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(re)CONEXÕES no Rio de Janeiro: debate crucial para políticas de museus
Política

(re)CONEXÕES no Rio de Janeiro: debate crucial para políticas de museus

Última Atualizacão 21/01/2026 07:02
Painel RJ
Publicado 21/01/2026
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O Rio de Janeiro será palco de um evento de suma importância para o futuro do setor cultural. O Programa (re)CONEXÕES, iniciativa conjunta do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SececRJ), realizará sua edição carioca no dia 28 de janeiro, a partir das 10h, no Museu de Favela (MUF), em Ipanema. Este encontro estratégico visa debater e fortalecer as políticas públicas para museus, reunindo profissionais da área, estudantes, gestores e a sociedade civil para uma construção coletiva de diretrizes. A relevância do evento reside na oportunidade de engajar diversos atores na formulação de um setor museal mais democrático e participativo, com foco na reestruturação e no aprimoramento de mecanismos essenciais para a sustentabilidade e a representatividade dos acervos e instituições em todo o país.

O programa (re)CONEXÕES no Rio de Janeiro

A edição carioca do Programa (re)CONEXÕES consolida-se como um momento decisivo para a discussão sobre o futuro das instituições museológicas no estado e no Brasil. O evento, marcado para ocorrer no Museu de Favela (MUF), em Ipanema, não apenas oferece um espaço físico para o diálogo, mas também simboliza a intenção de descentralizar e democratizar o acesso às políticas culturais, levando o debate para além dos grandes centros tradicionais. O MUF, com sua rica história e conexão direta com a comunidade, é um local emblemático para sediar um encontro que busca fortalecer a participação social e a representatividade.

Detalhes e participação

Programado para o dia 28 de janeiro, com início às 10h e encerramento às 18h, o (re)CONEXÕES é uma oportunidade ímpar para a troca de experiências e a formulação de propostas. A participação é aberta a um público vasto e diversificado, incluindo profissionais de museus, pontos de memória, representantes da sociedade civil organizada, coletivos culturais, estudantes, agentes públicos e todos os demais interessados na temática museal. Essa amplitude de público é intencional, visando garantir que as discussões sejam multifacetadas e que as soluções propostas reflitam as diversas realidades e necessidades do setor. A inscrição para o evento é gratuita e pode ser realizada tanto presencialmente, no próprio local do encontro, quanto antecipadamente através do site do Fórum Nacional de Museus. Para quem optar pela inscrição online, basta preencher um formulário simples e selecionar a região e a edição do (re)CONEXÕES em que deseja participar, assegurando assim sua vaga neste importante fórum de debates.

Esta será a segunda edição do programa no estado do Rio de Janeiro em 2024. A primeira ocorreu em maio, no Museu de Arte do Rio (MAR), reunindo mais de 120 participantes. O sucesso do encontro anterior demonstra o crescente engajamento da comunidade museal fluminense e a necessidade de espaços para aprofundar os debates em torno do Plano Nacional Setorial de Museus. A continuidade dessas edições estaduais é crucial para coletar subsídios e garantir que as particularidades de cada região sejam consideradas na formulação das políticas públicas em nível nacional, promovendo uma governança cultural mais inclusiva e eficaz.

Eixos de debate para o futuro dos museus

As discussões no Programa (re)CONEXÕES estão estrategicamente organizadas em três Grupos de Trabalho (GTs), cada um abordando um pilar fundamental para o fortalecimento e a modernização do setor museal brasileiro. A escolha desses eixos reflete a urgência de repensar e aprimorar as estruturas que sustentam os museus no país, desde sua governança até sua relação com a sociedade.

Reestruturação e participação social

O GT 1 – Reestruturação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM) foca em um dos desafios mais complexos do setor: a revisão e atualização da estrutura que congrega os milhares de museus espalhados pelo Brasil. O SBM é a espinha dorsal da política museal nacional, e sua reestruturação visa aprimorar a coordenação, a comunicação e a alocação de recursos entre as instituições. O objetivo é criar um sistema mais eficiente, transparente e capaz de responder às demandas contemporâneas da museologia, garantindo que os museus cumpram seu papel de guardiões da memória e promotores de cultura de forma mais eficaz. Esta reestruturação busca fortalecer a capacidade de planejamento estratégico e a implementação de políticas públicas de longo prazo, assegurando a perenidade e a relevância dos museus no cenário cultural.

O GT 2 – Implantação do Sistema de Participação Social do Ibram (SPAS) aborda a questão da democratização e da inclusão na formulação de políticas. O SPAS é concebido como um mecanismo formal para garantir que a sociedade civil tenha voz ativa e constante nas decisões estratégicas do Ibram. Sua implantação é crucial para que as políticas públicas para museus sejam verdadeiramente representativas das diversas comunidades e coletivos que compõem o tecido social brasileiro. Este sistema busca legitimar e institucionalizar a contribuição de diferentes setores, desde profissionais e pesquisadores até os usuários e as comunidades locais, na construção de diretrizes que reflitam as necessidades e aspirações de todos. A participação social é vista como um pilar para a transparência e a legitimidade das ações governamentais no campo da cultura.

Por fim, o GT 3 – Normatização do Fórum Nacional de Museus (FNM) concentra-se em institucionalizar e aprimorar o principal espaço de debate e articulação do setor museal brasileiro. O FNM tem sido, ao longo dos anos, o palco para discussões cruciais e a aprovação de diretrizes importantes, como o próprio Plano Nacional Setorial. Sua normatização visa estabelecer regras claras de funcionamento, composição e periodicidade, garantindo a continuidade e a eficácia de sua atuação como instância consultiva e propositiva. Um FNM normatizado fortalece a capacidade de o setor se auto-organizar e influenciar a agenda política, conferindo maior estabilidade e previsibilidade aos processos de tomada de decisão. A Superintendente de Museus da SececRJ, Lucienne Figueiredo, ressalta a importância desses encontros: “Este espaço constitui-se como um ponto de encontro, diálogo e construção coletiva, reunindo profissionais de museus, estudantes, gestores, pesquisadores e representantes de instituições museológicas de todo o Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de refletir e contribuir para o fortalecimento das políticas públicas do campo museal.”

Alcance nacional e alinhamento estratégico

A edição do (re)CONEXÕES no Rio de Janeiro não é um evento isolado, mas parte integrante de uma estratégia nacional mais ampla. Em 2025, o programa percorrerá todos os estados do país, configurando-se como um vasto processo participativo de escuta e construção coletiva de diretrizes para o setor museal. Essa abordagem descentralizada visa captar as especificidades regionais e garantir que as políticas públicas sejam elaboradas com base em um entendimento profundo das realidades locais, promovendo uma maior equidade e representatividade em nível nacional.

O Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035

As ações do (re)CONEXÕES estão intrinsecamente alinhadas ao Plano Nacional Setorial de Museus 2025-2035, um documento estratégico de longo prazo aprovado em novembro de 2024, durante o 8º Fórum Nacional de Museus, realizado em Fortaleza. Este plano representa o arcabouço orientador para as políticas públicas do setor nos próximos dez anos, estabelecendo metas e diretrizes para um desenvolvimento sustentável e inclusivo. A etapa atual do (re)CONEXÕES busca consolidar propostas para as três iniciativas estruturantes do Ibram – a reestruturação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM), a implantação do Sistema de Participação Social do Ibram (SPAS) e a normatização do Fórum Nacional de Museus (FNM) – que são pilares para a execução do Plano Nacional.

A proposta fundamental por trás de todo esse esforço é garantir a construção de um setor museal mais democrático, colaborativo, sustentável e representativo de toda a diversidade cultural brasileira. Isso significa museus que não apenas preservam o patrimônio, mas que também atuam como espaços vivos de diálogo, inclusão social e promoção da cidadania. A presidenta do Ibram, Fernanda Castro, enfatiza a relevância do programa: “o (re)CONEXÕES é um instrumento fundamental de diálogo com a sociedade, que fortalece os mecanismos de participação social nas políticas públicas para museus e amplia a representatividade na formulação das decisões estratégicas do setor”. Essa perspectiva reforça o compromisso de tornar os museus protagonistas no desenvolvimento cultural e social do Brasil, consolidando-os como instituições vitais para a memória e o futuro da nação.

Um passo essencial para a cultura museal brasileira

O Programa (re)CONEXÕES no Rio de Janeiro representa mais do que um simples encontro; ele é um catalisador para a transformação e o fortalecimento do setor museal no Brasil. Ao reunir vozes diversas e promover um diálogo estruturado em torno de temas cruciais como a reestruturação do SBM, a implantação do SPAS e a normatização do FNM, o evento contribui diretamente para a construção de políticas públicas mais robustas, democráticas e representativas. A continuidade deste processo participativo em âmbito nacional, alinhado ao Plano Nacional Setorial, demonstra o compromisso com um futuro onde os museus não são apenas guardiões da memória, mas também espaços vivos de cidadania, inclusão e inovação. A edição carioca reforça essa visão, consolidando o Rio de Janeiro como um polo de debate e proposição para o desenvolvimento cultural do país.

Perguntas frequentes sobre o (re)CONEXÕES

Quem pode participar do Programa (re)CONEXÕES no Rio de Janeiro?
O evento é aberto a uma ampla gama de participantes, incluindo profissionais de museus, pontos de memória, representantes da sociedade civil, coletivos culturais, estudantes, agentes públicos e qualquer pessoa interessada no tema das políticas públicas para o setor museal.

Como posso me inscrever para o evento?
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local, no dia do evento, ou antecipadamente através do site do Fórum Nacional de Museus (https://forum.museus.gov.br/inscricao-individual). Ao se inscrever online, você deverá escolher a região e a edição do (re)CONEXÕES da qual deseja participar.

Quais são os principais temas de discussão no (re)CONEXÕES?
As discussões estarão organizadas em três Grupos de Trabalho (GTs): Reestruturação do Sistema Brasileiro de Museus (SBM); Implantação do Sistema de Participação Social do Ibram (SPAS); e Normatização do Fórum Nacional de Museus (FNM).

Onde e quando o evento será realizado?
O Programa (re)CONEXÕES – Edição Rio de Janeiro acontecerá no dia 28 de janeiro, das 10h às 18h, no Museu de Favela (MUF), localizado na Rua Alberto Campos, nº 12, Ipanema, Rio de Janeiro – RJ.

Não perca a oportunidade de contribuir para o futuro dos museus no Brasil. Garanta sua participação e faça parte desta construção coletiva, inscrevendo-se gratuitamente em https://forum.museus.gov.br/inscricao-individual.

Fonte: https://diariodorio.com

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