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Capitão da PM é preso por ligação com facção criminosa
Brasil

Capitão da PM é preso por ligação com facção criminosa

Última Atualizacão 07/02/2026 12:33
PainelRJ
Publicado 07/02/2026
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© PMERJ/Twitter
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Um revés significativo para a segurança pública do Rio de Janeiro foi registrado com a prisão preventiva do capitão da Polícia Militar Alessander Ribeiro Estrella Rosa, detido sob a grave acusação de envolvimento em negociações com o Comando Vermelho, uma das maiores e mais perigosas facções criminosas do país. A decisão, emanada pela Auditoria da Justiça Militar do Estado, atende a um pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), reforçando a seriedade da investigação. O capitão da PM Alessander Ribeiro Estrella Rosa, uma figura de alta patente dentro da corporação, foi detido na tarde de uma sexta-feira no 20º Batalhão da Polícia Militar, localizado em Mesquita, na Baixada Fluminense, pela própria Corregedoria da corporação, sublinhando a gravidade das evidências que pesam contra ele.

O arresto e o histórico do caso

A prisão do capitão Alessander Ribeiro Estrella Rosa não é um evento isolado, mas o desdobramento de uma investigação minuciosa que aponta para um padrão de conduta irregular e perigoso. As autoridades judiciais e ministeriais destacaram que a medida preventiva foi necessária após a apresentação de robustos indícios de que o oficial, mesmo após ter sido previamente beneficiado com um habeas corpus e submetido a outras medidas cautelares que não a prisão, persistiu em manter contato e negociar com traficantes de alta periculosidade. Essa reincidência, segundo os órgãos envolvidos, configurou um risco iminente à ordem pública, bem como à estrutura hierárquica e disciplinar da instituição militar.

Os detalhes da investigação sugerem que as negociações do capitão com integrantes do Comando Vermelho iam além de meros contatos, indicando um possível esquema de colaboração ou facilitação que poderia comprometer operações policiais e a própria segurança da população. A persistência nesse comportamento, apesar das advertências e das medidas cautelares anteriores, demonstrou uma clara desconsideração pelas leis e pelos princípios que regem a Polícia Militar. A gravidade da situação foi um fator determinante para a Justiça Militar decretar a prisão preventiva, visando proteger a instrução criminal, evitar a destruição de provas e, fundamentalmente, preservar a credibilidade e a integridade da Polícia Militar diante da sociedade.

Detalhes da investigação e as medidas complementares

A investigação, conduzida com o máximo rigor, revelou que o capitão da PM Alessander Ribeiro Estrella Rosa estaria em conluio com elementos do Comando Vermelho, uma facção notória por sua atuação no tráfico de drogas, roubos e diversos outros crimes violentos que afligem o estado do Rio de Janeiro. A colaboração de um oficial de alta patente com um grupo criminoso desse calibre representa uma ameaça direta à segurança pública e um abalo à confiança da população nas forças de segurança. A decisão judicial de decretar a prisão preventiva não apenas retirou o oficial de circulação, mas também abriu caminho para aprofundar as apurações, garantindo que todas as provas necessárias sejam coletadas e devidamente analisadas.

Além da prisão, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou e obteve da Justiça a autorização para uma série de medidas complementares cruciais para o avanço do caso. Entre elas, destacam-se as ordens de busca e apreensão, que permitem às autoridades vasculhar locais associados ao capitão em busca de documentos, dispositivos eletrônicos e outros objetos que possam conter evidências relevantes. Adicionalmente, foi deferido o afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos. Essa medida é fundamental para rastrear comunicações, identificar contatos e mapear a extensão do envolvimento do capitão com os criminosos, possibilitando a descoberta de outros possíveis participantes no esquema. Essas ações conjuntas são essenciais para desvendar completamente a rede de corrupção e desarticulação que pode ter sido estabelecida, assegurando que todos os responsáveis sejam devidamente levados à justiça.

Implicações e próximos passos

A prisão de um capitão da Polícia Militar por envolvimento com uma facção como o Comando Vermelho tem implicações profundas para a instituição e para a sociedade. Representa um golpe na imagem da corporação e reforça a percepção de que a infiltração criminosa pode alcançar patamares elevados. A hierarquia e a disciplina militar são pilares essenciais da Polícia Militar, e a conduta atribuída ao oficial mina diretamente esses fundamentos, criando um ambiente de desconfiança interna e externa. O caso levanta questões sérias sobre os mecanismos de controle e combate à corrupção dentro das forças de segurança, exigindo uma resposta firme e transparente das autoridades.

Os próximos passos incluem a continuidade das investigações, com a análise dos materiais apreendidos e dos dados telemáticos e telefônicos. O objetivo é consolidar o conjunto probatório e identificar eventuais cúmplices, tanto dentro quanto fora da corporação. O capitão Alessander Ribeiro Estrella Rosa será submetido aos rigores da Justiça Militar, onde terá a oportunidade de apresentar sua defesa. O desfecho deste caso será crucial para reafirmar o compromisso das instituições com a legalidade e para tentar restaurar a confiança pública na Polícia Militar, demonstrando que não há espaço para a impunidade em casos de tamanha gravidade. A atuação conjunta do Ministério Público, por meio do Gaeco, e da Corregedoria da PM é um indicativo da seriedade com que o episódio está sendo tratado, visando coibir a corrupção e proteger a integridade da corporação.

Perguntas frequentes

1. O que é prisão preventiva e por que foi decretada neste caso?
A prisão preventiva é uma medida cautelar de caráter processual que permite a prisão de uma pessoa antes do julgamento, em situações específicas. Neste caso, foi decretada por haver indícios de que o capitão Alessander Ribeiro Estrella Rosa, mesmo após medidas cautelares anteriores, manteve contato e negociou com traficantes de alta periculosidade, configurando risco à ordem pública, à hierarquia militar e à instrução criminal.

2. Qual o papel do Gaeco e da Corregedoria neste processo?
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), vinculado ao Ministério Público, foi o responsável por obter a decretação da prisão preventiva, apresentando os indícios à Justiça Militar. A Corregedoria da Polícia Militar, por sua vez, foi a responsável por efetuar a prisão do oficial, atuando dentro da própria corporação para garantir a aplicação da lei.

3. Quais as consequências para um policial militar envolvido com facções criminosas?
Um policial militar envolvido com facções criminosas pode enfrentar graves consequências, incluindo a perda do cargo, sanções disciplinares severas, condenação penal por crimes como corrupção, associação para o tráfico ou crime organizado, além de prejuízos irreparáveis à sua reputação e à confiança pública na instituição.

Mantenha-se informado sobre este e outros desenvolvimentos importantes na segurança pública. Acompanhe as notícias para entender o impacto dessas ações no combate ao crime organizado e na defesa da justiça.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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