Painel RJPainel RJPainel RJ
Font ResizerAa
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Reading: Seop inicia demolição de anexo ilegal em quiosque no Mirante do Leblon
Share
Font ResizerAa
Painel RJPainel RJ
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Policial
  • Brasil
  • Esportes
  • Cultura
Have an existing account? Sign In
Início » Blog » Seop inicia demolição de anexo ilegal em quiosque no Mirante do Leblon
Seop inicia demolição de anexo ilegal em quiosque no Mirante do Leblon
Rio de Janeiro

Seop inicia demolição de anexo ilegal em quiosque no Mirante do Leblon

Última Atualizacão 08/12/2025 16:33
PainelRJ
Publicado 08/12/2025
Share
Tempo Real RJ
SHARE

A Secretaria de Ordem Pública (Seop) do Rio de Janeiro iniciou, na manhã desta segunda-feira (8), a demolição de uma construção irregular em um quiosque localizado no emblemático Mirante do Leblon. A intervenção ocorre após a constatação de que um anexo de alvenaria, erguido sem qualquer autorização municipal, obstruía a vista privilegiada do ponto turístico. A medida reforça o compromisso da prefeitura com a fiscalização urbanística e a preservação dos espaços públicos da cidade. O prefeito Eduardo Paes havia anunciado a irregularidade nas redes sociais, motivando a ação imediata da Seop. Esta demolição de anexo ilegal é um claro sinal de que as normas de uso e ocupação do solo serão rigorosamente aplicadas, especialmente em locais de grande valor paisagístico e ambiental como o Mirante do Leblon, visando manter a beleza e a funcionalidade da área para cariocas e turistas.

Intervenção imediata e a restauração do Mirante do Leblon

Na primeira hora desta segunda-feira, equipes da Secretaria de Ordem Pública (Seop) foram mobilizadas para o Mirante do Leblon, um dos cartões-postais mais icônicos do Rio de Janeiro, para dar início à demolição de anexo ilegal. A ação foi desencadeada poucas horas após o anúncio público feito pelo prefeito Eduardo Paes em suas redes sociais, onde ele expressou sua indignação com a irregularidade. O local, conhecido por oferecer uma vista deslumbrante da orla do Leblon e Ipanema, teve parte de seu panorama comprometida por uma estrutura erguida sem permissão.

A prontidão na resposta da Seop demonstra a seriedade com que a administração municipal trata as infrações urbanísticas, especialmente aquelas que afetam áreas de valor histórico, paisagístico e ambiental. Os agentes da Seop, munidos de equipamentos apropriados, começaram os trabalhos de remoção do que foi adicionado de forma clandestina, visando restaurar a integridade visual e urbanística do mirante. A operação foi meticulosamente planejada para garantir a segurança dos envolvidos e a eficiência na remoção da construção, que desrespeitava as diretrizes de ocupação daquela área nobre da cidade. A celeridade da intervenção também serve como um alerta para outros estabelecimentos sobre a importância de seguir as normas.

A irregularidade que motivou a ação punitiva

A construção em questão consistia em um anexo de alvenaria de aproximadamente 24 metros quadrados, uma dimensão consideravelmente superior ao que é permitido para estruturas complementares no local. As normativas da Prefeitura do Rio de Janeiro para o Mirante do Leblon estipulam que as construções devem ter um limite de até 2 metros por 2 metros, e serem predominantemente feitas em madeira, visando uma integração harmoniosa com a paisagem natural e a leveza das estruturas autorizadas.

O quiosque que realizou a expansão possuía uma autorização restrita, concedida para a instalação de tapumes com o único propósito de realizar uma reforma interna na estrutura original de madeira, que possui 4 metros quadrados. Contudo, o proprietário extrapolou completamente essa permissão, erguendo uma edificação permanente em material não autorizado e em uma área não concedida. Essa transgressão não apenas desfigurou a estética do mirante, mas também gerou um precedente perigoso para a ocupação desordenada de espaços públicos de alta relevância turística e ambiental. A alvenaria utilizada e o volume da construção contrastavam abruptamente com o padrão urbanístico leve e temporário que a prefeitura busca preservar para o local.

Extensão das violações: além do anexo principal

As irregularidades no quiosque do Mirante do Leblon não se limitavam apenas ao anexo de alvenaria. A fiscalização da Secretaria de Ordem Pública (Seop) também identificou outras construções e instalações que desrespeitavam as normas municipais. Entre elas, destacam-se a instalação de um banheiro construído dentro de um contêiner, uma solução que não se alinha aos padrões estéticos e sanitários exigidos para o local.

Além disso, foram encontrados dez postes com luminárias, erguidos de forma irregular na área externa do quiosque. Estes postes foram instalados fora dos padrões estabelecidos pela legislação municipal e, o que é mais grave, em uma área que já possui iluminação pública regular e adequada. A duplicação e a não conformidade dessas estruturas representam não apenas um desperdício de recursos, mas também uma poluição visual e uma ocupação indevida do espaço público. A ausência de alvará para qualquer uma dessas intervenções demonstra uma total desconsideração pelas regras de uso e ocupação do solo, essenciais para a manutenção da ordem e da beleza urbana do Rio de Janeiro.

A integridade do quiosque original e o cronograma da demolição

A ação da Seop, embora enérgica, foi direcionada exclusivamente às construções que foram erguidas de forma irregular. É importante ressaltar que a estrutura original do quiosque, que possui 4 metros quadrados e é feita de madeira, conforme o padrão autorizado para o local, não será afetada pela demolição. A intenção da prefeitura é remover apenas o que descaracteriza o mirante e viola a legislação urbanística, preservando o que está em conformidade.

A previsão é que todo o processo de demolição das estruturas irregulares seja concluído até o final desta segunda-feira, 8 de agosto. Essa rapidez na execução da medida visa minimizar transtornos e garantir a pronta restauração da paisagem do Mirante do Leblon, permitindo que o público volte a desfrutar plenamente da vista sem as obstruções indevidas. A agilidade na resposta e na execução é um ponto-chave da política de ordenamento urbano, buscando restabelecer a legalidade e a ordem em tempo hábil.

Compromisso com a ordem urbana e a preservação do patrimônio

A demolição de anexo ilegal no Mirante do Leblon transcende a simples remoção de uma estrutura; ela simboliza o compromisso inabalável da Prefeitura do Rio de Janeiro com a ordem urbana, a fiscalização rigorosa e a preservação do patrimônio paisagístico e ambiental da cidade. A ação serve como um contundente aviso de que a ilegalidade e o desrespeito às normas de uso e ocupação do solo não serão tolerados, especialmente em pontos turísticos e áreas de grande sensibilidade ambiental. O Mirante do Leblon, com sua vista privilegiada, é um bem coletivo, e sua integridade deve ser mantida para as gerações presentes e futuras. A intervenção da Seop, respaldada pela iniciativa do prefeito, reafirma a importância de um planejamento urbano consciente e da responsabilidade de cada cidadão e empreendedor em seguir as diretrizes estabelecidas. A restauração da vista e da conformidade urbanística no local representa uma vitória para a legalidade e para a valorização dos espaços públicos do Rio de Janeiro.

Perguntas frequentes (FAQ)

O que foi demolido no Mirante do Leblon?
Foi demolido um anexo de alvenaria de aproximadamente 24m², um banheiro em contêiner e dez postes com luminárias, todas estruturas instaladas de forma irregular em um quiosque no Mirante do Leblon.

Qual foi o motivo da demolição?
O motivo foi a construção e instalação dessas estruturas sem a devida autorização da Prefeitura do Rio de Janeiro, desrespeitando as normas urbanísticas e o padrão estético e funcional previsto para o local, além de obstruir a vista panorâmica.

A estrutura original do quiosque foi afetada?
Não, a estrutura original do quiosque, que mede 4m² e é feita de madeira, conforme o padrão autorizado, não foi afetada pela demolição. A ação se concentrou exclusivamente nas construções irregulares.

Quem foi o responsável pela ação de demolição?
A ação de demolição foi coordenada e executada pela Secretaria de Ordem Pública (Seop) do Rio de Janeiro, após a constatação das irregularidades e o anúncio do prefeito Eduardo Paes.

Mantenha-se informado sobre as ações de fiscalização urbana no Rio de Janeiro e contribua para a manutenção da nossa cidade. Compartilhe esta notícia e ajude a conscientizar sobre a importância do cumprimento das normas urbanísticas. Acompanhe nosso portal para mais atualizações sobre o ordenamento urbano da capital fluminense.

Fonte: https://temporealrj.com

Réveillon no Rio: fiscalização municipal registra mais de 1.500 multas e 29
Inmet alerta para tempestades em municípios do rio de janeiro
Mc poze relaciona fama à devolução de carro roubado em depoimento na alerj
Prefeitura do Rio suspende interdição de acesso à Gávea pela Rua Graça
Novo residencial de luxo na Dias Ferreira, Leblon, redefine moradia compacta
TAGGED:demoliçãoLeblonmirantenãoseop
Compartilhar
Facebook Email Print

Siga nossas redes

Facebook Instagram
- Advertisement -
Ad imageAd image
©️ Painel RJ. Todos os direitos reservados
adbanner
Welcome Back!

Sign in to your account

Nome de Usuário ou E-mail
Senha

Lost your password?