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Pesquisador defende monitoramento de ex-cotistas da uerj para avaliar impacto das ações afirmativas
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Pesquisador defende monitoramento de ex-cotistas da uerj para avaliar impacto das ações afirmativas

Última Atualizacão 06/12/2025 09:31
PainelRJ
Publicado 06/12/2025
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© Fernando Frazão/Agência Brasil
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Acompanhar a trajetória de ex-cotistas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) é crucial para avaliar a eficácia das políticas de ação afirmativa. A afirmação é do sociólogo Luiz Augusto Campos, um dos organizadores do livro “Impacto das Cotas: Duas Décadas de Ação Afirmativa no Ensino Superior Brasileiro”. A obra faz um balanço detalhado da política e aponta desafios, como a permanência dos estudantes nas instituições.

Campos, professor de sociologia e ciência política no Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp-Uerj), ressalta que a Lei de Cotas é um meio para reduzir desigualdades no mercado de trabalho, e não um fim em si mesma. Para ele, o sucesso da política pública reside no seu impacto fora dos muros da universidade. A ação da Uerj em criar grupos com ex-alunos cotistas é vista como essencial para essa análise.

Após 20 anos da implementação pioneira das cotas pela Uerj, em 2003, Campos se junta ao debate sobre a necessidade de atualizar a lei estadual para o ingresso na pós-graduação. A Uerj, diferentemente de outras universidades federais, combina a autodeclaração racial com um critério socioeconômico restritivo, limitando o ingresso a candidatos com renda familiar bruta per capita de até R$ 2.277. Esse valor é considerado baixo, especialmente para as cotas sociais e raciais na pós-graduação.

Segundo Campos, estudantes de baixa renda raramente alcançam o mestrado ou doutorado. Mesmo com bolsas, a exigência de baixa renda dificulta o acesso. Ex-cotistas da graduação, reunidos na Uerj, também defenderam a revisão do corte socioeconômico para ampliar o acesso de pessoas pretas e pardas à pós-graduação.

Dados do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) revelam a baixa representatividade de pessoas pretas entre mestres (4,1%) e doutores (3,4%), enquanto pardos somam 16,7% e 14,9%, respectivamente. Indígenas representam apenas 0,23% e 0,3% das titulações de mestrado e doutorado no país. Entre 1996 e 2021, a maioria dos títulos de mestrado (49,5%) e doutorado (57,8%) foram obtidos por pessoas brancas.

A Lei 8.121, de 2018, que estabelece as ações afirmativas na Uerj e o corte socioeconômico, só será revista em 2028. Até lá, Campos sugere que as universidades usem sua autonomia para flexibilizar as restrições nos editais de ingresso. Ele argumenta que a judicialização da entrada em cursos de mestrado e doutorado representa um risco, e uma lei mais flexível seria ideal.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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