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PT-RJ reage a Ceciliano e reafirma apoio a Eduardo Paes no governo
Política

PT-RJ reage a Ceciliano e reafirma apoio a Eduardo Paes no governo

Última Atualizacão 10/01/2026 18:00
Painel RJ
Publicado 10/01/2026
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A executiva estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio de Janeiro manifestou-se oficialmente neste sábado, traçando um posicionamento claro em meio à efervescência política do estado. Em uma nota contundente, o PT-RJ reafirmou seu apoio à candidatura de Eduardo Paes (PSD) para o governo fluminense, ao mesmo tempo em que condenou articulações internas que visam lançar nomes próprios, como o do secretário de Assuntos Parlamentares do governo federal, André Ceciliano (PT). A decisão da cúpula partidária, liderada pelo grupo de Diego Zeidan, busca alinhar a estratégia eleitoral do estado aos planos nacionais do partido para 2026, com foco na reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na construção de um forte palanque contra a extrema direita.

A disputa interna no PT fluminense

A política fluminense, conhecida por sua complexidade e constantes reviravoltas, testemunha mais um capítulo de tensão interna no Partido dos Trabalhadores. A nota divulgada pela executiva estadual não é apenas um posicionamento, mas um movimento estratégico para conter dissidências e unificar a legenda em torno de um projeto maior. O texto, articulado pelo grupo que comanda o partido sob a liderança de Diego Zeidan, filho do ex-deputado federal Washington Quaquá, critica o que chama de “projetos individuais”. Esta expressão é um claro recado aos setores do PT que, embora minoritários na atual direção, buscam uma candidatura própria para o governo do estado.

O dilema da candidatura própria versus a frente ampla

A essência da disputa interna no PT-RJ reside na velha dicotomia entre a pureza ideológica e o pragmatismo eleitoral. De um lado, parte da militância e de algumas lideranças defende que o partido, com a força e a representatividade que recuperou em nível nacional, deveria ter uma candidatura própria ao governo do Rio de Janeiro. Essa ala argumenta que o PT tem quadros capazes e que a apresentação de um nome da legenda reforçaria a identidade partidária, além de oferecer uma alternativa mais alinhada às pautas progressistas, especialmente considerando a resistência a figuras como Eduardo Paes, que já teve alianças políticas com espectros mais conservadores. André Ceciliano, político experiente e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), surge como o principal nome articulado por este grupo. Sua trajetória, com forte atuação no legislativo estadual e, mais recentemente, no governo federal, confere-lhe um perfil de liderança apto, na visão de seus apoiadores, a representar o partido em uma disputa majoritária.

Contrariamente, a direção estadual, conforme expresso na nota, defende uma estratégia de frente ampla, alinhada à política nacional de formação de um grande palanque de apoio ao presidente Lula. Para essa corrente, o objetivo primordial em 2026 é derrotar o bolsonarismo, que encontrou no Rio de Janeiro um de seus principais bastiões. Nesse cenário, o apoio a Eduardo Paes é visto como uma escolha pragmática. Paes, atual prefeito do Rio, é reconhecido por sua capacidade eleitoral e por transitar em diferentes campos políticos, podendo agregar um espectro mais amplo de eleitores. A nota da direção petista é incisiva ao reafirmar o apoio a Paes e ao desautorizar qualquer manifestação interna que não esteja em sintonia com essa decisão. O recado é claro: a prioridade é a união em torno de um nome competitivo para enfrentar a extrema direita, consolidando a base de apoio a Lula no estado.

O tabuleiro político fluminense e a sucessão de 2026

O pano de fundo para essa movimentação política no PT-RJ é a complexa sucessão no Palácio Guanabara e as eleições de 2026. O cenário é intrincado e permeado por especulações, sendo a principal delas a possível renúncia do atual governador Cláudio Castro (PL). A aposta é que Castro possa deixar o cargo para disputar uma vaga no Senado Federal em 2026. Essa eventual movimentação abriria espaço para a nomeação de um governador “tampão” pela Alerj, que permaneceria no cargo até o final do mandato em curso, em dezembro de 2026, sem passar por uma eleição direta, mas preparando o terreno para a próxima disputa majoritária.

Implicações da possível saída de Cláudio Castro

A eventual saída de Cláudio Castro para uma disputa senatorial provocaria uma reconfiguração significativa no cenário político do Rio de Janeiro. A escolha de um governador “tampão” pela Alerj seria resultado de intensas negociações políticas, envolvendo diferentes partidos e grupos de interesse. Esse período de transição, embora breve, teria o potencial de influenciar as alianças e as estratégias para a eleição de 2026, que elegerá o próximo chefe do executivo fluminense para um mandato completo. É nesse contexto que o PT-RJ busca solidificar sua posição, não apenas para a eleição de 2026, mas para garantir que o governador “tampão” não prejudique seus planos ou favoreça adversários.

Eduardo Paes, com sua experiência como prefeito da capital e sua comprovada capacidade de articulação, emerge como uma figura central nesse tabuleiro. Seu apoio pelo PT não é apenas uma questão de aliança local, mas uma peça fundamental na estratégia nacional do partido para 2026. A nota da executiva estadual é explícita ao amarrar a decisão ao plano de reeleição do presidente Lula. “Nossa prioridade absoluta é derrotar o bolsonarismo e garantir a reeleição do presidente @lulaoficial. No Rio de Janeiro, isso passa pela construção de um palanque forte, amplo e competitivo, capaz de enfrentar a extrema direita no seu berço”, afirma a mensagem, reiterando a importância estratégica do Rio de Janeiro para o projeto nacional petista. A capital e o estado do Rio foram palcos de intensa polarização nas últimas eleições, e a construção de um palanque robusto e plural é vista como essencial para neutralizar a influência da extrema direita e assegurar um bom desempenho para Lula.

Conclusão

A recente nota da executiva estadual do PT no Rio de Janeiro demarca de forma inequívoca a estratégia do partido para as próximas eleições governamentais, reafirmando o apoio a Eduardo Paes e buscando pacificar as tensões internas. A decisão reflete um cálculo pragmático, priorizando a formação de uma frente ampla capaz de confrontar o bolsonarismo e garantir a reeleição do presidente Lula em 2026. Embora a articulação por uma candidatura própria, como a de André Ceciliano, demonstre uma corrente de pensamento legítima dentro da legenda, a cúpula do PT-RJ opta pela unidade em torno de um nome com maior potencial de agregação. O intrincado cenário político fluminense, com a possibilidade de renúncia de Cláudio Castro e a subsequente nomeação de um governador tampão, adiciona camadas de complexidade à disputa, transformando o Rio de Janeiro em um palco crucial para os embates políticos nacionais.

FAQ

Qual a posição oficial do PT-RJ sobre a eleição para o governo do Rio?
A executiva estadual do PT no Rio de Janeiro reafirmou oficialmente seu apoio à candidatura de Eduardo Paes (PSD) para o governo do estado nas eleições de 2026, buscando construir um palanque amplo e competitivo para o presidente Lula.

Quem é André Ceciliano e qual seu papel na disputa interna do PT?
André Ceciliano é o atual secretário de Assuntos Parlamentares do governo federal e ex-presidente da Alerj. Ele é o principal nome articulado por uma facção do PT-RJ que defende uma candidatura própria do partido ao governo do estado, opondo-se à linha da direção estadual.

Por que a direção do PT-RJ apoia Eduardo Paes?
O apoio a Eduardo Paes é uma estratégia pragmática da direção do PT-RJ para construir um palanque forte, amplo e competitivo no estado. O objetivo é derrotar o bolsonarismo, assegurar a reeleição do presidente Lula em 2026 e agregar diferentes forças políticas em torno de um nome com alta capacidade eleitoral.

Qual a relação entre a eleição no Rio e a disputa nacional de 2026?
A eleição para o governo do Rio de Janeiro é considerada crucial para a estratégia nacional do PT em 2026. O estado é visto como um “berço da extrema direita”, e a construção de um palanque forte e coeso para o candidato a governador apoiado pelo PT visa garantir um bom desempenho para a reeleição do presidente Lula e enfrentar o bolsonarismo no seu próprio terreno.

Mantenha-se atualizado sobre os próximos desdobramentos dessa complexa articulação política no Rio de Janeiro e suas implicações para o cenário nacional.

Fonte: https://diariodorio.com

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