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Dólar hoje sobe a R,44 com reação à candidatura de Flávio Bolsonaro
Finanças

Dólar hoje sobe a R$5,44 com reação à candidatura de Flávio Bolsonaro

Última Atualizacão 09/12/2025 18:06
PainelRJ
Publicado 09/12/2025
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Felipe Moreira
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O dólar registrou uma nova alta no mercado brasileiro, fechando a última terça-feira em R$5,4411. A valorização da moeda norte-americana foi amplamente impulsionada pela reafirmação da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, um movimento que gerou preocupação entre os investidores. Embora a divisa tenha desacelerado seus ganhos ao longo da tarde, refletindo discussões políticas em Brasília, a percepção de um cenário eleitoral incerto continua a ser um fator decisivo. O mercado financeiro reagiu negativamente à postura do senador, que é visto por analistas como um candidato com menor potencial de competitividade em comparação a outros nomes de centro-direita. Essa dinâmica ressalta a profunda sensibilidade do câmbio às articulações políticas internas, em um contexto de expectativas sobre o futuro econômico do país.

Cenário Político Nacional e a Flutuação do Dólar

A decisão do senador Flávio Bolsonaro de reiterar sua pré-candidatura à Presidência da República reverberou diretamente no mercado de câmbio brasileiro, levando o dólar a registrar uma significativa alta. A divisa americana fechou a última terça-feira cotada a R$5,4411, uma valorização de 0,35% em relação ao fechamento anterior. Este movimento destaca a intrínseca relação entre a política doméstica e a economia, especialmente no que tange à percepção de risco por parte dos investidores.

Reafirmação de Candidatura e Reação do Mercado

Na noite de segunda-feira, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), havia reafirmado sua lealdade ao ex-presidente Jair Bolsonaro, declarando apoio à eventual candidatura de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto. Em Diadema, Tarcísio expressou: “Eu sempre disse que eu ia ser leal ao Bolsonaro, que eu sou grato ao Bolsonaro e eu tenho essa lealdade, é inegociável”. Em entrevista, Flávio Bolsonaro, por sua vez, reforçou a irreversibilidade de sua candidatura, afirmando que ela “não está à venda” e descartando uma disputa interna com Tarcísio de Freitas. “Eu acho que não tem um cenário de eu ser candidato e ele ser”, afirmou o senador.

A reação do mercado a essa pré-candidatura tem sido predominantemente negativa. Analistas e investidores veem Flávio Bolsonaro como um nome potencialmente menos competitivo em uma eventual disputa eleitoral contra o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em comparação com Tarcísio de Freitas. A instabilidade política e a incerteza sobre o futuro econômico do país, associadas a um candidato que gera menos entusiasmo no mercado, tendem a impulsionar a busca por ativos mais seguros, como o dólar.

Na segunda-feira anterior à alta, em meio a especulações de uma possível desistência de Flávio — possibilidade que ele próprio havia levantado no domingo —, o dólar havia fechado em leve baixa de 0,23%, aos R$5,4220. No entanto, essa pequena queda ficou muito aquém de compensar a expressiva disparada de 2,34% observada na sexta-feira anterior, quando a notícia sobre a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro foi recebida com desaprovação pelos agentes econômicos.

Fatores Internacionais e Expectativas Econômicas

Além das dinâmicas políticas internas, o comportamento do dólar no Brasil é intrinsecamente ligado a fatores macroeconômicos globais, especialmente aqueles que emanam dos Estados Unidos. Os investidores permanecem vigilantes aos indicadores econômicos americanos e às decisões do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, que ditam o ritmo da política monetária global.

Olhar Atento aos Indicadores e ao Federal Reserve

A atenção dos investidores internacionais está voltada para a divulgação de dados econômicos cruciais dos EUA, como o índice de otimismo das pequenas empresas da NFIB (National Finance and Investments Board) para novembro e a Pesquisa de Vagas de Emprego e Rotatividade de Mão de Obra (JOLTS) de outubro. Esses indicadores são fundamentais para avaliar a saúde do mercado de trabalho e o dinamismo da economia americana, influenciando diretamente as expectativas sobre a trajetória dos juros.

Paralelamente, houve uma notável redução nas apostas de cortes de juros pelo Fed para 2026. Esse ceticismo crescente se deve, em parte, à percepção de que Kevin Hassett, apontado como favorito para suceder Jerome Powell na presidência do Federal Reserve (cujo mandato de oito anos termina em maio), pode adotar uma postura menos flexível (menos “dovish”) do que inicialmente esperado. Hassett, que conta com o apoio do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderia inclinar-se para uma política monetária mais restritiva, afetando as projeções de juros futuros e, consequentemente, o fluxo de capital para mercados emergentes como o Brasil.

Apesar da incerteza sobre a liderança futura do Fed e a postura de Hassett, a expectativa de que o banco central americano promova um afrouxamento de sua política monetária em sua próxima reunião de dezembro é praticamente consensual. De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, os contratos futuros de Fed Funds atribuem uma probabilidade implícita de 89,4% a um corte de 25 pontos-base na reunião de dois dias do Fed, programada para começar em 9 de dezembro. Essa expectativa de queda de juros nos EUA, em tese, poderia aliviar a pressão sobre o dólar globalmente, embora fatores internos brasileiros, como a volatilidade política, possam mitigar esse efeito.

Conclusão

A cotação do dólar no mercado brasileiro continua a ser um termômetro sensível da complexa interação entre fatores políticos domésticos e tendências econômicas globais. A recente alta da divisa, impulsionada pela reafirmação da candidatura do senador Flávio Bolsonaro e as subsequentes reações do mercado, ilustra a volatilidade intrínseca ao cenário atual. Enquanto a política nacional gera incertezas, as expectativas sobre a política monetária dos Estados Unidos e os indicadores econômicos americanos adicionam camadas de complexidade à dinâmica cambial. Para os investidores, a navegação neste ambiente exige análise contínua e a capacidade de interpretar múltiplos sinais que moldam as tendências de curto e longo prazo.

FAQ

Por que a candidatura de Flávio Bolsonaro impacta o dólar?
A candidatura de Flávio Bolsonaro impacta o dólar porque ele é visto pelo mercado financeiro como um nome menos competitivo em uma eventual disputa presidencial em comparação a outros possíveis candidatos da mesma linha política. A incerteza política e a percep percepção de um cenário eleitoral menos favorável para o equilíbrio fiscal e reformas econômicas geram insegurança nos investidores, que tendem a buscar refúgio em moedas mais estáveis, como o dólar.

Qual a cotação do dólar comercial e turismo?
Na última terça-feira, o dólar comercial à vista fechou em alta de 0,35%, aos R$5,4411. Já as cotações para compra e venda, de acordo com as últimas informações, apresentaram:
Dólar Comercial: Compra: R$ 5,480 | Venda: R$ 5,481
Dólar Turismo: Compra: R$ 5,444 | Venda: R$ 5,624

Quais fatores externos influenciam a cotação do dólar no Brasil?
Além da política interna, a cotação do dólar no Brasil é fortemente influenciada por fatores externos como os indicadores econômicos dos Estados Unidos (emprego, inflação, crescimento), as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed) – incluindo taxas de juros e programas de estímulo –, o cenário geopolítico global e o apetite por risco dos investidores internacionais em relação a mercados emergentes.

Para análises financeiras aprofundadas e estratégias de investimento, mantenha-se informado sobre as tendências do mercado e as principais notícias econômicas e políticas.

Fonte: https://www.infomoney.com.br

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TAGGED:bolsonarocandidaturadólarMercadopolítica
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