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Família Agnelli recusa proposta da Tether por Juventus, afirmando não estar à
Finanças

Família Agnelli recusa proposta da Tether por Juventus, afirmando não estar à

Última Atualizacão 13/12/2025 18:03
PainelRJ
Publicado 13/12/2025
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Reprodução Instagram/@juventus
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A Família Agnelli, através de sua holding Exor, rejeitou categoricamente uma oferta de compra do clube de futebol Juventus feita pela Tether, empresa de criptoativos. O CEO da Exor, John Elkann, enfatizou que a Juventus, com sua rica história e valores arraigados, não está disponível para venda, em um pronunciamento incomum divulgado no site oficial do clube. A proposta da Tether visava adquirir a participação majoritária da Exor no time de Turim, seguido por uma oferta pública pelas ações remanescentes, com um investimento adicional de 1 bilhão de euros. A decisão da Família Agnelli solidifica sua intenção de manter o controle sobre um dos clubes mais vitoriosos da Itália, cujos laços com a família remontam a quase um século, desafiando a investida de um player do mercado de criptoativos.

A rejeição categórica da Família Agnelli

A Exor, holding da Família Agnelli e principal acionista da Juventus, emitiu um comunicado formal rejeitando unanimemente a proposta da Tether para adquirir o clube. A decisão foi publicamente reforçada pelo presidente-executivo da Exor, John Elkann, que fez uma declaração contundente: “A Juventus, nossa história e nossos valores não estão à venda”. Vestindo um moletom com capuz do time, Elkann utilizou uma rara aparição em vídeo no site do clube da Série A, sediado em Turim, para comunicar a posição inabalável da família. Este posicionamento visa reafirmar o compromisso de longa data da Família Agnelli com a Juventus, que tem sido parte integrante de seu legado por quase um século, desde a presidência de Edoardo Agnelli em 1923. A mensagem clara é que o clube não faz parte dos planos de desinvestimento ou simplificação de portfólio que a Exor tem executado em outras áreas de seus negócios. A recusa vem após a Tether ter publicamente divulgado sua intenção de compra, detalhando uma proposta financeira substancial.

Detalhes da oferta e a visão da Tether

A Tether, empresa de criptoativos com sede em El Salvador e emissora da stablecoin USDT, havia formalizado uma proposta em dinheiro para adquirir a participação da Exor na Juventus. Segundo fontes familiarizadas com o assunto, a empresa ofereceu 2,66 euros por ação à Exor, avaliando o clube em pouco mais de 1 bilhão de euros. Este valor representava um prêmio de 21% sobre o preço de fechamento das ações da Juventus na sexta-feira, que era de 2,19 euros. A Tether também expressou a intenção de realizar uma oferta pública de aquisição pelas ações restantes do clube ao mesmo preço oferecido à Exor. Além da aquisição, a empresa de criptoativos planejava investir 1 bilhão de euros adicionais para apoiar o desenvolvimento do clube, conhecido na Itália como Juve, caso o negócio fosse concretizado. O italiano Paolo Ardoino, CEO da Tether e torcedor declarado da Juventus, liderou a iniciativa, buscando unir sua paixão pelo futebol com os interesses de sua empresa em expandir sua influência.

Contexto da proposta e a estratégia da Exor

A oferta da Tether pela Juventus não surgiu em um vácuo. O clube de Turim tem enfrentado desafios financeiros significativos, não registrando lucro líquido anual há quase uma década, e suas ações caíram 27% no ano corrente até o momento da proposta. Essa situação de mercado pode ter sido vista pela Tether como uma oportunidade para adquirir um ativo de alto perfil a um valor potencialmente atrativo. A própria Tether já havia demonstrado interesse no clube anteriormente, adquirindo este ano uma participação de mais de 10% na Juventus, tornando-se a segunda maior acionista, atrás apenas da Exor. Para a empresa de criptoativos, a aquisição de um clube europeu com uma história tão rica como a Juventus poderia servir a múltiplos propósitos estratégicos. Enfrentando um escrutínio regulatório crescente na União Europeia, a posse de um ativo tão proeminente no cenário esportivo poderia oferecer uma ferramenta poderosa para estabelecer laços com parlamentares europeus e, ao mesmo tempo, aumentar sua popularidade e reconhecimento junto ao público em geral. A visibilidade global do futebol, especialmente da Serie A italiana, seria um ativo valioso para a imagem da Tether.

O portfólio da Exor e o legado Agnelli

A Exor, por outro lado, tem estado em um processo de simplificação e reestruturação de seu portfólio de investimentos, especialmente no mercado italiano. A holding, que também é a maior acionista da montadora Stellantis e controla a fabricante de carros esportivos Ferrari, tem se desfeito de outros ativos. Este ano, a empresa concordou com a venda da fabricante de caminhões Iveco para a Tata Motors, da Índia, e anunciou negociações para vender suas operações de notícias, incluindo grandes jornais e estações de rádio, para a empresa de mídia grega Antenna. A venda da Juventus, um clube que pertence à Família Agnelli há quase um século e que tem laços históricos que remontam a 1923, quando Edoardo Agnelli se tornou presidente, seria um sinal ainda mais claro desse gradual afastamento da família de suas raízes italianas, embora a recusa atual indique uma exceção a essa tendência. Nos últimos sete anos, investidores, liderados pela própria Exor, injetaram cerca de 1 bilhão de euros em capital novo na Juventus por meio de uma série de aumentos de capital, demonstrando o contínuo compromisso financeiro da família com o clube, apesar dos desafios e da estratégia de desinvestimento em outras áreas.

Conclusão

A Família Agnelli, por meio da Exor, reafirmou seu inabalável compromisso com a Juventus ao rejeitar a proposta da Tether. A decisão de manter o clube, apesar de suas dificuldades financeiras recentes e da estratégia de desinvestimento da holding em outros ativos italianos, sublinha a profunda ligação histórica e o valor sentimental que a Juventus representa para a família. A declaração de John Elkann de que “nossa história e nossos valores não estão à venda” ressoa como uma defesa da identidade do clube, que tem sido um pilar do legado Agnelli por quase um século. Enquanto a Tether buscava na Juventus uma ferramenta para expandir sua influência e popularidade no cenário europeu, a Exor optou por priorizar a continuidade da posse de um de seus mais emblemáticos ativos, garantindo que o controle permaneça nas mãos da família fundadora. A Juventus, portanto, permanece um símbolo da tradição esportiva italiana sob a égide dos Agnelli.

Perguntas frequentes (FAQ)

Quem é a Família Agnelli e qual sua relação com a Juventus?
A Família Agnelli é uma das dinastias industriais mais proeminentes da Itália, fundadora da Fiat (agora parte da Stellantis) e controladora da Ferrari. Sua holding, a Exor, é a acionista majoritária da Juventus. Os laços com o clube remontam a 1923, fazendo com que a família seja proprietária da Juventus por quase um século.

Quem é a Tether e por que ela estava interessada na Juventus?
A Tether é uma empresa de criptoativos, emissora da stablecoin USDT. Ela buscava adquirir a Juventus para expandir sua influência e popularidade na Europa, utilizando o perfil global do futebol para construir laços com reguladores e o público em geral, especialmente em um contexto de crescente escrutínio regulatório.

Qual foi o valor da oferta da Tether pela Juventus?
A Tether ofereceu 2,66 euros por ação à Exor, avaliando a Juventus em pouco mais de 1 bilhão de euros. Além da aquisição da participação da Exor, a empresa planejava investir 1 bilhão de euros adicionais no clube caso a compra fosse concretizada.

Para mais atualizações sobre o mercado de criptoativos, fusões no mundo do esporte e o cenário financeiro global, acompanhe nossas próximas análises e notícias detalhadas.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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