um futuro de segurança e prosperidade para as mulheres brasileiras

A visão para o Brasil é clara: não se trata de um país onde as mulheres apenas sobrevivem, mas sim de um país onde elas prosperam. O governo reitera seu compromisso em construir uma nação onde as mulheres possam viver em segurança, com liberdade para buscar seus sonhos, trabalhar, empreender, estudar e desfrutar de momentos de lazer sem medo. A soma das iniciativas de combate direto à violência, as políticas de apoio social e as medidas para garantir um ambiente de trabalho mais justo e uma internet mais segura reflete uma abordagem holística para o empoderamento feminino. A luta contra o feminicídio e a promoção dos direitos das mulheres são pilares essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e próspera para todos os brasileiros.

Perguntas frequentes sobre o combate ao feminicídio e políticas para mulheres

1. O que é o Pacto Nacional – Brasil contra o Feminicídio?
É uma iniciativa interministerial e interfederativa que envolve os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para fortalecer as ações de prevenção, proteção e punição relacionadas à violência contra a mulher, com foco no feminicídio. O pacto busca articular esforços para criar um ambiente mais seguro e justo para as mulheres brasileiras.

2. Como a escala de trabalho 6×1 afeta as mulheres brasileiras, segundo o governo?
A escala 6×1, que prevê seis dias de trabalho e apenas um de folga, é considerada prejudicial por não permitir tempo adequado para descanso, lazer e cuidados familiares. Para as mulheres, que frequentemente acumulam a jornada de trabalho remunerado com as responsabilidades domésticas e de cuidado, essa escala agrava a dupla jornada, impactando negativamente sua saúde, bem-estar e qualidade de vida.

3. Qual o objetivo principal do ECA Digital e quando ele entra em vigor?
O Estatuto Digital das Crianças e Adolescentes (ECA Digital) tem como objetivo principal obrigar as plataformas digitais a adotarem medidas preventivas para proteger crianças e adolescentes contra conteúdos ilegais ou impróprios, como exploração sexual, violência, assédio online e publicidade predatória. Ele entrará em vigor em 17 de março.

Para saber mais sobre as políticas de combate à violência e as iniciativas de apoio às mulheres, visite os canais oficiais do governo e participe dessa construção por um Brasil mais seguro e igualitário.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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