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Alerj vota soltura de Bacellar após CCJ aprovar projeto em clima tenso
Política

Alerj vota soltura de Bacellar após CCJ aprovar projeto em clima tenso

Última Atualizacão 08/12/2025 15:04
Painel RJ
Publicado 08/12/2025
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A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) se prepara para um momento crucial que poderá redefinir o futuro político do estado. Nesta segunda-feira, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa legislativa aprovou o encaminhamento ao plenário de um projeto de lei que propõe a revogação da prisão do deputado Rodrigo Bacellar, atual presidente da Alerj. A decisão da CCJ ocorreu em meio a um ambiente de grande tensão e intensos debates, que subiram de tom entre os parlamentares. A votação definitiva, envolvendo os 70 deputados estaduais, está agendada para as 15h, e o resultado pode desencadear uma série de desdobramentos jurídicos e políticos, com a palavra final ainda a cargo do Supremo Tribunal Federal.

O debate na Comissão de Constituição e Justiça

A sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj, realizada nesta segunda-feira, foi palco de um intenso embate político e técnico. O objetivo era deliberar sobre o projeto que propõe a revogação da prisão do deputado Rodrigo Bacellar, presidente da Assembleia Legislativa. O relator da proposta, deputado Rodrigo Amorim (União), apresentou um parecer favorável ao encaminhamento do texto ao plenário, o que foi acompanhado por outros quatro parlamentares, garantindo a aprovação na comissão.

É fundamental esclarecer que a aprovação na CCJ não se configurou como um apoio direto à soltura de Bacellar. Pelo contrário, o parecer técnico aprovado limitou-se a autorizar formalmente que a matéria fosse debatida e votada pelos 70 deputados em plenário. O texto do projeto em si é enxuto, focando-se exclusivamente na revogação da ordem de prisão e abstendo-se de discutir os fundamentos da decisão proferida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ou de tratar de possíveis medidas cautelares. Contudo, a natureza puramente técnica do projeto não impediu que o clima na comissão se tornasse acalorado, com discussões que elevaram a temperatura política da Alerj.

A aprovação formal e o dissenso político

O ambiente na CCJ rapidamente evoluiu de um debate técnico para um confronto político explícito. O deputado Carlos Minc (PSB) se destacou como um dos principais opositores ao projeto. Minc apresentou voto contrário e declarou publicamente que não participaria da criação de um instrumento que, em sua visão, “abre caminho para a revogação da prisão”, mesmo que a aprovação fosse, em caráter, apenas protocolar. Sua fala irritou profundamente a base aliada que defende a libertação de Bacellar, gerando um ambiente de alta tensão.

A reação do presidente da CCJ e relator do projeto, Rodrigo Amorim, foi imediata e contundente. Em tom de advertência, Amorim sugeriu que o voto contrário de Minc poderia ter “efeitos futuros” na tramitação de propostas apresentadas por ele na casa legislativa. Para ilustrar seu ponto, Amorim chegou a fazer referências irônicas a projetos de autoria de Minc relacionados à “liberação de maconha e praias de nudismo”, exacerbando a discussão. O embate verbal escalou para um bate-boca com o deputado Alexandre Knoploch, que acusou Minc de protagonizar uma “palhaçada” diante da imprensa que acompanhava a reunião, evidenciando a polarização e a gravidade dos ânimos na comissão.

Implicações legais e o poder do STF

Paralelamente ao intenso embate político na Comissão de Constituição e Justiça, emerge uma crucial discussão sobre o alcance prático e legal de uma eventual revogação da prisão de Rodrigo Bacellar pela Alerj. A questão central reside na hierarquia e na interação entre o poder legislativo estadual e o Supremo Tribunal Federal, que detém a prerrogativa de proferir a ordem de prisão e, consequentemente, a palavra final sobre sua manutenção ou revogação.

A interpretação da Alerj, conforme expressa pelo relator Rodrigo Amorim, é que o afastamento de Bacellar da presidência da Casa está diretamente vinculado ao decreto de prisão. Segundo Amorim, a ordem judicial do ministro Alexandre de Moraes estabelece a prisão e, “consequentemente, o afastamento da presidência”. Essa visão sugere que a revogação da prisão pela Alerj poderia, em tese, abrir caminho para o retorno de Bacellar às suas funções. Contudo, a realidade jurídica é mais complexa e aponta para a supremacia da decisão judicial federal neste cenário.

O alcance da decisão da Alerj e a palavra final do ministro

Mesmo que o plenário da Alerj, com a votação marcada para as 15h, decida majoritariamente pela revogação da prisão de Rodrigo Bacellar, essa decisão não será a instância final. A palavra derradeira e definitiva sobre o futuro do deputado permanecerá nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Será ele quem terá a responsabilidade de avaliar a decisão da Alerj e definir as condições para uma eventual liberação de Bacellar.

Isso significa que o ministro poderá impor uma série de medidas cautelares, independentemente do voto da Alerj. Entre as possibilidades, estão o uso de tornozeleira eletrônica, restrições de deslocamento, a permissão ou não para que Bacellar retorne ao plenário da Assembleia e, crucially, a decisão sobre seu possível retorno à presidência da Alerj. O cenário aponta, portanto, para uma dinâmica de poderes onde a decisão política do legislativo estadual estará sujeita à chancela e às condições impostas pelo poder judiciário federal, evidenciando a complexidade do sistema jurídico-político brasileiro e a tensão que permeia o caso Bacellar.

Perspectivas futuras e a dinâmica de poderes

A votação iminente na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro sobre a revogação da prisão de Rodrigo Bacellar transcende o caso individual do deputado. Ela representa um momento crucial para a política fluminense e para a dinâmica das relações entre os poderes. O clima de tensão e as acaloradas discussões observadas na Comissão de Constituição e Justiça são um prelúdio do que se espera no plenário, onde cada voto terá um peso significativo. Enquanto a Alerj busca exercer sua prerrogativa de deliberar sobre a situação de um de seus membros, a autoridade do Supremo Tribunal Federal permanece como um fator determinante, sublinhando que as decisões legislativas devem coexistir com as sentenças judiciais. Os próximos passos, tanto na esfera legislativa quanto na judicial, serão decisivos para o destino de Rodrigo Bacellar e para a definição de importantes precedentes na interação entre os poderes no Brasil.

Perguntas frequentes (FAQ)

Qual o objetivo do projeto aprovado na CCJ da Alerj?
O projeto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj tem como objetivo principal revogar a ordem de prisão do deputado Rodrigo Bacellar. É importante notar que a aprovação na CCJ foi meramente formal, autorizando o encaminhamento do tema ao plenário para votação, sem entrar no mérito da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

A aprovação na CCJ garante a soltura de Rodrigo Bacellar?
Não, a aprovação na CCJ não garante a soltura de Rodrigo Bacellar. A decisão da comissão apenas autoriza que o projeto seja levado ao plenário da Assembleia Legislativa para ser votado pelos 70 deputados. Mesmo que o plenário vote pela revogação da prisão, a palavra final sobre a soltura e as condições de qualquer liberação permanecem com o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Qual o papel do ministro Alexandre de Moraes neste cenário?
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, é quem proferiu a ordem de prisão de Rodrigo Bacellar e, portanto, detém a prerrogativa da palavra final sobre o caso. Mesmo após uma eventual votação favorável na Alerj, caberá a ele definir as condições para a liberação, que podem incluir o uso de tornozeleira eletrônica, a possibilidade de retorno ao plenário e a eventual volta à presidência da Alerj.

O que acontece se o plenário da Alerj votar pela revogação da prisão?
Se o plenário da Alerj votar pela revogação da prisão, o projeto será formalmente aprovado no âmbito estadual. No entanto, esta decisão não tem poder para anular diretamente a ordem judicial do STF. A partir daí, espera-se que o ministro Alexandre de Moraes se manifeste, analisando a decisão da Alerj e definindo as condições e termos para a situação de Rodrigo Bacellar, podendo ou não acolher o pleito legislativo ou impor medidas cautelares.

Para acompanhar de perto os desdobramentos desta complexa situação política e jurídica, continue acessando as atualizações sobre o caso Bacellar e a atuação da Alerj.

Fonte: https://diariodorio.com

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