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Bad Bunny, vencedor do Grammy e crítico de Trump, se apresenta no
Brasil

Bad Bunny, vencedor do Grammy e crítico de Trump, se apresenta no

Última Atualizacão 08/02/2026 17:06
PainelRJ
Publicado 08/02/2026
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© Reuters/Mandatory Credit: Kirby Lee-Imagn Images/Proibida reprodução
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Neste domingo (8), o mundo do esporte e do entretenimento converge para um dos eventos mais assistidos globalmente: a final da NFL. Além do embate esportivo entre New England Patriots e Seattle Seahawks no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia, todas as atenções se voltam para o aguardado show do intervalo. A estrela da noite será o renomado cantor porto-riquenho Bad Bunny, cujo nome artístico já é sinônimo de sucesso e controvérsia. Vencedor de múltiplos prêmios Grammy, o artista de 31 anos, conhecido por sua voz marcante e letras impactantes, trará sua energia para o palco, mas não sem antes gerar um debate significativo. Sua recente vitória no Grammy Awards, acompanhada de críticas abertas ao Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, reverberou internacionalmente, provocando inclusive uma reação do então presidente Donald Trump. Este cenário adiciona uma camada de expectativa e significado cultural à sua performance no evento.

O aguardado show do intervalo e a relevância de Bad Bunny

O Super Bowl transcende o universo do futebol americano, consolidando-se como um fenômeno cultural global. O show do intervalo, em particular, tornou-se um espetáculo à parte, atraindo milhões de espectadores que nem sempre acompanham o esporte. A escolha do artista para essa plataforma é sempre estratégica e reflete o momento da indústria musical e da cultura popular. Para esta edição, a NFL apostou em Bad Bunny, um dos nomes mais influentes da música latina e urbana contemporânea, cujo impacto cultural e comercial é inegável. Sua presença no palco do Levi’s Stadium, na Califórnia, marca um ponto significativo na crescente influência da música latina no cenário global e na diversidade de talentos que alcançam os maiores palcos mundiais.

Da consagração no Grammy à visibilidade global no Super Bowl

Bad Bunny, cujo nome de batismo é Benito Antonio Martinez Ocasio, nasceu em Vega Baja, Porto Rico, há 31 anos e rapidamente se tornou uma força dominante na música. Sua ascensão meteórica é marcada por uma série de sucessos e um estilo único que mistura trap, reggaeton e outros gêneros latinos. No dia 1º de fevereiro, o artista porto-riquenho foi novamente reconhecido pela crítica e pelo público ao receber o prêmio de Melhor Álbum Urbano no prestigioso Grammy Awards. A honraria foi concedida pelo seu álbum Debí Tirar Más Fotos, um trabalho notável por ser inteiramente cantado em espanhol, solidificando sua posição como um embaixador global da música hispânica. Este recente triunfo se soma a uma coleção impressionante de prêmios, que inclui três Grammy Awards e onze Latin Grammy Awards, evidenciando seu domínio na indústria fonográfica e a profunda conexão com sua base de fãs. A oportunidade de se apresentar no Super Bowl serve como uma coroação dessa trajetória, ampliando ainda mais sua visibilidade para um público que se estende muito além das fronteiras da música latina.

A postura política de Bad Bunny e a controvérsia gerada

Apesar do glamour e da celebração de sua conquista, a participação de Bad Bunny no Grammy Awards não se limitou a um simples discurso de agradecimento. O artista utilizou a plataforma para expressar publicamente suas opiniões sobre questões sociais e políticas que considera cruciais, gerando um debate imediato e amplificando sua voz para milhões de telespectadores. Sua manifestação reflete uma tendência crescente de artistas latinos que usam sua influência para abordar temas relevantes para suas comunidades.

Discurso anti-ICE e a mensagem de amor em tempos de polarização

Ao receber seu prêmio no Grammy, Bad Bunny proferiu um discurso que misturava gratidão e uma crítica contundente. Em um dos momentos mais marcantes da noite, ele dirigiu-se diretamente ao Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), exclamando “Fora, Ice”. A declaração foi um repúdio à política e às ações do órgão, frequentemente acusado de práticas desumanas e separação de famílias imigrantes. O cantor reforçou sua posição, afirmando: “Nós não somos selvagens, não somos animais. Somos seres humanos e somos americanos”. Esta fala sublinhou a humanidade e a dignidade dos imigrantes, confrontando estereótipos negativos e reafirmando sua identidade como parte integrante da sociedade americana. No entanto, Bad Bunny também fez um apelo à união e ao amor em um momento de tensões crescentes. “Quero dizer, para as pessoas que estão assistindo, para não propagar o ódio. Estava pensando que às vezes a gente fica contaminado, e o ódio acaba se tornando mais poderoso quando você se agrega ao ódio. E a única coisa mais potente que o ódio é o amor”, concluiu o artista, oferecendo uma mensagem de esperança e conciliação em meio ao fervor de suas declarações políticas.

A reação de Donald Trump e o impacto no evento

As declarações de Bad Bunny no Grammy tiveram repercussão imediata, especialmente em círculos políticos. O então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou sua insatisfação com a escolha do artista para o show do Super Bowl. Durante a semana que antecedeu o evento, Trump concedeu uma entrevista ao jornal The New York Times, na qual garantiu que não compareceria à final da NFL devido à presença de Bad Bunny. “Acho que é uma péssima escolha. Tudo o que isso faz é semear ódio. Terrível”, disse Trump ao jornal. A postura do presidente gerou mais uma camada de debate em torno do evento, transformando a performance musical em um palco para discussões políticas mais amplas. A ausência de um presidente em um evento de tamanha magnitude nacional, motivada pela posição política de um artista, sublinhou a polarização do cenário político e cultural dos Estados Unidos.

A experiência do Super Bowl para o público brasileiro

Para os fãs de futebol americano e de música no Brasil, a final da NFL promete uma noite de fortes emoções. Além da expectativa pelo confronto esportivo, o show do intervalo com Bad Bunny será um dos pontos altos da transmissão, oferecendo entretenimento de alto nível para milhões de lares. A partida entre New England Patriots e Seattle Seahawks tem início previsto para as 20h30, horário de Brasília, com o show do intervalo acontecendo posteriormente.

Horários e canais de transmissão para não perder a performance

O horário exato do show de Bad Bunny dependerá do desenrolar da partida. Contudo, estimativas indicam que a performance deve começar por volta das 22h, no horário de Brasília, considerando que o intervalo normalmente se estende por cerca de 1 hora e 30 minutos. Para garantir que nenhum fã perca essa atração cultural e esportiva, a transmissão no Brasil será amplamente coberta. Os canais Sportv, Getv e ESPN estarão encarregados de levar o evento aos telespectadores. Além disso, as plataformas de streaming Disney+ e NFL Game Pass (disponível via DAZN) oferecerão a cobertura completa, permitindo que o público escolha a melhor forma de acompanhar o Super Bowl e a aguardada apresentação do artista porto-riquenho.

Conclusão

A final da NFL deste domingo se configura como muito mais do que um simples jogo de futebol americano. Com a performance de Bad Bunny no intervalo, o evento se transforma em um palco de encontro entre esporte, música e um significativo debate político e social. A presença de um artista globalmente aclamado, que não hesita em usar sua voz para pautas relevantes como a imigração, eleva o Super Bowl de um espetáculo esportivo para um momento cultural de reflexão. A controvérsia gerada pelas críticas ao ICE e a subsequente reação de Donald Trump destacam a crescente interseção entre entretenimento e política, e o poder de artistas em moldar discussões públicas. Para milhões de espectadores, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, a noite promete ser memorável, não apenas pela disputa em campo, mas também pela mensagem e pela energia que Bad Bunny trará ao maior palco da televisão americana.

Perguntas frequentes (FAQ)

1. Quem é Bad Bunny e qual sua importância na música?
Bad Bunny é o nome artístico de Benito Antonio Martinez Ocasio, cantor e rapper porto-riquenho de 31 anos. Ele é um dos artistas mais influentes da música latina urbana, conhecido por misturar reggaeton, trap e outros gêneros. Vencedor de múltiplos prêmios Grammy, ele é reconhecido por sua originalidade e por abordar temas sociais em suas músicas e discursos.

2. Por que Bad Bunny criticou o ICE no Grammy?
No Grammy Awards, Bad Bunny utilizou seu discurso de agradecimento para criticar o Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). Ele se manifestou contra as políticas e ações do órgão, afirmando que imigrantes são seres humanos e americanos, e não “selvagens” ou “animais”, defendendo a dignidade e humanidade da comunidade imigrante.

3. Como Donald Trump reagiu à presença de Bad Bunny no Super Bowl?
O então presidente Donald Trump declarou ao jornal The New York Times que não compareceria à final do Super Bowl devido à escolha de Bad Bunny para o show do intervalo. Trump classificou a decisão como “péssima” e que “semeava ódio”, discordando publicamente das posições políticas do artista.

4. Qual a mensagem principal do discurso de Bad Bunny no Grammy?
Além da crítica ao ICE, Bad Bunny enfatizou a importância de não propagar o ódio e de cultivar o amor. Ele argumentou que, embora o ódio possa parecer poderoso, o amor é a única força capaz de superá-lo, fazendo um apelo por união e compaixão em tempos de polarização.

5. Onde o Super Bowl e o show de Bad Bunny serão transmitidos no Brasil?
No Brasil, a final da NFL e o show do intervalo com Bad Bunny serão transmitidos pelos canais Sportv, Getv e ESPN. Além disso, as plataformas de streaming Disney+ e NFL Game Pass (via DAZN) também oferecerão a cobertura completa do evento.

Para não perder nenhum detalhe do espetáculo, sintonize nos canais de transmissão ou acesse as plataformas de streaming e prepare-se para uma noite de futebol, música e reflexão cultural.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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