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Cláudio Castro pode depor na CPMI sobre investimentos do Rioprevidência no Banco
Política

Cláudio Castro pode depor na CPMI sobre investimentos do Rioprevidência no Banco

Última Atualizacão 27/01/2026 15:01
Painel RJ
Publicado 27/01/2026
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Diário do Rio - Quem Ama o Rio Lê
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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), enfrenta a possibilidade de ser convocado a depor na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, no Congresso Nacional. O pedido visa esclarecer os vultosos investimentos realizados pelo Rioprevidência, o fundo de previdência estadual, no Banco Master, instituição financeira que foi liquidada extrajudicialmente em novembro do ano passado. A solicitação, protocolada nesta segunda-feira pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG), insere o chefe do executivo fluminense em uma investigação que apura fraudes e irregularidades contra aposentados e pensionistas. A questão central gira em torno da aplicação de cerca de R$ 1 bilhão em recursos previdenciários estaduais, apesar de alertas sobre os riscos da operação. A potencial convocação de Cláudio Castro pode depor na CPMI, intensifica a pressão política sobre o governo do Rio.

Pedido de esclarecimentos na CPMI do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, instalada no Senado Federal em meados do ano passado, tem como principal objetivo investigar e apurar a ocorrência de fraudes e irregularidades que afetam os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social. Contudo, a abrangência de suas investigações tem se expandido para casos que, embora não diretamente ligados ao INSS, envolvem fundos previdenciários e potenciais prejuízos a servidores públicos, como é o cenário dos investimentos do Rioprevidência no Banco Master. Este fundo estadual é responsável por garantir as aposentadorias e pensões de aproximadamente 235 mil servidores inativos do estado do Rio de Janeiro, o que confere ao caso uma dimensão significativa.

A solicitação do deputado Rogério Correia

O requerimento para a convocação do governador Cláudio Castro foi formalizado pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG). Em sua justificativa, o parlamentar argumenta que, como os recursos aplicados no Banco Master são provenientes de um fundo previdenciário estadual, o caso se enquadra na alçada de análise da CPMI. Correia sustenta que, dada a relevância do montante envolvido e a natureza pública do fundo, a presença do governador fluminense no Congresso Nacional é imprescindível para que ele preste os devidos esclarecimentos sobre as decisões de investimento. A expectativa é que o depoimento possa lançar luz sobre as circunstâncias que levaram à aplicação dos recursos e sobre as informações disponíveis à época das operações financeiras.

Investimentos controversos e alertas ignorados

Os investimentos do Rioprevidência no Banco Master se tornaram um ponto de grande questionamento devido ao volume de recursos envolvidos e às informações que indicam a existência de alertas prévios sobre a fragilidade da instituição financeira. A situação é agravada pelo fato de o Banco Master ter sido liquidado extrajudicialmente, gerando incertezas sobre a recuperação dos valores aplicados e um potencial prejuízo ao fundo de previdência dos servidores fluminenses.

O bilhão aplicado no Banco Master

Conforme detalhado no requerimento apresentado pelo deputado Rogério Correia, o governo do Rio de Janeiro teria investido aproximadamente R$ 1 bilhão do Rioprevidência no Banco Master. Esses aportes financeiros ocorreram em um período que compreende o primeiro e o segundo mandato do governador Cláudio Castro. O ponto mais crítico reside na alegação de que tais investimentos foram mantidos mesmo diante de uma série de advertências sobre os riscos inerentes à operação. Entre os órgãos e entidades que teriam sinalizado as fragilidades do investimento, destacam-se o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), que apontou questões antes mesmo da liquidação do banco, deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e representantes de servidores estaduais, que teriam alertado o Palácio Guanabara sobre a possibilidade de prejuízos ao fundo. Apesar dessas diversas sinalizações, o governo teria optado por prosseguir com os aportes.

A gestão de Deivis Marcon Antunes

Os investimentos que estão sob investigação foram realizados durante o período em que Deivis Marcon Antunes ocupava a presidência do Rioprevidência. Sua indicação para o cargo partiu do próprio governador Cláudio Castro. A permanência de Antunes no posto é outro aspecto que levanta questionamentos, pois ele teria permanecido na função mesmo após o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) ter solicitado seu afastamento imediato, em dezembro do ano passado. A exoneração de Deivis Marcon Antunes só ocorreu na última sexta-feira, por meio de uma edição extra do Diário Oficial, e foi divulgada apenas após a eclosão do escândalo envolvendo o Banco Master. A publicação oficial não especificou se a saída se deu “a pedido”, embora a defesa do ex-presidente da autarquia tenha afirmado que ele próprio solicitou a exoneração.

Outros desdobramentos da investigação

A CPMI do INSS não se restringe apenas ao caso do Rioprevidência e do Banco Master no Rio de Janeiro. As investigações têm revelado uma teia de conexões e possíveis irregularidades que envolvem outras figuras políticas e instituições financeiras, ampliando o escopo da comissão e a pressão sobre diferentes esferas de governo.

Envolvimento do governador Ibaneis Rocha

Paralelamente ao pedido de convocação de Cláudio Castro, o deputado Rogério Correia também solicitou o depoimento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). O nome de Ibaneis surgiu no contexto das investigações a partir de um depoimento de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, à Polícia Federal. Segundo Vorcaro, o governador do DF teria participado de reuniões para tratar de uma possível aquisição do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Esses requerimentos ainda estão pendentes de análise e deliberação pela CPMI, indicando que as apurações podem se estender e envolver diferentes figuras políticas em diversos estados e no Distrito Federal.

Pressão política e o posicionamento do governo do Rio

Até o momento, o governador Cláudio Castro tem optado por evitar comentários oficiais e diretos sobre o caso envolvendo o Rioprevidência e o Banco Master. Em ocasiões anteriores, quando procurado para se manifestar sobre o tema, o governo estadual tem se limitado a afirmar que acompanha as investigações em curso e que os investimentos em questão teriam seguido critérios técnicos rigorosos no momento de sua aplicação. No entanto, a possibilidade real de uma convocação para depor na CPMI do INSS amplia consideravelmente a pressão política sobre o Palácio Guanabara. O escândalo do Banco Master, com a potencial perda de recursos previdenciários e as alegações de alertas ignorados, pode ser elevado ao centro das discussões em Brasília e, dada a proximidade do pleito eleitoral deste ano, transformar-se em um tema de campanha com impactos políticos significativos para a administração Castro.

O futuro das investigações e a pressão sobre o Palácio Guanabara

A potencial convocação do governador Cláudio Castro pela CPMI do INSS marca um ponto de inflexão nas investigações sobre os investimentos do Rioprevidência no Banco Master. A gravidade das acusações, envolvendo um bilhão de reais de um fundo previdenciário e a suposta ignorância de alertas prévios do Tribunal de Contas do Estado e de parlamentares, coloca a administração fluminense sob intenso escrutínio. Enquanto os requerimentos de convocação aguardam análise da comissão, a expectativa é que o caso gere um debate aprofundado sobre a gestão de recursos públicos e a transparência em fundos de previdência. Os desdobramentos dessa investigação terão um impacto direto na credibilidade da gestão estadual e poderão influenciar o cenário político do Rio de Janeiro nos próximos meses.

FAQ

Por que Cláudio Castro pode ser convocado pela CPMI do INSS?
Ele pode ser convocado para esclarecer os investimentos de cerca de R$ 1 bilhão realizados pelo Rioprevidência, o fundo de previdência do estado do Rio de Janeiro, no Banco Master, que foi liquidado extrajudicialmente. O pedido visa investigar a gestão desses recursos públicos.

O que é o Banco Master e qual a relação com o Rioprevidência?
O Banco Master foi uma instituição financeira que foi liquidada extrajudicialmente em novembro do ano passado. O Rioprevidência, fundo responsável pelas aposentadorias e pensões de servidores inativos do Rio de Janeiro, investiu aproximadamente R$ 1 bilhão nesse banco, o que gerou preocupações sobre a segurança desses recursos.

Quais foram os alertas ignorados sobre os investimentos?
Segundo o requerimento, alertas sobre os riscos do investimento no Banco Master teriam sido feitos pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), por deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e por representantes de servidores estaduais antes da liquidação da instituição.

Qual a situação do ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes?
Deivis Marcon Antunes, indicado por Cláudio Castro, presidia o Rioprevidência quando os investimentos foram feitos. Ele permaneceu no cargo mesmo após o TCE-RJ solicitar seu afastamento, sendo exonerado somente após a revelação do escândalo, pouco antes da solicitação de convocação do governador.

O governador Ibaneis Rocha, do DF, também está envolvido no caso?
Sim, o deputado Rogério Correia também solicitou a convocação do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Ele foi citado pelo controlador do Banco Master em depoimento à Polícia Federal por supostamente ter participado de reuniões sobre a possível aquisição do banco pelo Banco de Brasília (BRB).

Para mais informações sobre as investigações em curso e seus desdobramentos, acompanhe nossas análises e notícias diárias.

Fonte: https://diariodorio.com

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