Painel RJPainel RJPainel RJ
Font ResizerAa
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Reading: EUA usam guerra eletrônica para “apagar” Caracas em ofensiva decisiva
Share
Font ResizerAa
Painel RJPainel RJ
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Have an existing account? Sign In
Início » Blog » EUA usam guerra eletrônica para “apagar” Caracas em ofensiva decisiva
EUA usam guerra eletrônica para “apagar” Caracas em ofensiva decisiva
Finanças

EUA usam guerra eletrônica para “apagar” Caracas em ofensiva decisiva

Última Atualizacão 04/01/2026 18:01
PainelRJ
Publicado 04/01/2026
Share
Um EA-18G Growler do esquadrão de teste e avaliação VX-9, equipado com tanques de combustível...
SHARE

Na madrugada de um sábado, os Estados Unidos executaram uma audaciosa ofensiva que deixou setores de Caracas, capital venezuelana, em completa escuridão e sem comunicação. Esta ação de guerra eletrônica, caracterizada por um surpreendente “apagão”, teve como objetivo primordial desorganizar as defesas do país, permitindo a infiltração de forças especiais e, consequentemente, a captura do presidente Nicolás Maduro. A operação, estrategicamente planejada para manter o elemento surpresa, é vista como um marco na aplicação de táticas avançadas de interferência eletrônica em cenários de alta sensibilidade geopolítica, demonstrando a capacidade militar americana de desestabilizar infraestruturas críticas antes de um ataque físico. A precisão e a escala da investida revelaram um novo patamar de intervenção cibernética e eletrônica em conflitos contemporâneos.

A ofensiva eletrônica: o “apagão” de Caracas

A operação militar americana, que culminou na desestabilização de Caracas e na subsequente captura do presidente Nicolás Maduro, foi meticulosamente planejada com base em uma avançada estratégia de guerra eletrônica. Testemunhos de moradores da capital venezuelana reportaram apagões generalizados em diversos bairros no exato momento da incursão. Essa informação foi posteriormente corroborada por altos funcionários do governo americano, que atribuíram o êxito à “expertise” dos EUA nesse tipo de conflito. A tática de “apagar” Caracas não se limitou apenas ao corte de energia elétrica; ela visava desmantelar toda a infraestrutura de comunicação e defesa do país, criando uma janela de oportunidade crucial para as forças de elite americanas.

O papel estratégico do EA-18G Growler

Os protagonistas centrais desta intrincada estratégia de guerra eletrônica foram os aviões Boeing EA-18G Growler. Essas aeronaves são desenvolvidas especificamente para ataques cibernéticos e eletrônicos, representando a vanguarda da tecnologia de interferência. Equipados com sensores avançados e sistemas de contramedidas eletrônicas de última geração, os EA-18G Growler possuem a capacidade de bloquear radares inimigos, interceptar e interromper comunicações via rádio e satélite e, notavelmente, desativar redes elétricas. Sua função é essencialmente “cegar e ensurdecer” o adversário, garantindo uma passagem segura para as forças especiais em operações de alta complexidade. A atuação dos Growlers foi decisiva para a manutenção do fator surpresa, impedindo qualquer reação coordenada por parte das defesas venezuelanas e pavimentando o caminho para a entrada dos helicópteros americanos.

Alvos e impacto nos sistemas venezuelanos

Um dos alvos primordiais da ofensiva eletrônica foi o Cerro El Volcán, uma localização estratégica nos arredores de Caracas. Este ponto abriga a principal antena de transmissão de sinais da capital e uma infraestrutura vital de comunicações via satélite. A neutralização do Cerro El Volcán foi fundamental para isolar Caracas do restante do país e impedir qualquer tipo de coordenação defensiva. Além da paralisação dos sistemas de comunicação, a missão também teve como objetivo central desativar os sistemas de defesa aérea venezuelanos. Segundo o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, essa ação foi crucial para permitir a passagem desimpedida dos helicópteros que transportavam as tropas americanas até pontos estratégicos, como o complexo Fuerte Tiuna. O ataque massivo ao Fuerte Tiuna resultou em danos significativos a prédios governamentais estratégicos, revelando a extensão da destruição da infraestrutura militar venezuelana.

Escala e coordenação da operação militar

A dimensão da operação que visava a captura de Nicolás Maduro excedeu a esfera da guerra eletrônica, englobando uma vasta mobilização de ativos aéreos e navais dos Estados Unidos. Mais de 150 aeronaves foram empregadas na incursão, demonstrando a robustez e a capacidade logística das forças americanas. Caças avançados como o F-18, F-22 e F-35, bombardeiros B-1 e uma frota de drones foram mobilizados para a missão, atuando em conjunto para assegurar o sucesso da investida.

Mobilização de recursos aéreos e navais

As aeronaves decolaram de aproximadamente 20 bases aéreas e navios da Marinha dos EUA estrategicamente posicionados em diversas regiões, incluindo o Caribe. Essa distribuição geográfica dos pontos de partida permitiu uma abordagem multifacetada, garantindo que a operação pudesse ser lançada de múltiplos ângulos e com o máximo sigilo possível. A coordenação entre os diferentes tipos de aeronaves – desde os Growlers que “apagavam” as defesas, até os caças que proviam cobertura e os helicópteros de transporte de tropas – foi um elemento-chave para a execução precisa da operação. A presença naval forneceu suporte logístico e estratégico, consolidando a capacidade de projeção de poder dos EUA na região.

Neutralização da defesa aérea e a captura de Maduro

A estratégia de neutralização da defesa aérea venezuelana foi um componente crítico para o sucesso da operação. Com os sistemas de radar e comunicação do país desativados pelos EA-18G Growler, o espaço aéreo venezuelano tornou-se vulnerável. Isso permitiu que os helicópteros transportando as tropas americanas chegassem sem oposição a locais-chave, incluindo o Fuerte Tiuna, um complexo militar de grande importância. Foi neste complexo que, segundo relatos, Nicolás Maduro foi capturado. A eficácia da guerra eletrônica em desabilitar as defesas inimigas foi integral para o êxito da incursão, minimizando riscos para as forças de ataque e garantindo que o elemento surpresa fosse mantido até o momento da apreensão do presidente venezuelano.

As implicações da operação e o futuro político

A complexa operação militar que desmantelou as defesas de Caracas e levou à captura de Nicolás Maduro destaca a crescente primazia da guerra eletrônica e cibernética em conflitos modernos. A capacidade de “cegar e ensurdecer” um adversário antes de um engajamento físico representa uma vantagem estratégica incomensurável, permitindo intervenções cirúrgicas com menor risco e maior probabilidade de sucesso. Este evento sublinha a sofisticação da tecnologia militar dos EUA e as potenciais implicações para a soberania e segurança de nações que não possuam defesas eletrônicas equivalentes. O desfecho da situação de Maduro, que anteriormente havia rejeitado a ideia de um exílio confortável, abriu novas especulações sobre o futuro político da Venezuela, com o governo americano chegando a considerar a vice-presidente Delcy Rodríguez como uma opção para a liderança do país.

FAQ

O que é guerra eletrônica e como ela foi aplicada em Caracas?
Guerra eletrônica refere-se a qualquer ação militar que utilize energia eletromagnética para controlar o espectro eletromagnético ou para atacar o inimigo. Em Caracas, ela foi aplicada para bloquear radares, comunicações e desativar a rede elétrica, criando um “apagão” estratégico.

Qual aeronave desempenhou o papel principal na ofensiva eletrônica?
O Boeing EA-18G Growler foi a aeronave central na ofensiva eletrônica. Ele é especializado em ataques cibernéticos e eletrônicos, capaz de bloquear sistemas de comunicação e energia.

Onde Nicolás Maduro foi capturado durante a operação?
Nicolás Maduro foi capturado no complexo Fuerte Tiuna, um ponto estratégico e militarmente importante em Caracas, após a neutralização das defesas aéreas e a chegada de helicópteros com tropas americanas.

Qual a escala da mobilização aérea dos EUA nesta operação?
A ofensiva envolveu mais de 150 aeronaves, incluindo caças F-18, F-22 e F-35, bombardeiros B-1 e drones, que decolaram de cerca de 20 bases e navios da Marinha dos EUA.

Mantenha-se informado sobre os desdobramentos geopolíticos e as últimas inovações em defesa. Assine nossa newsletter para receber análises aprofundadas e notícias exclusivas diretamente em sua caixa de entrada.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

Fim de semana na orla do Rio registra mais de 4 mil
Lula defende indicação de messias ao stf após adiamento no senado
Gerenciamento de risco: O airbag fundamental para a disciplina do trader
Fundos imobiliários: ipca ou cdi? a escolha certa para seu investimento
Haddad: Economia do País é chave para a reeleição de Lula
TAGGED:caracaseletrônicaguerramadurooperação
Compartilhar
Facebook Email Print

Siga nossas redes

Facebook Instagram
- Advertisement -
Ad imageAd image
©️ Painel RJ. Todos os direitos reservados
adbanner
Welcome Back!

Sign in to your account

Nome de Usuário ou E-mail
Senha

Lost your password?