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Michelle Bolsonaro revela pequena cirurgia Após ausência em ato político
Finanças

Michelle Bolsonaro revela pequena cirurgia Após ausência em ato político

Última Atualizacão 02/03/2026 18:01
PainelRJ
Publicado 02/03/2026
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Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro durante ato em São Paulo - 07/09/2025REUTERS/Amanda Perobelli
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) veio a público nesta segunda-feira para esclarecer sua ausência no ato “Acorda Brasil”, realizado no último domingo na Avenida Paulista, em São Paulo. Através de suas redes sociais, Michelle Bolsonaro informou ter passado por um “pequeno procedimento cirúrgico” na semana passada. A declaração surge após especulações e uma menção inicial feita pela deputada federal Bia Kicis (PL), que atribuiu a ausência da ex-primeira-dama tanto à recuperação de uma cirurgia quanto à necessidade de cuidar do ex-presidente Jair Bolsonaro e da filha do casal, Laura Bolsonaro. O esclarecimento busca dissipar dúvidas sobre sua participação em eventos políticos e seu estado de saúde.

O esclarecimento de Michelle Bolsonaro

A comunicação oficial de Michelle Bolsonaro foi feita por meio de uma postagem em suas redes sociais, onde a ex-primeira-dama detalhou a situação. Ela confirmou ter se submetido a um “pequeno procedimento cirúrgico na última sexta-feira”, assegurando que “está tudo bem”. Em sua mensagem, Michelle também expressou gratidão pelo carinho, preocupação e orações recebidas, ao mesmo tempo em que informou que, apesar de “algumas restrições”, suas atividades normais prosseguem.

A declaração veio a público após a deputada federal Bia Kicis ter comentado a ausência de Michelle no evento, citando a cirurgia como um dos motivos. Kicis também mencionou que a ex-primeira-dama estaria dedicada aos cuidados do ex-presidente Jair Bolsonaro e da filha Laura, adicionando uma camada de contextualização à ausência. A transparência de Michelle sobre sua saúde visa a fornecer uma explicação direta e pessoal para sua não participação em um evento de significativa relevância política para o grupo bolsonarista.

O ato “Acorda Brasil” na Avenida Paulista

O evento “Acorda Brasil”, que ocorreu no domingo, 11 de fevereiro, na Avenida Paulista, em São Paulo, configurou-se como uma manifestação de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos principais motes da manifestação foi a defesa da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra em uma delicada situação jurídica. A concentração do ato ocupou uma extensão de dois quarteirões da Avenida Paulista, nas proximidades do Museu de Arte de São Paulo (Masp), ponto tradicional de grandes manifestações na capital paulista.

A estimativa de público para o evento, realizada pelo Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), em parceria com a ONG More in Common, apontou a presença de 20,4 mil pessoas. O Cebrap, coordenado por Pablo Ortellado e Márcio Moretto, da Universidade de São Paulo (USP), é uma referência na análise de movimentos sociais e políticos.

Participação, ausências notáveis e estimativa de público

Convocado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o ato na Paulista marcou um ponto importante no calendário político bolsonarista. Este foi o primeiro grande evento na Avenida Paulista desde a indicação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à presidência da República, movimento que contou com o aval explícito de seu pai. A presença de Flávio Bolsonaro no palco principal da manifestação sublinhou a importância do evento para a articulação política do grupo.

Além de Flávio, outras figuras proeminentes do cenário político e religioso ligado ao bolsonarismo estiveram presentes, reforçando o caráter da mobilização. Entre os participantes notáveis, destacam-se o pastor Silas Malafaia, conhecido por sua influência entre os evangélicos e por seu apoio irrestrito a Jair Bolsonaro; o presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, que representa a cúpula partidária; e os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, que mantêm alianças com o ex-presidente. Suas presenças denotam a tentativa de unificação e demonstração de força do campo político conservador e de direita.

Por outro lado, além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, outra ausência de peso foi a do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Sua não participação no ato foi justificada por uma viagem internacional; o governador cumpria agenda na Alemanha, focada em temas de tecnologia, o que impediu sua presença no evento na capital paulista. As ausências, tanto de Michelle quanto de Tarcísio, geraram diferentes tipos de discussões sobre a coesão do movimento e as prioridades de seus líderes.

O cenário político e as futuras agendas

A manifestação na Avenida Paulista, com a pauta de oposição ao governo atual e defesa de Jair Bolsonaro, insere-se em um contexto político complexo. A situação jurídica do ex-presidente continua sendo um fator mobilizador para seus apoiadores. Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou um novo pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro, citando sua “boa saúde” e a atividade política que, segundo o ministro, seria evidenciada pelo “volume de visitas” recebidas na Papuda, onde ele estaria. Essa decisão reverberou entre os apoiadores, sendo um dos estopins para a mobilização pela “liberdade” do ex-presidente.

O esclarecimento de Michelle Bolsonaro sobre sua saúde, em meio a um evento de tamanha projeção, mostra a atenção da família Bolsonaro em gerenciar a narrativa pública. A transparência sobre o procedimento cirúrgico, ainda que “pequeno”, busca contextualizar sua ausência e evitar interpretações políticas indevidas. O ato “Acorda Brasil”, por sua vez, sinaliza a persistência da mobilização bolsonarista, que busca manter a relevância e a visibilidade política em um período de desafios e reconfigurações no cenário nacional.

FAQ

Qual foi o motivo da ausência de Michelle Bolsonaro no ato “Acorda Brasil”?
Michelle Bolsonaro informou, através de suas redes sociais, que passou por um “pequeno procedimento cirúrgico” na última sexta-feira e ainda estava em recuperação, com algumas restrições.

Quem convocou o ato “Acorda Brasil” na Avenida Paulista?
O ato foi convocado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

Qual foi a estimativa de público para o evento na Avenida Paulista?
De acordo com o Monitor do Debate Político do Cebrap, em parceria com a ONG More in Common, a estimativa foi de 20,4 mil pessoas.

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Fonte: https://www.infomoney.com.br

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