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Deputada Laura Carneiro questiona quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência no Banco
Política

Deputada Laura Carneiro questiona quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência no Banco

Última Atualizacão 13/01/2026 18:01
Painel RJ
Publicado 13/01/2026
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A aplicação de quase R$ 1 bilhão do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, o Rioprevidência, em títulos do Banco Master entre 2023 e 2024, tornou-se alvo de intensos questionamentos no cenário político fluminense e federal. A deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ) formalizou um pedido de esclarecimentos ao Ministério da Previdência Social, buscando transparência e garantias sobre a integridade dos recursos que asseguram a aposentadoria de milhares de servidores. A preocupação central reside na magnitude dos valores aplicados e na necessidade de entender os critérios que levaram a tais investimentos. A situação se complexifica com a resposta inicial da pasta federal, que destacou a autonomia dos regimes previdenciários subnacionais, enquanto simultaneamente apontou irregularidades e fiscalizações internas, evidenciando a complexa relação entre fiscalização e autonomia federativa.

Os questionamentos da deputada e a resposta ministerial

O pedido de esclarecimentos de Laura Carneiro

A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) manifestou profunda preocupação com a integridade dos recursos do Rioprevidência, o fundo que gerencia as aposentadorias e pensões dos servidores públicos do Rio de Janeiro. Seu pedido de esclarecimentos ao Ministério da Previdência Social foi motivado por uma série de aplicações financeiras realizadas pelo Rioprevidência em títulos do Banco Master, totalizando R$ 970 milhões – um valor que, pela sua proximidade do bilhão, é frequentemente referido como “quase R$ 1 bilhão”. A parlamentar busca compreender os detalhes dessas operações, os riscos envolvidos e as justificativas para tais investimentos, dado o montante expressivo de capital público envolvido. A iniciativa de Laura Carneiro reflete a crescente demanda por maior transparência e rigor na gestão dos fundos previdenciários estaduais, essenciais para a segurança financeira dos beneficiários.

A postura do Ministério da Previdência Social

Em resposta ao questionamento da deputada, o Ministério da Previdência Social adotou uma postura que, embora ressalte os limites de sua alçada, não deixou de indicar pontos de atenção. Inicialmente, a pasta federal enfatizou a autonomia dos regimes previdenciários subnacionais, como o Rioprevidência, afirmando não possuir “competências ou base legal para licenciar, autorizar, nomear, intervir ou punir os regimes previdenciários instituídos pelos entes subnacionais, seus atos de gestão ou seus gestores”. Essa declaração sugere uma limitação direta na capacidade de intervenção do governo federal sobre as decisões de investimento estaduais.

No entanto, mesmo diante dessa delimitação de atribuições, o ministério citou o Índice de Situação Previdenciária (ISP) de 2024, no qual o estado do Rio de Janeiro foi classificado como “intermediário”. Mais relevante ainda, a pasta apontou irregularidades no envio de extratos previdenciários e em critérios ligados à política de investimentos e à aplicação dos recursos do Rioprevidência. Ao identificar esses resultados, o ministério afirmou ter adotado providências de fiscalização. Contudo, os materiais produzidos por essas auditorias são tratados como sigilosos, pois “servem para subsidiar a atuação de outros órgãos”, não sendo, portanto, de domínio público no momento. Essa ambiguidade entre a falta de competência direta e a realização de fiscalizações que indicam irregularidades adiciona complexidade ao caso.

Detalhes das aplicações e auditorias sigilosas

A cronologia dos investimentos do Rioprevidência

O detalhamento fornecido pelo Ministério da Previdência Social elenca nove aplicações específicas realizadas pelo Rioprevidência em títulos do Banco Master, demonstrando uma estratégia de investimento faseada e contínua ao longo de vários meses. A série de investimentos teve início em novembro de 2023 e se estendeu até julho de 2024, totalizando os R$ 970 milhões sob questionamento. A cronologia dos aportes é a seguinte:

R$ 40 milhões em 1º de novembro de 2023;
R$ 80 milhões em 8 de novembro de 2023;
R$ 200 milhões em 14 de dezembro de 2023;
R$ 230 milhões em 16 de fevereiro de 2024;
R$ 120 milhões em 16 de abril de 2024;
R$ 80 milhões em 15 de maio de 2024;
R$ 70 milhões em 12 de junho de 2024;
R$ 80 milhões em 20 de junho de 2024;
R$ 70 milhões em 19 de julho de 2024.

Esses valores, aplicados em diferentes momentos, somam uma quantia substancial do fundo previdenciário estadual, levantando questões sobre a diversificação da carteira de investimentos e a avaliação de risco associada ao Banco Master durante esse período.

Auditorias, irregularidades e o sigilo das informações

As auditorias realizadas pelo Ministério da Previdência Social sobre o processo decisório dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), incluindo o Rioprevidência, apontaram a existência de irregularidades. As falhas foram identificadas em critérios diretamente relacionados à política de investimentos do fundo e à forma como os recursos estavam sendo aplicados, segundo a nota emitida pela pasta. Embora o ministério não detalhe quais irregularidades específicas foram encontradas, a menção delas em um contexto de fiscalização já sinaliza a existência de desvios ou insuficiências nos procedimentos padrão.

Apesar de ter adotado providências de fiscalização interna, os resultados dessas auditorias não foram divulgados publicamente. A justificativa apresentada pelo ministério é que “as auditorias realizadas para análise do processo decisório dos Regimes Próprios de Previdência Social quanto às aplicações em letras financeiras resultaram em informações fiscais para subsidiar atuação ou demanda externa de outros órgãos de fiscalização, razão pela qual, no momento, as informações estão restritas”. Isso significa que as descobertas estão sendo preservadas para uso por outras instâncias de controle e fiscalização, como o Tribunal de Contas do Estado ou o Ministério Público, que poderiam dar prosseguimento a investigações mais aprofundadas. O sigilo, neste caso, visa proteger o processo de apuração e garantir a eficácia de futuras ações por parte das autoridades competentes.

O futuro da fiscalização e a busca por transparência

A controvérsia em torno da aplicação de quase R$ 1 bilhão do Rioprevidência no Banco Master sublinha a urgência de mecanismos robustos de fiscalização e transparência na gestão dos fundos previdenciários estaduais. Enquanto o Ministério da Previdência Social aponta os limites de sua atuação direta, suas auditorias indiretamente revelaram irregularidades que demandam atenção. A solicitação da deputada Laura Carneiro e a subsequente resposta ministerial abrem um precedente para uma investigação mais aprofundada por parte dos órgãos de controle externos, a quem as informações sigilosas foram destinadas. A integridade do Rioprevidência é vital para a segurança financeira dos servidores fluminenses, e a plena elucidação dos fatos e a responsabilização, caso haja irregularidades confirmadas, são imperativas para restaurar a confiança pública na administração desses recursos cruciais.

Perguntas frequentes

O que é o Rioprevidência?
O Rioprevidência é o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro, responsável por gerir os recursos destinados ao pagamento de aposentadorias e pensões dos servidores públicos estaduais.

Qual o valor questionado e onde foi aplicado?
O valor sob questionamento é de R$ 970 milhões, referido como “quase R$ 1 bilhão”, que foi aplicado em títulos do Banco Master entre novembro de 2023 e julho de 2024.

Por que o Ministério da Previdência Social se pronunciou, mas afirmou não ter atribuição direta?
O ministério afirmou não ter competência direta para intervir nos regimes previdenciários subnacionais. No entanto, sua atuação de fiscalização identificou irregularidades através do Índice de Situação Previdenciária (ISP) e auditorias, repassando essas informações para que outros órgãos de controle possam atuar.

Por que as informações das auditorias são sigilosas?
As informações das auditorias realizadas pelo ministério são mantidas sob sigilo porque foram geradas para subsidiar a atuação ou demandas externas de outros órgãos de fiscalização, como tribunais de contas e ministérios públicos, garantindo a eficácia de futuras investigações.

Para aprofundar-se sobre a gestão de fundos previdenciários e as implicações de investimentos como este, continue acompanhando as análises de nosso portal e nossas investigações sobre a integridade do patrimônio público.

Fonte: https://diariodorio.com

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