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Marcelo Crivella denunciado por desvio de R$ 32 milhões em contratos da
Política

Marcelo Crivella denunciado por desvio de R$ 32 milhões em contratos da

Última Atualizacão 22/01/2026 12:02
Painel RJ
Publicado 22/01/2026
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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) formalizou uma denúncia contra o deputado federal e ex-prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), o empresário Rafael Alves e mais nove indivíduos, além de 25 empresas, por um sofisticado esquema de corrupção. As acusações detalham o desvio de aproximadamente R$ 32 milhões dos cofres públicos, supostamente provenientes de fraudes em contratos firmados com a Prefeitura do Rio. A gravidade das alegações lança luz sobre práticas ilícitas que teriam permeado a gestão municipal, com o uso de empresas de fachada, contratos fictícios e notas fiscais “frias” para ocultar os repasses indevidos. Este caso, que já resultou na prisão de Marcelo Crivella no passado, reforça a atenção sobre a necessidade de rigor na fiscalização dos gastos públicos e na integridade dos processos administrativos, especialmente aqueles que envolvem grandes somas de dinheiro e impactam diretamente os serviços essenciais à população carioca. A denúncia sugere uma rede complexa de corrupção que operava de forma estruturada.

As acusações do Ministério Público

As investigações do MPRJ desvendam um modus operandi complexo e articulado para desviar recursos públicos. No cerne da denúncia está a alegação de que o esquema operava por meio de empresas de fachada, criadas com o propósito de simular a prestação de serviços ou a entrega de produtos que, na realidade, nunca ocorreram. Estas empresas seriam usadas para emitir notas fiscais “frias”, que serviam como justificativa para pagamentos ilícitos. Os contratos, muitas vezes, eram fictícios ou direcionados, garantindo que o dinheiro público chegasse às mãos dos envolvidos no esquema.

O modelo do esquema e o foco no Previ-Rio

Um dos pontos centrais da denúncia recai sobre um contrato de expressivo valor, R$ 789 milhões, firmado entre o Previ-Rio — órgão responsável pela previdência e pelo plano de saúde dos servidores municipais — e o grupo Assim Saúde. Segundo os promotores, essa contratação específica teria sido ilegalmente direcionada para favorecer a empresa em questão. As investigações indicam que, após a formalização do contrato, a Assim Saúde teria subcontratado empresas de fachada para simular serviços que nunca foram prestados, perpetuando o ciclo de desvio de verbas. Este mecanismo, conforme o MP, visava legitimar o pagamento de propinas, que eram então pulverizadas entre os participantes da rede criminosa. O valor e a sensibilidade do contrato com o Previ-Rio, que afeta diretamente milhares de servidores, aumentam a gravidade das acusações.

O papel de Crivella e os pagamentos de propina

O Ministério Público sustenta que o então prefeito Marcelo Crivella possuía conhecimento e controle total sobre os atos praticados por seus subordinados, que estariam ativamente envolvidos no esquema. As acusações indicam que o grupo recebia, em média, cerca de R$ 2 milhões por mês em propinas, evidenciando a escala e a regularidade dos pagamentos ilícitos. Além disso, a denúncia menciona um acordo para pagamento de propina equivalente a 3% do valor dos contratos envolvidos, o que revela uma sistemática de corrupção institucionalizada. A alegação de que Crivella tinha ciência e controle das ações de sua equipe sublinha a gravidade do envolvimento de um chefe do executivo municipal em um esquema de tamanha envergadura, colocando em xeque a integridade da administração pública do Rio de Janeiro na época.

A operação “QG da Propina” e o andamento do processo

A denúncia atual se insere em um contexto mais amplo de investigações sobre corrupção na prefeitura do Rio de Janeiro. Marcelo Crivella e Rafael Alves, apontado como operador do esquema, já haviam sido detidos no final de 2020, no âmbito da operação batizada de “QG da Propina”. Essa operação revelou indícios de que um escritório da Riotur, a empresa de turismo do município, era utilizado como base para a negociação de fraudes e desvios em contratos públicos. A reabertura e o aprofundamento das investigações resultaram nesta nova denúncia, que detalha novos aspectos e valores envolvidos.

Prisões e investigações anteriores

A prisão de Crivella em 2020 causou grande impacto político e social, sendo um dos poucos casos em que um prefeito em exercício foi detido por acusações de corrupção. A operação “QG da Propina” apontava para uma estrutura de arrecadação de propinas que envolvia diversos setores da administração municipal, com o objetivo de financiar interesses políticos e pessoais. A continuidade das investigações e a formalização desta denúncia mostram a persistência das autoridades em apurar e punir os responsáveis pelos desvios. O histórico do caso e a recorrência das acusações sobre práticas corruptas na gestão municipal sublinham a importância de um acompanhamento rigoroso do desenrolar judicial.

O que o MP pede à justiça

Diante das robustas evidências apresentadas, os promotores do MPRJ pleiteiam medidas severas contra os denunciados. Entre as principais exigências, está a devolução integral dos R$ 32 milhões supostamente desviados, valor que visa compensar o erário pelos danos sofridos. Além disso, o Ministério Público solicita a aplicação de multas substanciais aos envolvidos e a suspensão dos direitos políticos por um período que pode chegar a 14 anos, conforme a gravidade da improbidade administrativa. Atualmente, o processo encontra-se sob análise no Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE), o que indica uma possível conexão das fraudes com crimes eleitorais ou a condição de deputado federal de Crivella. A decisão do TRE-RJ será crucial para o futuro político e legal dos acusados.

A defesa de Crivella: contestações e argumentações

Em resposta às graves acusações, a defesa de Marcelo Crivella tem mantido uma postura de negação veemente, contestando a validade e a consistência da denúncia apresentada pelo Ministério Público. O ex-prefeito nega qualquer envolvimento em fraudes ou desvios, afirmando que não houve irregularidades em sua gestão. A estratégia da defesa busca descredibilizar as alegações, apontando inconsistências e um possível viés político no timing da divulgação das informações.

Negação das acusações e contexto político

Em nota oficial, a defesa de Marcelo Crivella argumentou que esta é a terceira denúncia baseada na mesma narrativa nos últimos seis anos, sugerindo uma perseguição judicial. Um ponto levantado pela equipe do parlamentar é o timing pré-eleitoral em que o assunto ressurge, período em que o nome de Marcelo Crivella aparece na liderança de pesquisas partidárias para o Senado Federal, insinuando uma possível motivação política para as acusações. A defesa também salientou que o deputado sequer foi ouvido pelos investigadores até o momento, o que, em sua visão, comprometeria a lisura do processo investigativo. Essas alegações buscam semear dúvidas sobre a imparcialidade das investigações e a real motivação por trás da denúncia.

Detalhes sobre o contrato do Assim Saúde

Em relação ao contrato com o grupo Assim Saúde, um dos principais focos da denúncia, a defesa de Crivella apresentou detalhes técnicos para refutar as acusações de fraude. Segundo a equipe do parlamentar, o grupo Assim Saúde presta serviços ao Município de forma ininterrupta há mais de 17 anos, inclusive na atual gestão, o que, para a defesa, demonstraria a idoneidade da empresa. A defesa enfatizou que a contratação foi conduzida pelo Previ-Rio com o aval de importantes órgãos de controle, como a Controladoria-Geral (CGE), a Procuradoria-Geral do Município (PGM) e o Tribunal de Contas (TCE). Mais crucialmente, a defesa alegou que não houve fraude à licitação porque não houve um processo licitatório tradicional. Em vez disso, a contratação ocorreu por “credenciamento”, uma modalidade legal aceita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e, segundo eles, até recomendada pelo próprio Ministério Público em certos contextos. O credenciamento é caracterizado por não ter vencedores ou vencidos, permitindo que todas as empresas que atendam aos requisitos sejam contratadas, o que, para a defesa, descaracterizaria a alegação de direcionamento.

Conclusões sobre a denúncia

A denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro contra Marcelo Crivella e outros indivíduos e empresas representa um capítulo significativo na luta contra a corrupção no país. As acusações detalhadas de desvio de R$ 32 milhões, envolvendo empresas de fachada e contratos direcionados, especialmente um de grande monta com o Previ-Rio, revelam a complexidade e a profundidade dos supostos esquemas. Por outro lado, a defesa do ex-prefeito apresenta contestações contundentes, alegando perseguição política, o momento estratégico da denúncia em período pré-eleitoral e a legalidade das contratações, como a modalidade de credenciamento no caso da Assim Saúde. O desfecho deste processo, atualmente em análise no Tribunal Regional Eleitoral do Rio, será crucial para determinar a responsabilidade dos envolvidos e reafirmar a confiança nas instituições democráticas e na gestão pública. A sociedade aguarda ansiosamente por clareza e justiça neste caso de grande repercussão.

FAQ

Q1: Quem são os principais envolvidos na denúncia do Ministério Público?
R1: Os principais envolvidos são o deputado federal e ex-prefeito Marcelo Crivella, o empresário Rafael Alves, outras nove pessoas e 25 empresas, acusados de participar de um esquema de corrupção.

Q2: Qual é o valor total do suposto desvio de recursos alegado na denúncia?
R2: O Ministério Público alega que o esquema de corrupção teria desviado cerca de R$ 32 milhões dos cofres da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Q3: O que a defesa de Marcelo Crivella argumenta em relação às acusações?
R3: A defesa de Crivella nega as acusações, argumenta que é a terceira denúncia com a mesma narrativa em seis anos, que o assunto ressurge em período pré-eleitoral e que ele sequer foi ouvido. Além disso, afirma que o contrato do Assim Saúde foi por credenciamento, uma modalidade legal e aprovada por órgãos de controle.

Q4: Onde o processo está sendo analisado atualmente e quais as demandas do MP?
R4: O processo está em análise no Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE). O Ministério Público pede a devolução integral dos R$ 32 milhões, a aplicação de multas e a suspensão dos direitos políticos dos envolvidos por até 14 anos.

Mantenha-se informado sobre este e outros desenvolvimentos da política fluminense, acompanhando as últimas notícias e análises sobre os casos que moldam o cenário público do Rio de Janeiro.

Fonte: https://diariodorio.com

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