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Presença de facções criminosas cresce na amazônia, aponta estudo
Brasil

Presença de facções criminosas cresce na amazônia, aponta estudo

Última Atualizacão 19/11/2025 17:00
PainelRJ
Publicado 19/11/2025
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© Policía Federal/Divulgação
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A influência de facções criminosas na Amazônia Legal atingiu 45% dos municípios, demonstrando um crescimento alarmante de 32% em relação ao ano anterior. Em números, isso significa que, das 772 cidades que compõem a região, 344 estão sob a influência direta ou indireta dessas organizações. Os dados foram revelados em um estudo divulgado durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém.

O estudo identificou 17 facções criminosas operando na Amazônia, incluindo as conhecidas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), além de grupos regionais e até organizações estrangeiras, como a venezuelana Tren de Aragua e a colombiana Estado Maior Central (EMC).

O Comando Vermelho se destaca pela presença em 286 cidades, controlando rotas fluviais, especialmente no rio Solimões, e articulando-se com a produção peruana e cartéis colombianos. A facção utiliza portos como os de Manaus, Santarém, Barcarena, Belém e Macapá para escoar produtos, empregando embarcações regionais, lanchas rápidas e até “mulas” humanas. Além do tráfico, disputa territórios para o varejo de drogas e opera em garimpos ilegais.

Já o PCC exerce influência em 90 cidades, com foco na internacionalização dos mercados através de rotas aéreas clandestinas e da rota oceânica via Suriname.

A violência letal também é um problema crescente na região. Em 2024, foram registradas 8.047 mortes violentas intencionais, resultando em uma taxa de 27,3 assassinatos por 100 mil habitantes – 31% superior à média nacional. O Amapá lidera como o estado mais violento, com uma taxa de 45,1 mortes violentas por 100 mil habitantes.

O Maranhão, por sua vez, apresentou um aumento nas taxas de homicídio entre 2023 e 2024, impulsionado pela disputa territorial entre facções como o Bonde dos 40, o Comando Vermelho e o PCC.

Ainda segundo o estudo, 586 mulheres foram assassinadas na Amazônia Legal em 2024, uma taxa de 4,1 por 100 mil mulheres, superando em 21,8% a média nacional. O Mato Grosso se destaca como o estado mais perigoso para mulheres, enquanto o Maranhão registrou um aumento nos casos de homicídios femininos.

A situação é particularmente preocupante em áreas de garimpo ilegal, onde facções como o Comando Vermelho controlam a extração de minério, cobrando taxas dos garimpeiros e impondo sua lei.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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