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Posto no Rocha é interditado por fraude em bombas de combustível com
Rio de Janeiro

Posto no Rocha é interditado por fraude em bombas de combustível com

Última Atualizacão 04/02/2026 18:02
PainelRJ
Publicado 04/02/2026
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Tempo Real RJ
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Uma operação conjunta de órgãos de fiscalização no Rio de Janeiro revelou um esquema sofisticado de fraude em bombas de combustível que lesava consumidores de forma quase imperceptível. Nesta terça-feira (3), um posto localizado na Avenida Marechal Rondon, nº 1.361, no bairro Rocha, Zona Norte da cidade, foi interditado pelo Procon Carioca após a descoberta de microchips ocultos nos equipamentos de abastecimento. Esses dispositivos eletrônicos eram programados para enganar os clientes, entregando uma quantidade de combustível inferior à indicada nas bombas, gerando prejuízos que variavam entre 4% e 10% do valor pago em cada abastecimento. A ação, que contou com o apoio crucial do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e da Polícia Civil, demonstra a crescente sofisticação dos golpes contra o consumidor e a importância da fiscalização contínua para garantir a integridade do mercado.

Descoberta de um esquema sofisticado

A fiscalização no posto de combustível no Rocha não começou com flagrante imediato. Inicialmente, as aferições realizadas pelos agentes indicaram que o fornecimento de combustível estava, aparentemente, dentro dos padrões regulamentados. Contudo, a equipe do Procon Carioca, agindo com base em indícios prévios ou rotina de monitoramento, optou por uma verificação mais aprofundada. Essa persistência levou os fiscais a localizar, dentro das instalações do estabelecimento, uma central de monitoramento com um sistema de automação que levantou sérias suspeitas. A presença de um equipamento desse porte, capaz de controlar remotamente as bombas, acendeu o alerta para a possibilidade de uma fraude em bombas de combustível de alta complexidade.

A mecânica da fraude com microchips

Diante da suspeita, a operação solicitou o apoio técnico especializado do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), órgão fundamental na aferição e certificação de equipamentos de medição. Com a expertise do Ipem, os fiscais realizaram uma inspeção minuciosa em todas as bombas do posto. Foi durante essa análise detalhada que os indícios de adulteração no sistema se tornaram mais claros. A investigação culminou no flagrante da instalação de dois microchips fraudulentos. Esses componentes eletrônicos estavam engenhosamente ocultos entre outros dispositivos internos das bombas, projetados para serem de difícil detecção em inspeções rotineiras. Os microchips atuavam alterando os dados de volume fornecidos ao painel da bomba, fazendo com que o consumidor pagasse por uma quantidade de combustível que, de fato, não recebia. Essa tecnologia de adulteração é reconhecida pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) como uma forma de fraude, e sua sofisticação torna a detecção um desafio para os órgãos fiscalizadores e quase impossível para o consumidor comum.

Medidas e impactos

O secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, João Pires, classificou o esquema como “altamente sofisticado, que engana o consumidor de forma quase imperceptível”. Essa declaração ressalta a gravidade da fraude em bombas de combustível e o prejuízo direto e acumulado para quem abastecia no local. A operação contou com a participação de várias instituições essenciais para o sucesso da ação: além do Procon Carioca e do Ipem, a Polícia Civil garantiu o suporte investigativo e a condução dos envolvidos, enquanto a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Inmetro ofereceram seu conhecimento técnico e regulatório, reforçando a abrangência da força-tarefa contra práticas ilegais no setor.

Repercussões para o posto e o mercado

Imediatamente após a descoberta dos microchips, o posto de combustível foi interditado. Todos os funcionários presentes no local foram conduzidos à delegacia para prestar depoimentos e esclarecer sua possível participação ou conhecimento sobre o esquema fraudulento. A interdição do estabelecimento permanecerá em vigor até que todas as irregularidades identificadas sejam minuciosamente apuradas e devidamente sanadas, garantindo que o local só volte a operar dentro das conformidades legais e éticas. Além das sanções administrativas, como multas pesadas e a suspensão das atividades, os responsáveis pela fraude em bombas de combustível podem enfrentar processos criminais, dada a natureza do delito contra o consumidor e a economia popular. Este caso serve como um alerta para outros estabelecimentos e reforça a importância da vigilância contínua das autoridades para proteger a população de práticas desonestas que afetam diretamente o orçamento familiar e a confiança no mercado de combustíveis.

Vigilância contínua e proteção ao consumidor

A interdição do posto no Rocha por fraude em bombas de combustível é um lembrete contundente da persistência de esquemas ilegais que buscam lesar o consumidor. A sofisticação dos métodos empregados exige uma resposta igualmente robusta das autoridades, com a união de forças entre diferentes órgãos de fiscalização e o uso de tecnologias avançadas para combater essas práticas. A operação bem-sucedida reflete o compromisso em assegurar um mercado justo e transparente, protegendo os direitos dos cidadãos e coibindo a atuação de criminosos. A batalha contra a fraude é contínua, e a atuação proativa das agências reguladoras é fundamental para desmantelar redes de adulteração e garantir que o consumidor receba exatamente pelo que paga.

Perguntas frequentes

Como a fraude de microchips em bombas de combustível funciona?
A fraude de microchips opera de forma tecnológica, utilizando pequenos dispositivos eletrônicos inseridos nas bombas de combustível, geralmente ocultos entre outros componentes. Esses microchips são programados para manipular a medição do volume de combustível, fazendo com que o painel da bomba exiba uma quantidade maior do que a que realmente é entregue ao veículo. O prejuízo para o consumidor pode variar de 4% a 10% do total abastecido, de forma quase imperceptível.

Quais órgãos participaram da operação no posto do Rocha?
A operação foi uma iniciativa do Procon Carioca e contou com o apoio de diversas entidades. O Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) foi crucial para a perícia técnica e identificação dos microchips. A Polícia Civil garantiu a parte investigativa e a condução dos funcionários para esclarecimentos. Além disso, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) ofereceram suporte técnico e regulatório, demonstrando uma ação coordenada contra a fraude.

O que acontece com o posto e os envolvidos na fraude?
O posto de combustível foi imediatamente interditado após a descoberta da fraude e permanecerá fechado até que todas as irregularidades sejam apuradas e corrigidas. Os funcionários presentes foram levados à delegacia para prestar depoimentos. Além de multas elevadas e outras sanções administrativas, os responsáveis pela fraude podem responder a processos criminais, dada a natureza do crime contra o consumidor e a economia popular. A interdição visa garantir que o estabelecimento só retome suas operações sob total conformidade legal.

Como o consumidor pode se proteger dessas fraudes?
Embora a detecção de microchips seja difícil sem equipamentos especializados, o consumidor pode adotar algumas práticas. É recomendável sempre abastecer em postos de confiança, preferencialmente aqueles com boa reputação e que apresentem selos de fiscalização válidos. Ficar atento a variações incomuns no consumo do veículo ou a diferenças nos valores cobrados em relação à quantidade de combustível que, visualmente, parece ter sido colocada no tanque, também pode ser um indicativo. Em caso de suspeita, denuncie aos órgãos de proteção ao consumidor, como o Procon.

Mantenha-se informado e proteja seus direitos. Denuncie qualquer irregularidade em postos de combustível aos órgãos competentes.

Fonte: https://temporealrj.com

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